Em Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, verificou-se uma diminuição da oferta, associada a um aumento da procura, o que levou à subida das cotações da alface frisada de ar livre/estufa, à saída de produção (SP), em caixa, e do pepino de estufa SP, categoria II, calibre >250, em caixa, ambas em 100%, bem como da alface lisa de ar livre/estufa SP II, em caixa, em 56%. Subida também, devido a uma redução da oferta, das cotações da couve-flor SP II >11 em caixa e do tomate “Coração de boi” SP grado em caixa de 100%, da couve “Repolho Tipo Coração” SP II >350 em caixa de 71%, da abóbora “Mogango” SP unidade e tomate “Sulcado” estufa SP II calibre 67-81 em caixa de 50%, do tomate “Sulcado” estufa SP II >81 em caixa de 43%, da couve “Brócolos” SP não calibrada em caixa de 40%, do feijão-verde “Riscadinho” SP II em caixa de 33% e do “Achatado Direito estufa” SP II em caixa de 20%, e do espinafre SP em molho de 14%. Em sentido contrário, o aumento da oferta fez descer as cotações da beringela “Alongada” SP I >40, em caixa, em 38%, da batata conservação branca SP grado/médio, em saco, e da cenoura SP II >20 também em saco em 20%, do pimento verde estufa SP II >50, em caixa, e do tomate “Cacho” estufa SP II 67-81, em caixa, em 13%.
Na Beira Litoral, área de mercado Viseu, verificou-se um aumento da quantidade de batata disponível, tanto da produção local como da proveniente de outras zonas. Este aumento levou à desvalorização, de 13%, da cotação da batata de conservação branca/vermelha SP tamanho grado/médio em saco. Na área de mercado Beira Litoral, verificou-se uma subida da cotação da couve “Repolho Tipo Coração” SP II >350 em caixa de 40%, devido à reduzida oferta de produto com qualidade. O pepino estufa SP II 47-56, em caixa, apresentou melhor qualidade, o que fez a cotação valorizar 40%. As cotações tiveram uma ligeira descida de 10%, para o pimento verde estufa SP II >50 e para o tomate “Alongado” estufa SP II 47-56, ambos em caixa, resultado de um aumento da oferta.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificou-se uma subida acentuada das cotações da couve “Repolho Tipo Coração” SP não calibrada, em caixa, de 239% e mais ligeira da beringela SP não calibrada em caixa de 11%, devido a um aumento da procura associado a uma oferta reduzida e de melhor qualidade face à semana anterior. Também o aumento da procura, conjugado com uma oferta quase nula e de melhor qualidade, levou à valorização das cotações do tomate “Chucha” SP médio, em caixa, em 60% e da couve-flor SP não calibrada, em caixa, em 37%. Registaram-se ainda subidas das cotações do tomate “Redondo” SP médio. em caixa. de 26%, do “Coração de Boi” SP grado. em caixa. de 16%, do “Chucha” SP grado, em caixa, de 11% e do pepino SP não calibrado, em caixa, de 10%, resultado de uma maior procura, oferta alta e de melhor qualidade. Subida também da cotação do feijão-verde “Largo” SP em caixa em 29%, devido também a um aumento da procura, com oferta média/baixa e de melhor qualidade. Em sentido contrário, a diminuição da procura, associada a um aumento da oferta, que foi média/alta e de qualidade inferior, levou à desvalorização da cotação da abóbora “Tipo Francesa” SP, em palote, em 44% e da curgete SP não calibrada, em caixa, em 12%. Registou-se ainda uma descida da cotação do tomate “Cherry” SP, em caixa, de 34%, devido a uma redução da procura com ligeiro aumento da oferta e de qualidade inferior. Por fim, descida da cotação da batata-doce SP não calibrada, em caixa, em 10%, resultado da menor procura, com oferta média e de qualidade inferior.
No Algarve, teve início a campanha de produção e comercialização do quiabo e do tomate “Alongado” de ar livre.













































