A Altri reforçou o apoio financeiro aos parceiros florestais localizados nos concelhos mais afetados pela depressão Kristin, complementando os apoios atribuídos pelas entidades competentes, anunciou hoje o grupo.
Em comunicado, a Altri refere que o objetivo é “mitigar os efeitos do agravamento das condições de exploração florestal, num período particularmente exigente para toda a fileira, contribuindo para a continuidade da atividade, para a estabilidade económica dos parceiros e para a resiliência dos territórios mais afetados”.
Segundo explica, a degradação das condições de acesso, o aumento dos custos operacionais e a complexidade acrescida das operações florestais estão a colocar “desafios relevantes à gestão ativa da floresta e à sustentabilidade da atividade”.
“Neste contexto, a Altri assume um papel ativo de proximidade com os seus parceiros, procurando apoiar soluções que permitam ultrapassar este período crítico”, salienta.
As medidas a implementar incluem um suplemento extraordinário para madeira proveniente de povoamentos afetados, prioridade na receção da biomassa florestal residual e apoio ao restabelecimento do potencial produtivo das explorações florestais afetadas.
A Altri é um produtor europeu de referência de fibras celulósicas que está também presente no setor das energias renováveis de base florestal, apostando no aproveitamento integral de todos os componentes disponibilizados pela floresta, nomeadamente fibras celulósicas e resíduos florestais.
Com três fábricas de fibras celulósicas em Portugal, com uma capacidade instalada superior a 1,1 milhões de toneladas por ano, a Altri é responsável pela gestão de mais de 100.000 hectares de floresta.













































