Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    ALIP celebra Dia Mundial do Leite com 300 crianças em Lousada

    grain-silo

    Porto de Sines reforça cooperação com o Brasil em missão integrada na AgroBrasília 2026

    Jardim Botânico da Covilhã recebe intervenção devido ao risco de queda de árvores

    Onda de calor entra no sexto dia e deverá prolongar-se por mais oito: “Estes são valores típicos do pico do verão”

    UTAD

    UTAD integra projeto nacional de qualificação para os desafios da floresta e do fogo

    thermometer

    Onda de calor na Europa bate recordes para maio e gera alertas em vários países

    Desflorestação. Acha que não é para a sua empresa? – Maria Figueiredo

    Temperatura energética do sector agrícola

    Exportações de pequenos frutos mais que triplicam em 10 anos e atingem máximo de 398 milhões

  • Opinião

    Barragens Não Resolvem Desertificação; Resolvem Estatística

    Água, agricultura e adaptação climática no Algarve: estamos a escolher as soluções certas?

    Manuel Chaveiro Soares

    Importa criar condições para melhorar a competitivade agrícola

    António Covas

    O mundo agro rural, entre o bio produtivismo e o pós-produtivismo

    Valorizar o azeite português: um desígnio coletivo para o futuro

    Apoios ao Investimento Agrícola: Permanentes, Estruturados e sem Ilusões

    A Falácia das Taxas: Quem paga aos agricultores pelo carbono que sequestram?

    PARCA: da coragem inicial à impotência institucional

    João Dinis

    Pastores e queijo da serra

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    grain-silo

    Porto de Sines reforça cooperação com o Brasil em missão integrada na AgroBrasília 2026

    25/05/2026

    Exportações de pequenos frutos mais que triplicam em 10 anos e atingem máximo de 398 milhões

    25/05/2026

    Alterações climáticas em Portugal: florestas num país mais quente e seco

    25/05/2026

    Adoção de regras excecionais na produção biológica devido aos danos causados pelas tempestades de janeiro e fevereiro de 2026

    25/05/2026

    EDP alarga projeto de gestão florestal para reduzir os incêndios em 75% a novos concelhos do Alto Minho

    25/05/2026

    Moviter reforça liderança na floresta e economia circular com inovações na Expoflorestal

    25/05/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    ALIP celebra Dia Mundial do Leite com 300 crianças em Lousada

    grain-silo

    Porto de Sines reforça cooperação com o Brasil em missão integrada na AgroBrasília 2026

    Jardim Botânico da Covilhã recebe intervenção devido ao risco de queda de árvores

    Onda de calor entra no sexto dia e deverá prolongar-se por mais oito: “Estes são valores típicos do pico do verão”

    UTAD

    UTAD integra projeto nacional de qualificação para os desafios da floresta e do fogo

    thermometer

    Onda de calor na Europa bate recordes para maio e gera alertas em vários países

    Desflorestação. Acha que não é para a sua empresa? – Maria Figueiredo

    Temperatura energética do sector agrícola

    Exportações de pequenos frutos mais que triplicam em 10 anos e atingem máximo de 398 milhões

  • Opinião

    Barragens Não Resolvem Desertificação; Resolvem Estatística

    Água, agricultura e adaptação climática no Algarve: estamos a escolher as soluções certas?

    Manuel Chaveiro Soares

    Importa criar condições para melhorar a competitivade agrícola

    António Covas

    O mundo agro rural, entre o bio produtivismo e o pós-produtivismo

    Valorizar o azeite português: um desígnio coletivo para o futuro

    Apoios ao Investimento Agrícola: Permanentes, Estruturados e sem Ilusões

    A Falácia das Taxas: Quem paga aos agricultores pelo carbono que sequestram?

    PARCA: da coragem inicial à impotência institucional

    João Dinis

    Pastores e queijo da serra

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    grain-silo

    Porto de Sines reforça cooperação com o Brasil em missão integrada na AgroBrasília 2026

    25/05/2026

    Exportações de pequenos frutos mais que triplicam em 10 anos e atingem máximo de 398 milhões

    25/05/2026

    Alterações climáticas em Portugal: florestas num país mais quente e seco

    25/05/2026

    Adoção de regras excecionais na produção biológica devido aos danos causados pelas tempestades de janeiro e fevereiro de 2026

    25/05/2026

    EDP alarga projeto de gestão florestal para reduzir os incêndios em 75% a novos concelhos do Alto Minho

    25/05/2026

    Moviter reforça liderança na floresta e economia circular com inovações na Expoflorestal

    25/05/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal
terra seca

Os solos em Portugal: conhecer para beneficiar

por Florestas.pt
03-02-2022 | 10:04
em Últimas, Notícias florestas, Notícias técnicas, Blogs
Tempo De Leitura: 9 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

Existe uma grande variedade de solos em Portugal, embora predominem os solos pobres e pouco profundos, nos quais o crescimento vegetal tem limitações. A sua fertilidade pode, no entanto, ser melhorada por práticas de gestão adequadas que, além de apoiarem a produtividade vegetal (agrícola e florestal), devem ter em conta a necessidade de equilíbrio e de preservação deste sistema natural.

Em meados do século XIX, chuvas intensas em zonas montanhosas da Península Ibérica – e noutras áreas de montanha europeias – causaram cheias e deslizamentos de terras. Da necessidade de evitar esta erosão do solo, de proteger as linhas de água e de fixar os areais e dunas do litoral que avançavam sobre as terras férteis, surgiram as bases da política florestal nacional, cujas extraordinárias iniciativas de arborização constituíram também as primeiras intervenções conhecidas sobre os solos em Portugal.

O solo, até então encarado como uma superfície para produção, passou a ser considerado um recurso. A ideia de o conservar não se devia, no entanto, à sua importância intrínseca, mas à necessidade de reduzir a erosão, preservar terrenos agrícolas e defender a integridade dos cursos de água. É isto que explicita o Decreto de 25 de novembro de 1886, que lançou as bases dos serviços florestais e instituía que “…seriam sucessiva e parcialmente submetidas ao regimen florestal … e por meio de expropriação os terrenos incultos das cumiadas e encostas dos montes, as areias soltas e dunas do litoral, e quasquer outros terrenos cujo povoamento se tornasse necessario aos interesses do país, e especialmente ao regímen das aguas”.

A mesma perspetiva está presente no Decreto de 24 de dezembro de 1901, artigo 25º, que definiu o conceito de regime florestal vários anos depois: “… comprehende o conjunto de disposições destinadas a assegurar não só a creação, exploração e conservação da riqueza silvícola, sob o ponto de vista da economia nacional, mas também o revestimento florestal de terrenos cuja arborização seja de utilidade pública e conveniente e necessária para o bom regímen das aguas e defesa das varzeas, para valorização das planícies áridas e beneficio do clima, ou para a fixação e conservação do solo, nas montanhas, e das areias do litoral marítimo”.

Nesta altura pouco se sabia sobre as funções ecológicas do solo nos ciclos da água e do carbono ou na biodiversidade, nem tinham sido aprofundados os fatores que influenciavam o crescimento da vegetação, nomeadamente da floresta. A pedologia, a ciência dedicada ao estudo dos solos, já tinha dado os primeiros passos, mas em Portugal só avançou nas décadas seguintes.

O estudo e cartas de solo desenvolvidos desde meados do século XX revelaram uma grande diversidade de solos em Portugal, com variabilidade morfológica, física e química, que impõe desafios técnicos na sua utilização agrícola ou florestal. Concluíram também que parte significativa dos solos nacionais é pouco profunda, muito pedregosa e tem pH baixo – o que acontece em particular nas zonas de topografia acidentada – o que significa uma baixa capacidade de produção vegetal.

O solo e o crescimento vegetal e florestal

Para as plantas terrestres, o solo é o suporte e a fonte de água e de nutrientes, atuando como fator condicionante da sua produtividade. As características que o tornam mais – ou menos – fértil para a produção vegetal, em conjunto com o clima local, definem a chamada “qualidade da estação”.

A “qualidade da estação” (de determinado local) depende das características do solo: o material originário, a profundidade (que vai condicionar o crescimento das raízes), a drenagem e o arejamento (que determinam o encharcamento ou não do solo), o teor em matéria orgânica e a disponibilidade de nutrientes. Entre as características que mais condicionam o crescimento das plantas, encontra-se o pH, uma medida da acidez, neutralidade ou alcalinidade do solo, que influencia a disponibilidade de nutrientes e de outros elementos, a permeabilidade à água, a compactação e a massa volúmica ou densidade aparente (relação entre a massa do solo e o seu volume), que condicionam a penetração das raízes e a circulação de oxigénio.

As duas situações mais adversas em solos florestais são a saturação em água e um nível de pH desadequado:

– saturação em água (ou encharcamento do solo)

Nos solos saturados de água (ou demasiado compactados), os poros estão preenchidos e o oxigénio não circula, o que causa redução da quantidade de oxigénio disponível (situações de hipoxia) ou até ausência de oxigénio (anóxia). A falta de oxigénio diminui o crescimento das raízes, podendo levar à sua morte, e são poucas as árvores que conseguem tolerar solos encharcados, exceção feita às espécies típicas das zonas ribeirinhas.

Quando a água que encharca o solo é salgada, junta-se o problema da salinidade, ou seja, do excesso de sódio, que é tóxico e causa desidratação nas plantas. Também nestas condições são poucas as espécies que conseguem sobreviver, embora haja plantas e árvores que desenvolveram adaptações para os ambientes encharcados e de elevada salinidade, como é o caso da flora típica dos mangais tropicais.

– pH desadequado:

O nível de pH do solo afeta a disponibilidade de vários elementos essenciais para o crescimento vegetal, como fósforo, cálcio, ferro, zinco, cobre e manganês, cuja carência ou excesso podem ser determinantes para o crescimento das plantas.

Em solos ácidos (com pH inferior a 4,7), a nutrição e desenvolvimento das plantas podem ser prejudicados pelo surgimento na solução do solo de elementos nocivos para o crescimento das plantas como o alumínio, por exemplo. Ainda assim, há plantas que preferem solos mais ácidos e pobres em calcário, como é o caso das hortênsias (Hydrangea macrophylla), das camélias (Camellia L.), do sobreiro (Quercus suber), do castanheiro (Castanea sativa) ou do carvalho-negral (Quercus pyrenaica) – razão por que lhes chamam plantas calcífugas.

Nos solos alcalinos (com pH acima de 5,5), há grande disponibilidade de cálcio, mas pouca abundância de ferro, cobre, zinco, manganês ou mesmo azoto e boro. Embora existam plantas bem-adaptadas a solos mais alcalinos, a maioria cresce melhor em solos com pH ligeiramente ácidos a neutros, ou seja, com pH entre 5,5 e 7,0.

Assim, aproximar o pH do solo para níveis mais adaptados ao crescimento vegetal é um procedimento relativamente comum. Por exemplo, é normal adicionar calcário (material rochoso rico em cálcio) para aumentar o pH de solos ácidos. Esta intervenção, chamada de calagem do solo, e outras, como as adubações e a descompactação da camada superficial, permitem alterar as condições químicas e físicas e do solo, respetivamente, tornando-o mais apto à produção. Mas estas e outras intervenções devem ter em conta que o solo é um sistema complexo e estrutural para a vida.

Uso dos solos em Portugal contribuiu para os tornar mais secos e erodidos

Se as características do solo vão influenciar e condicionar as espécies vegetais existentes, também o desenvolvimento destas espécies, especialmente das florestais, vai alterando o ecossistema. Contudo, a escala temporal natural é longa (centenas a milhares de anos) enquanto as dinâmicas humanas de alteração e uso do solo são mais rápidas (de meses, no caso das culturas agrícolas, ou décadas, nas florestais).

A atividade humana tem vindo a mobilizar e alterar o solo há milhares de anos, desde o Neolítico e primeiras sociedades dedicadas à agricultura. A introdução de novas técnicas e culturas reforçou-se desde o tempo dos romanos e intensificou-se com a chamada revolução agrícola, que precedeu a revolução industrial. A necessidade de alimento e matérias-primas para uma população crescente vieram alterar os padrões de uso do solo e a paisagem, tendo os melhores solos sido utilizados para a produção agrícola.

Devido às suas características (pouca profundidade, pedregosidade elevada e pH baixo), é vulgar dizer que vários dos nossos solos são “esqueléticos e pobres”. Embora as características de base não fossem as ideais para promover o crescimento vegetal, as dinâmicas sociais, históricas e económicas impulsionaram a atividade agrícola e a florestação.

Em Portugal, no último século, foram as políticas de fomento dos cereais (principalmente trigo, mas também milho, centeio, cevada e aveia) que levaram ao maior aumento da ocupação agrícola de que há registo. Em 1970, a superfície agrícola nacional atingiu o seu máximo histórico, com cerca de 4,8 milhões de hectares ocupados, o que equivale a mais de 50% da superfície do país.

A pressão da produção cerealífera impôs que o cultivo fosse além dos solos mais produtivos. Mesmo as áreas até aí deixadas livres – os chamados incultos –, por serem pouco profundas e com maiores declives, foram cultivadas, levando os solos ao limite da sua capacidade e fazendo recuar áreas de pastagens e florestas.

Com esta ocupação, surgiram problemas de erosão e perda de produtividade. A estes constrangimentos, vieram juntar-se questões sociais (o êxodo rural e a modernização da agricultura), políticas (as regulamentações da União Europeia) e, mais recentemente, os efeitos das alterações climáticas. Estas diferentes realidades contribuíram para tornar os solos em Portugal mais suscetíveis à desertificação e à seca, embora tenham levado também à redução significativa da ocupação agrícola.

Hoje, em Portugal, a atividade agrícola e florestal desenvolve-se em cerca de 80% do território: 39% florestas, 26% agricultura, 8% sistemas agroflorestais e 7% pastagens, segundo o mapeamento da Direção Geral do Território (2018).

Fontes: adaptado de Cadernos de Geografia, Nº 21/23 – “Uso do solo em Portugal continental: aspetos gerais da sua evolução”, de Adélia Nunes, com dados do livro “História da População Portuguesa”

A utilização do solo, sem considerar o seu equilíbrio, levou a que cerca de um terço dos solos do planeta esteja atualmente degradado, em parte devido a práticas de gestão desadequadas. Tal como noutras regiões do planeta, também em Portugal a erosão e a desertificação são as principais causas de degradação do solo. Em alguns casos, a vulnerabilidade natural causada pelas secas e pela precipitação irregular, algo que se poderá intensificar como consequência das alterações climáticas, podem ser agravadas por práticas inadequadas de gestão do solo.

O artigo foi publicado originalmente em Florestas.pt.

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

ANPROMIS organiza Congresso Nacional do Milho a 23 e 24 de março em Santarém

Próxima Publicação

Portaria estabelece regime de funcionamento e financiamento do Balcão Único do Prédio (BUPi)

Artigos Relacionados

Últimas

III Bioblitz da Herdade da Mitra – Batendo recordes no coração do Alentejo

25/05/2026
Últimas

ALIP celebra Dia Mundial do Leite com 300 crianças em Lousada

25/05/2026
grain-silo
Nacional

Porto de Sines reforça cooperação com o Brasil em missão integrada na AgroBrasília 2026

25/05/2026
Próxima Publicação
Diário da Républica

Portaria estabelece regime de funcionamento e financiamento do Balcão Único do Prédio (BUPi)

Opinião

Últimas

Barragens Não Resolvem Desertificação; Resolvem Estatística

por Nuno Mamede Santos
24/05/2026

Ler mais
Últimas

Água, agricultura e adaptação climática no Algarve: estamos a escolher as soluções certas?

por Maria João Sacadura
17/05/2026

Ler mais

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

ALIP celebra Dia Mundial do Leite com 300 crianças em Lousada

25/05/2026
UTAD

UTAD integra projeto nacional de qualificação para os desafios da floresta e do fogo

25/05/2026
Advertisement

Temas em destaque

Candidaturas PU Guerra Médio Oriente Mercosul ovibeja PAC pós 2027 Simplificação PAC Temporais vinho Água que Une

Eventos

Maio 2026
STQQSSD
     1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31
« Abr   Jun »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OU

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OU

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.