O município de Vinhais vai criar um centro interpretativo e construir um viveiro para promover a castanha, nomeadamente a variedade longal, característica deste concelho, revelou, hoje, o autarca Luís Fernandes.
O Centro Interpretativo da Castanha Longal será criado na Casa do Povo, onde já estão outras entidades ligadas ao setor agrícola, incluindo à castanha, como a Arborea- Associação Agro-Florestal da Terra Fria Transmontana.
“Com esse centro interpretativo, aquilo que pretendemos é tornar um espaço dedicado à divulgação, à preservação e à promoção da castanha, sobretudo da castanha longal”, sublinhou o presidente da câmara de Vinhais à Lusa.
O espaço dedicado para o efeito, na Casa do Povo, vai ser requalificado, num investimento, do município, de cerca de 70 mil euros. Além das obras, será ainda comprado material interativo e será também feito um mural dedicado à castanha.
“Vai ter esse espaço interativo, vamos adquirir material, que vamos também equipar com exposições, com uma sala própria para outro tipo de atividades ligadas à castanha, com espaço próprio onde será divulgada a importância da castanha longal. Está a ser elaborado o projeto”, adiantou.
Num bom ano de produção, a castanha gera cerca de 20 milhões de euros no concelho de Vinhais.
Face à importância económica do fruto, o município vai ainda criar um viveiro, nos terrenos junto ao seminário, adquirido pela câmara, com o objetivo de incentivar à produção de castanha.
“Criar um viveiro, já estamos a trabalhar nisso, que permita depois fornecer a enxertia para a castanha longal”, avançou o autarca, não querendo revelar, para já, valores de investimento.
Luís Fernandes prevê que tanto o centro interpretativo, como o viveiro, estejam prontos em outubro, na altura da Feira da Castanha, que atrai milhares de visitantes à vila















































