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– 03-07-2012 |
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RNBC estima uma poupan�a na balan�a comercial de produtos energ�ticos de até 1.200 milhões de euros em 2050 Governo apresenta Roteiro para reduzir emissões de CO2 até 2050O Secret�rio de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território, Pedro Afonso de Paulo, presidiu hoje � sessão de apresentação do Roteiro Nacional de Baixo Carbono 2050 (RNBC), em que são apresentadas trajet�rias que podem conduzir a uma redu��o das emissões de di�xido de carbono (CO2) em pelo menos 50 por cento face a 1990 e a uma redu��o da mesma ordem na depend�ncia energ�tica do Pa�s. S� nesta vertente, o RNBC estima entre 500 a 1.200 milhões de euros a poupan�a na balan�a comercial de produtos energ�ticos. "Com a apresentação do Roteiro Nacional de Baixo Carbono, Portugal coloca-se na dianteira entre os países-membros da União Europeia, organiza��o esta que soube Também ela oportunamente avan�ar com o roteiro a nível. europeu", disse Pedro Afonso de Paulo na sessão de apresentação, que contou Também com a presença da Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assun��o Cristas. "Portugal conta agora com uma visão do que deve ser o caminho para uma economia e uma sociedade de baixo carbono até 2050", sublinhou. A economia de baixo carbono pode ser concretizada mediante um maior desenvolvimento de tecnologias comprovadas que j� existem hoje. "Nesta transi��o, � necess�ria a contribui��o de todos os sectores econ�micos, incluindo a agricultura, a constru��o e os transportes", sustentou o Secret�rio de Estado. De acordo com o RNBC, além das poupan�as na balan�a comercial de produtos energ�ticos, a adop��o de uma trajet�ria de baixo carbono contribui para melhorias ao nível. da qualidade do ar permitindo, por conseguinte, uma diminui��o do custo do dano associado � redu��o de emissões acidificantes entre 195 a 240 milhões de euros em 2050. Este aspeto terá igualmente um impacte positivo na Saúde. "Portugal, na esteira da Comissão Europeia, optou por estar na lideran�a da transi��o mundial para uma economia de baixo carbono e eficiente na utiliza��o dos recursos. Mas queremos que os demais sectores se juntem neste desafio e que possam desenvolver eles pr�prios roteiros espec�ficos e/ou em coopera��o", defendeu ainda Pedro Afonso de Paulo. O Roteiro Nacional de Baixo Carbono – Opções de transi��o para uma economia competitiva e de baixo carbono em 2050, não se tratando de um plano ou programa, mas antes de um estudo prospetivo das op��es poss�veis em cen�rios de baixo carbono, foi liderado pelo ex-CECAC (Comit� Executivo da Comissão para as Altera��es Clim�ticas), agora integrado na Agência Portuguesa do Ambiente, com a colabora��o da E.VALUE- Estudos e Projetos em Ambiente e Economia e do CENSE – Center for Environmental and Sustainability Research da FCT-UNL – que elaboraram o estudo direcionado para o sector da energia, processos industriais e res�duos, bem como da Agroges – Sociedade de Estudos e Projetos que elaborou o estudo dedicado aos sectores da agricultura, floresta e uso do solo.
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