O Programa Sub-Regional de Ação do Cávado tem um orçamento previsto de aproximadamente 88 milhões de euros, distribuídos por 52 fichas de projeto, visando a coordenação da estratégia regional de prevenção de incêndios rurais, foi hoje anunciado.
Em comunicado, a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Cávado, que integra os municípios de Amares, Barcelos, Braga, Esposende, Terras de Bouro e Vila Verde, refere que se realizou a terceira reunião deliberativa da Comissão Sub-Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais do Cávado, à qual preside.
Nessa reunião, que se realizou em Terras de Bouro, “o ponto central da agenda foi a apreciação do envio do Programa Sub-Regional de Ação do Cávado para emissão de parecer à Comissão Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais do Norte, tendo sido emitido parecer favorável para o seu encaminhamento”.
“O Programa Sub-Regional de Ação do Cávado tem um orçamento previsto aproximadamente de 88 milhões de euros, distribuídos por 52 fichas de projeto. Este instrumento estratégico permite evitar redundâncias, otimizar recursos e reforçar a eficácia das políticas públicas implementadas no território, promovendo uma abordagem coordenada e estruturada na gestão integrada de fogos rurais”, explica a CIM Cávado.
O documento resulta “de um trabalho técnico desenvolvido em estreita articulação com as diversas entidades, sustentado por várias reuniões técnicas e setoriais realizadas ao longo do processo”.
“Esta iniciativa reforça o compromisso da Comunidade Intermunicipal do Cávado com a segurança e o desenvolvimento sustentável da região, promovendo uma estratégia integrada para a mitigação do risco de incêndios rurais e para a preservação dos recursos naturais”, sustenta a CIM Cávado.
A Comissão Sub-Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais do Cávado conta ainda com a participação de diversas entidades regionais, nomeadamente da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), da Guarda Nacional Republicana (GNR), da Polícia de Segurança Pública (PSP), bem como de representantes das Forças Armadas e da Liga dos Bombeiros Portugueses.
Integram igualmente esta comissão várias entidades do território com intervenção relevante em matéria de gestão do território, proteção civil, infraestruturas, ambiente e setor florestal, entre as quais organismos da administração central e regional, empresas de infraestruturas e energia, associações florestais e instituições académicas, num total de mais de duas dezenas de entidades parceiras.















































