Na região Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, teve início a campanha de produção e comercialização da abóbora “Mogango”. Verificou-se uma redução da oferta, o que levou a uma subida das cotações da couve-flor à saída de produção (SP) categoria II calibre >11, em 30% e da nabiça SP em molho, em 14%. Por outro lado, o aumento da oferta provocou a desvalorização das cotações da cebola temporã SP II 50-70 saco em 29% e da couve “Repolho Tipo Coração” SP II >350 em 14%.
Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, teve início a campanha de produção e comercialização da alface frisada de ar livre. Verificou-se uma desvalorização das cotações da couve “Lombardo” SP II não calibrada e da “Repolho Tipo Coração” SP II >350, de 29% e 17%, respetivamente, devido ao aumento da oferta, com a entrada de produto proveniente de outras zonas do país, associada a uma diminuição da procura. Também um aumento da oferta, levou a uma ligeira descida das cotações da alface lisa estufa SP II >100 em 11% e da roxa estufa SP >100 em 10%.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificou-se uma subida acentuada das cotações do nabo com rama SP em 238%, alface lisa estufa SP II >100 em 136% e abóbora “Tipo Francesa” SP em 41%, devido a um aumento da procura, associado a uma oferta quase nula, de melhor qualidade face à semana anterior. Uma maior procura acompanhada por uma oferta média de melhor qualidade, levou ainda a uma subida da cotação da couve “Lombardo” SP II não calibrada de 49%. Também a cotação da curgete SP não calibrada registou uma subida de 27%, impulsionada por uma maior procura, apesar de uma oferta elevada, mas de melhor qualidade. Registaram-se ainda aumentos nas cotações da couve “Repolho Tipo Coração” SP não calibrada em 27% e feijão-verde “Largo” SP em 19%, resultantes de uma maior procura, com oferta média no caso da couve e quase nula no caso da feijão-verde.
Quanto às descidas, a diminuição da procura, associada a uma oferta média/baixa e a produtos de qualidade inferior, levou a uma desvalorização das cotações do tomate “Cacho” SP e cebola “Temporã” SP II 50-70 em 45%, tomate “Redondo maduro” SP grado em 40% e alface frisada II SP não calibrada em 25%. Verificou-se ainda uma descida de 25% na cotação do tomate “Cherry” SP, devido à redução da procura e oferta quase nula.

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