Em Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, registou-se uma redução da oferta, que se traduziu numa subida acentuada das cotações do tomate “Cereja” estufa à saída de produção (SP) categoria I não calibrado, em caixa, de 100%, do pimento verde estufa SP II >50, em caixa, de 67%, da cenoura SP II >20, em saco, de 60%, da alface lisa de ar livre SP II >150, da alface lisa de estufa SP II >100 e do tomate “Coração de Boi” SP grado, todos em caixa, de 50%. Registaram-se ainda aumentos das cotações da alface frisada de ar livre SP II >150, da alface frisada estufa SP II >100, da beringela “Alongada” SP I >40, do tomate “Cacho” estufa SP calibre 67-81, todos em caixa, de 25%, do tomate “Sulcado” estufa SP II 67-81, em caixa, de 22%, do tomate “Sulcado” estufa SP II >81, em caixa, de 21%, da cebola de conservação SP II 50-70, em saco, de 20% e do pepino SP II >250, em caixa de 14%. Em sentido contrário, o aumento da oferta, provocou uma desvalorização das cotações da couve “Brócolos” SP II não calibrada, em caixa, de 33%, da curgete SP não calibrada, em caixa, de 25%, do espinafre SP II, em molho, do feijão-verde “Achatado Direito” estufa SP II, em caixa, e da nabiça SP, em molho, todos de 20%, da couve-flor SP II >11, em caixa, de 17% e do grelo de nabo SP, em molho, de 10%.
Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, verificou-se uma descida das cotações do tomate “Coração de Boi” SP grado, em caixa, de 60%, do tomate “Sulcado” estufa SP II 57-66, em caixa, de 43%, do tomate “Alongado” estufa SP II calibre 47-56, em caixa, de 25%, do tomate “Cacho” estufa SE I não calibrado, em caixa, de 18%, do pimento verde estufa SP II >50, em caixa, de 14% e do pimento vermelho estufa SP II >50, em caixa, de 11%, devido à oferta fraca e saída de produto para Espanha. A cotação da batata de conservação, registou uma valorização de 20%, para a vermelha SP grado/médio, em saco, e de 10%, para a branca SP grado/médio, também em saco, como consequência do aumento do preço dos combustíveis. A produção de curgete de ar livre foi afetada pelas condições climáticas dos últimos dias, resultando numa diminuição da oferta de produto com qualidade, levando a uma valorização de 20% da cotação da curgete SP não calibrada, em caixa. Apesar de a oferta e a procura de alface frisada estufa SP II >100, em caixa, não terem sofrido alterações, a cotação registou uma valorização de 17%, em resultado da saída de produto para Espanha que provocou uma subida da cotação. As altas temperaturas registadas na semana passada afetaram a produção de couve “Repolho Liso”. A diminuição da oferta de produto de qualidade levou a uma subida de 14% da respetiva cotação. Por outro lado, o aumento da oferta conduziu a uma descida das cotações da couve “Galega” SP I não calibrada, em caixa, de 17% e da couve “Roxa” SP II >350, em caixa, de 14%.
Na área de mercado Viseu, registou-se um aumento da procura de batata de conservação branca/vermelha SP tamanho grado/médio, em saco, que levou à subida da cotação em 33%.
Na Beira Interior, área de mercado Guarda, a procura de batata conservação branca/vermelha SP tamanho grado/médio, em saco, manteve-se fraca, perante uma oferta elevada, o que levou a uma descida de 24% na respetiva cotação.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificou-se uma subida das cotações do tomate “Redondo maduro” SP grado, em caixa, de 86% e da couve “Lombardo” SP não calibrada, em caixa, de 22%, devido a um aumento da procura, associado a uma oferta média e de qualidade superior à da semana anterior. O aumento da procura, associado a uma oferta baixa e de melhor qualidade, levou também à subida das cotações da beringela SP não calibrada, em caixa, de 66% e do pimento vermelho SP não calibrado, em palote, de 30%. Uma maior procura, associada a uma oferta elevada e de melhor qualidade, valorizou as cotações do pimento verde SP não calibrado, em palote, em 39% e do tomate “Redondo” SP médio, em caixa, em 33%. Registou-se ainda uma subida das cotações da alface frisada II SP não calibrada e da alface lisa estufa II SP >100, ambas em caixa, de 32% e 17%, respetivamente, resultado de uma maior procura, associada a uma oferta quase nula e de melhor qualidade. Relativamente às descidas, registou-se uma desvalorização de 60% na cotação da couve “Brócolos” SP não calibrada, em palote, devido a uma diminuição da procura, associada a um aumento da oferta, que se apresentou média e de qualidade inferior. A cotação do nabo com rama SP, em caixa, registou uma desvalorização de 38%, resultado de uma redução da procura e de uma oferta quase nula de qualidade inferior. Registou-se também uma descida das cotações da curgete SP não calibrada de 33%, do pepino SP não calibrado de 22% e do tomate “Cacho” SP, todos em caixa, de 20%, provocadas pela redução da procura e por uma oferta elevada e de qualidade inferior. A procura de tomate “Chucha” SP médio registou uma ligeira diminuição, perante uma maior oferta, que se apresentou média/baixa e de qualidade inferior, o que levou a uma descida de 22% da respetiva cotação. Por fim, a cotação do feijão-verde “Douradinho” SP, em caixa, desvalorizou 14%, devido a uma diminuição da procura, perante uma oferta quase nula

















































