Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Barragens em Portugal com 92% de armazenamento, mas níveis já começam a descer

    Macário Correia: “Não podemos fazer mais barragens sem resolver o desperdício de água”

    Presidente Seguro enaltece na Ovibeja contributos da agricultura na prevenção dos incêndios

    helicóptero de incêndios céu azul

    Seguro destaca contributos da agricultura na prevenção dos incêndios

    Irão: Seguro diz compreender dificuldades dos agricultores com bloqueio de Ormuz

    Floresta: Portugal vai buscar insetos ao outro lado do mundo para salvar 3.000 milhões de euros por ano de exportações

    vinho

    Importações de vinho na China caíram para metade face a 2018 – importador

    Meio século de transformação: como a agricultura portuguesa mudou desde 1974

    antonio costa

    UE/Mercosul: Costa destaca impacto de acordo comercial desde hoje em vigor

  • Opinião

    Apoios ao Investimento Agrícola: Permanentes, Estruturados e sem Ilusões

    A Falácia das Taxas: Quem paga aos agricultores pelo carbono que sequestram?

    PARCA: da coragem inicial à impotência institucional

    João Dinis

    Pastores e queijo da serra

    Sofia Almeida

    O lobo-ibérico é um teste à seriedade das políticas de conservação

    Jovem Empresário Rural Não Agrícola, Precisam-se!

    Resultados económicos do sector agrícola em 2025: apesar de menos favoráveis do que os dos últimos anos não põem em causa a evolução bastante positiva da última década

    A Grande Ilusão: Porque têm as nossas Confederações medo da rua?

    Pagar pelo “invisível” e o porquê da agricultura portuguesa não pode continuar a oferecer serviços ecológicos “de graça”?

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Corderos: los precios se mantienen pero se sitúan por encima del año pasado

    03/05/2026

    Vacuno: se mantiene la tónica bajista en los precios

    03/05/2026

    Porcino: repeticiones en los cebados y bajadas en el lechón

    03/05/2026

    Floresta: Portugal vai buscar insetos ao outro lado do mundo para salvar 3.000 milhões de euros por ano de exportações

    02/05/2026

    Importações de vinho na China caíram para metade face a 2018 – importador

    02/05/2026

    Almendras: importantes incrementos en la ecológica

    02/05/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Barragens em Portugal com 92% de armazenamento, mas níveis já começam a descer

    Macário Correia: “Não podemos fazer mais barragens sem resolver o desperdício de água”

    Presidente Seguro enaltece na Ovibeja contributos da agricultura na prevenção dos incêndios

    helicóptero de incêndios céu azul

    Seguro destaca contributos da agricultura na prevenção dos incêndios

    Irão: Seguro diz compreender dificuldades dos agricultores com bloqueio de Ormuz

    Floresta: Portugal vai buscar insetos ao outro lado do mundo para salvar 3.000 milhões de euros por ano de exportações

    vinho

    Importações de vinho na China caíram para metade face a 2018 – importador

    Meio século de transformação: como a agricultura portuguesa mudou desde 1974

    antonio costa

    UE/Mercosul: Costa destaca impacto de acordo comercial desde hoje em vigor

  • Opinião

    Apoios ao Investimento Agrícola: Permanentes, Estruturados e sem Ilusões

    A Falácia das Taxas: Quem paga aos agricultores pelo carbono que sequestram?

    PARCA: da coragem inicial à impotência institucional

    João Dinis

    Pastores e queijo da serra

    Sofia Almeida

    O lobo-ibérico é um teste à seriedade das políticas de conservação

    Jovem Empresário Rural Não Agrícola, Precisam-se!

    Resultados económicos do sector agrícola em 2025: apesar de menos favoráveis do que os dos últimos anos não põem em causa a evolução bastante positiva da última década

    A Grande Ilusão: Porque têm as nossas Confederações medo da rua?

    Pagar pelo “invisível” e o porquê da agricultura portuguesa não pode continuar a oferecer serviços ecológicos “de graça”?

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Corderos: los precios se mantienen pero se sitúan por encima del año pasado

    03/05/2026

    Vacuno: se mantiene la tónica bajista en los precios

    03/05/2026

    Porcino: repeticiones en los cebados y bajadas en el lechón

    03/05/2026

    Floresta: Portugal vai buscar insetos ao outro lado do mundo para salvar 3.000 milhões de euros por ano de exportações

    02/05/2026

    Importações de vinho na China caíram para metade face a 2018 – importador

    02/05/2026

    Almendras: importantes incrementos en la ecológica

    02/05/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal
serra da estrela

“Pode ser uma oportunidade para se fazer um bom trabalho”

por Diário de Notícias
04-09-2022 | 01:15
em Nacional, Últimas, Notícias florestas, Incêndios
Tempo De Leitura: 6 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

Destruição de 28 mil hectares de floresta provocou mais estragos sociais e económicos que ecológicos, defendem técnicos e população. O pinheiro não era bem vindo e as árvores folhosas é que defenderam o território. Danos serão mais graves se não estabilizarem solos.

Um quarto do Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE) está coberto de cinzas e com solos ainda mais secos. Os incêndios chamuscaram a biodiversidade, mas esta pode ser uma oportunidade para corrigir o que se fez de mal durante séculos, dizem os técnicos e os habitantes. Investiu-se na monocultura de floresta resinosa (pinheiro) em detrimento do mosaico de folhosas (carvalho, castanheiro). Urgente é garantir alimento para os animais, recuperar redes de água e estabilizar os solos para evitar a sua erosão com as chuvas e para não poluir a água que abastece parte de Portugal.

“Numa perspetiva ecológica, este incêndio é menos grave do que pensávamos, mas, do ponto de vista social e económico, é trágico”, conclui Manuel Franco, vice-presidente da associação Guardiões da Serra. Sublinha que a recuperação leva décadas e defende que deve ser não só uma tarefa dos governantes e dos habitantes da Serra, mas de toda a sociedade, nomeadamente pelo “valor que dão aos produtos locais”. Ativistas e população acreditam que a vegetação importante, nomeadamente os vários tipos de carvalho, vai regenerar. “Só daqui a duas primaveras é que perceberemos o que se vai recuperar”.

A Serra da Estrela ardeu 11 dias seguidos e continua a arder – ainda esta semana em Loriga (Seia). Percorrer os caminhos que a serpenteiam é desolador, com árvores e vegetação queimadas. Até as rochas cederam. As chamas galgaram linhas naturais de contrafogo (como os rios Zêzere e Mondego) e artificiais, como as estradas e as faixas de gestão de combustíveis criadas para prevenção. Mas a Serra é também um cenário de contrastes. O fogo parou naturalmente junto às árvores folhosas, que ardem muito menos que as resinosas.

“O fogo parou à entrada de Manteigas, de forma natural, precisamente junto aos carvalhos, à floresta folhosa. Têm folhas largas e viscosas, de difícil combustão, ao contrário de eucaliptos e pinheiros. Uma pinha ou uma folha de eucaliptos viajam quilómetros, não há meios aéreos e faixas de proteção que o possam impedir”, explica Samuel Infante, da Quercus. O que é bem visível na encosta de Manteigas, uma cidade num vale e que poderia ter sofrido consequências graves se não fosse essa vegetação.

O engenheiro ambiental frisa: “A única forma de evitar incêndios com esta gravidade não é cortar as árvores, é plantar. Mas fazer uma floresta diferente, biodiversa, resiliente ao fogo, baseada nas espécies autóctones, essa é a receita. Permite que a ocupação dos solos seja produtiva, com produtos como a castanha e cogumelos, e traz turismo. Além da atividade económica, a floresta de carvalhos produz biodiversidade, alimentos para a pastorícia, para a caça. Com o eucalipto e o pinhal não há nada disso, costuma-se dizer que são “desertos verdes”. Até porque muito da sua produção desapareceu. Tinha a resina, as pinhas, mas com o abandono rural deixou de ter uso”.
Defende que Portugal devia estar coberto de norte a sul por carvalhal, mas fica-se por um terço: 1,5 % de carvalhos, 10 % de azinheiras e 20 % de sobreiros.

A restante paisagem é praticamente composta por pinheiros e eucaliptos, áreas que sobrepostas ao mapa de incêndios são muito coincidentes. “O pinheiro e o eucalipto estão maioritariamente do Tejo para norte e, nos últimos 10 anos, mais de 90 % dos incêndios coincidem com essa área. A sul, a floresta é dominada pelo sobreiro e azinheira, não há forma de arder. Porquê?”, pergunta Samuel Infante. Tem a resposta: “A floresta está preparada”.

“60 % do pinhal devia sair”

Há muito que quem está no terreno defende a substituição do pinhal por floresta mais sustentável. É o caso da associação Amigos da Serra da Estrela (ASE). O seu presidente, José Saraiva, leva-nos a visitar o Vale de Beijames, onde tem um parque de campismo rural. Ele próprio ali plantou 74 espécies diferentes – carvalhos, bétulas, azinheiras, sequoias, sobreiros, etc. -, algumas só por uma questão de estética. Mas sempre a afastar-se das resinosas. Viram passar as chamas sem danos.
“Defendemos que 60 % dos pinheiros do vale [Beijames] devia desaparecer. Neste incêndio é bem visível a diferença de reação das espécies ao fogo”.

Percorremos o vale ao longo do Rio Beijames, afluente do Zêzere, em cujas fragas se toma um bom banho, este ano com muito menos água. Estamos na Reserva da Arbitureira, onde o verde domina e a associação construiu nas veredas os trilhos Fraga Grande, Aguilhão e Verdelhos. “O fogo chamuscou a borda das azinheiras, mas foi amortecendo e parou, ardeu junto ao solo mas a azinheira não”, mostra José Maria, como todos o conhecem. Foi vigilante do Parque Natural da Serra da Estrela durante 20 anos (tem 72).

É por isso que não tem problemas em afirmar em voz alta o que muitos parecem pensar: “Este incêndio pode ser uma oportunidade para se fazer um bom trabalho, para se fazer uma replantação adequada, as encostas da Serra não podem ser vistas como áreas para produzir madeira. Há vertentes em que a aposta deve ser conservar”, sublinha, para rematar: “As árvores devem morrer de pé”.

Defende que a prioridade deve ser os agricultores, cujo trabalho precisa de ser reconhecido e os seus produtos valorizados. “Estão a prestar um serviço importante em termos de biodiversidade, também na absorção de carbono, são eles que mantêm a Serra viva. Os campos agrícolas tratados não arderam, aqui o Estado não teve despesa”.

Agricultores que José Maria conhece, as relações familiares, as suas terras e animais. O António, a Gracita, o Zé Manel, a Olívia, a Isabel, o Hermínio, a Joana, e tantos outros. Ao Hermínio, que é o marido da Olívia, pergunta: “Safas-te?” e ouve: “Ardeu o palheiro, mas o resto está bem”. Pergunta-lhe se já lhe entregaram comida para os animais, o pastor diz que o contactaram. Fica contente ao ver que a Isabel, mulher do Zé Manel, tem pasto para as cabras.

Manuel Franco recua séculos para evidenciar como a região deixou de ter vegetação autóctone, a última das quais com o Estado Novo. “Assumiu para si o território, introduziu as florestas, o que a nível da recuperação tinha coisas bem desenhadas mas que não foram executadas”.

Uma questão a ter em conta numa intervenção estatal prende-se com a ocupação dos solos, que nas zonas centro e norte de Portugal são constituídas por minifúndios. O que na Serra da Estrela até não é tão problemático. Manuel Franco sublinha que “neste incêndio, 70 % do terreno é comunitário [baldios]”.

Para os Guardiões da Serra, tem tudo a ver com a educação ambiental. “Durante muitos anos, as pessoas estiveram de costas voltadas para a Serra. A organização e a Associação Amigos […]

Continue a ler este artigo em Diário de Notícias.

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

O fogo combate-se antes de começar a arder – Joana Petiz

Próxima Publicação

Salários “milionários” na Lactogal são “um roubo aos produtores” de leite

Artigos Relacionados

Nacional

Barragens em Portugal com 92% de armazenamento, mas níveis já começam a descer

03/05/2026
Nacional

Macário Correia: “Não podemos fazer mais barragens sem resolver o desperdício de água”

03/05/2026
Últimas

Apoios ao Investimento Agrícola: Permanentes, Estruturados e sem Ilusões

03/05/2026
Próxima Publicação

Salários “milionários” na Lactogal são “um roubo aos produtores” de leite

Discussão sobre este post

Opinião

Últimas

Apoios ao Investimento Agrícola: Permanentes, Estruturados e sem Ilusões

por José Martino
03/05/2026

Ler mais
Últimas

A Falácia das Taxas: Quem paga aos agricultores pelo carbono que sequestram?

por João Revez
26/04/2026

Ler mais

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

Comissão Europeia pt

Acordo comercial provisório UE-Mercosul entra em aplicação

30/04/2026
ipma

6.ª reunião do projeto AQUAFISH0.0

30/04/2026
Advertisement

Temas em destaque

Candidaturas PU Guerra Médio Oriente Mercosul ovibeja PAC pós 2027 Simplificação PAC Temporais vinho Água que Une

Eventos

Maio 2026
STQQSSD
     1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31
« Abr   Jun »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OU

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OU

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.