Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Mau tempo: Marinha Grande disponibiliza alimento para animais da pecuária

    Portugal e a política agrícola comum para 2028-2034

    Pelo menos seis ovinos mortos e outros 20 feridos em ataque de cães em Nisa – GNR

    Odemira e a Agricultura portuguesa precisam de respostas imediatas – e sem burocracia – Joel Vasconcelos

    Mau tempo: Agricultor de Torre de Moncorvo com 120 mil euros de prejuízos na foz do Sabor

    Em Leiria, a tempestade Kristin arrasou as estufas e afundou as colheitas: “Como vai ser o dia de amanhã?”

    vinho

    Cartuxa Reserva 2019 eleito “Melhor Vinho do Ano” pela Revista de Vinhos

    Barragens a descarregar. Governo salienta boa coordenação com Espanha

    Depressão Marta: principais preocupações são as bacias dos rios Sado, Tejo e Mondego

  • Opinião

    Abacate: uma cultura em forte afirmação nas agriculturas de Portugal

    Notas sobre a Sustentabilidade Operacional do PEPAC

    luis caixinhas

    Marca tridimensional ou desenho ou modelo: como proteger a forma dos produtos agroalimentares

    Francisco Avillez

    A Reforma da PAC pós-2027: breves reflexões sobre o orçamento proposto pela CE

    Filipe Corrêa Figueira

    Estão a encurralar os Agricultores… e não vai acabar bem!

    Sinais dos tempos. Notas sobre a PAC e o Acordo UE-Mercosul

    Douro: não há excesso de produção, há excesso de oferta

    António Covas

    A inteligência coletiva territorial da 2ª ruralidade – As áreas de baixa densidade (ABD)

    Jaime Piçarra

    O que marcou 2025 e o que esperar para 2026

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Corderos: oferta limitada y ventas lentas

    08/02/2026

    Quinta semana con repeticiones en el porcino de capa blanca

    08/02/2026

    Almendras: entre repeticiones y bajadas en los precios

    07/02/2026

    Aceite: las borrascas empujan al alza los precios en origen

    07/02/2026

    Agrovida Fevereiro 2026 – Portugal não mediu o impacto do acordo UE-Mercosul. “Dever-se-ia ter usado mais ciência”

    06/02/2026

    CONFAGRI desafia o parlamento português a ter um voz ativa sobre a nova PAC

    06/02/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Mau tempo: Marinha Grande disponibiliza alimento para animais da pecuária

    Portugal e a política agrícola comum para 2028-2034

    Pelo menos seis ovinos mortos e outros 20 feridos em ataque de cães em Nisa – GNR

    Odemira e a Agricultura portuguesa precisam de respostas imediatas – e sem burocracia – Joel Vasconcelos

    Mau tempo: Agricultor de Torre de Moncorvo com 120 mil euros de prejuízos na foz do Sabor

    Em Leiria, a tempestade Kristin arrasou as estufas e afundou as colheitas: “Como vai ser o dia de amanhã?”

    vinho

    Cartuxa Reserva 2019 eleito “Melhor Vinho do Ano” pela Revista de Vinhos

    Barragens a descarregar. Governo salienta boa coordenação com Espanha

    Depressão Marta: principais preocupações são as bacias dos rios Sado, Tejo e Mondego

  • Opinião

    Abacate: uma cultura em forte afirmação nas agriculturas de Portugal

    Notas sobre a Sustentabilidade Operacional do PEPAC

    luis caixinhas

    Marca tridimensional ou desenho ou modelo: como proteger a forma dos produtos agroalimentares

    Francisco Avillez

    A Reforma da PAC pós-2027: breves reflexões sobre o orçamento proposto pela CE

    Filipe Corrêa Figueira

    Estão a encurralar os Agricultores… e não vai acabar bem!

    Sinais dos tempos. Notas sobre a PAC e o Acordo UE-Mercosul

    Douro: não há excesso de produção, há excesso de oferta

    António Covas

    A inteligência coletiva territorial da 2ª ruralidade – As áreas de baixa densidade (ABD)

    Jaime Piçarra

    O que marcou 2025 e o que esperar para 2026

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Corderos: oferta limitada y ventas lentas

    08/02/2026

    Quinta semana con repeticiones en el porcino de capa blanca

    08/02/2026

    Almendras: entre repeticiones y bajadas en los precios

    07/02/2026

    Aceite: las borrascas empujan al alza los precios en origen

    07/02/2026

    Agrovida Fevereiro 2026 – Portugal não mediu o impacto do acordo UE-Mercosul. “Dever-se-ia ter usado mais ciência”

    06/02/2026

    CONFAGRI desafia o parlamento português a ter um voz ativa sobre a nova PAC

    06/02/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal
Universidade Aveiro

Financiamento pós-fogo florestal mal aplicado em Portugal

por Agroportal
17-03-2021 | 13:38
em Últimas, Comunicados, Notícias florestas, Notícias financiamento, Florestas, Dossiers
Tempo De Leitura: 5 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

As intervenções foram tardiamente operacionalizadas no terreno e não existiu uma seleção das áreas a intervir. Esta é uma das principais conclusões de um estudo da Universidade de Aveiro (UA) sobre a gestão florestal pós-fogo que tem sido realizada em Portugal, com recurso a financiamento público. O estudo garante que a aplicação dos fundos “não tem respondido às necessidades” no que diz respeito à proteção dos valores em risco e ao planeamento da recuperação da área de forma mais sustentável e resiliente a futuros fogos.

Realizado pela investigadora Cristina Ribeiro, do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da UA, o estudo no âmbito do Doutoramento realizado no Departamento de Ambiente e Ordenamento da UA, sob orientação científica da professora Celeste Coelho e coorientação de Luuk FlesKens e de Sandra Valente, centrou-se na definição de orientações para a definição de uma política de gestão pós-fogo em Portugal, com base na articulação dos interesses e necessidades dos agentes-chave do setor e integrando o conhecimento técnico e científico já disponível e as experiências de outras regiões do mundo.

O estudo abordou também a aplicação dos fundos estruturais que Portugal tem beneficiado, desde os finais dos anos 80 até à atualidade, para intervenções de gestão pós-fogo. Fundos que desde 2007 têm como principais objetivos a estabilização de emergência para prevenir o risco promovendo a conservação do solo e da água, e promover a médio e longo a regeneração e o restauro das florestas afetadas.

Com especial destaque para o estudo da aplicação de 25 milhões de euros de investimento elegível financiado, através do Programa de Desenvolvimento Rural PRODER (2007-2013), em intervenções de estabilização de emergência, que consistiram em tratamentos de encostas, caminhos e linhas de água, e tratamentos de reabilitação de povoamento, reflorestação e reabilitação de habitats florestais, Cristina Ribeiro aponta duas grandes falhas na aplicação do financiamento.

Primeiro, “as intervenções foram tardiamente operacionalizadas no terreno”, garante. “A estabilização de emergência deve ser realizada no terreno, imediatamente após a ocorrência do incêndio, antes do aparecimento das primeiras chuvadas”, descreve, acrescentando: “Em Portugal, as intervenções financiadas no âmbito do PRODER foram aprovadas no final do primeiro inverno após a ocorrência do incêndio, havendo intervenções que foram aprovadas mais tarde”. No respeitante às intervenções de médio e longo prazo, os proprietários afetados pelos incêndios e entrevistados pela investigadora, “reconheceram que as intervenções quando chegaram ao terreno já não estavam adequadas à realidade existente, uma vez que a evolução do ecossistema não se compadeceu com o tempo necessário para a aprovação do financiamento”.

Outra grande falha apontada por Cristina Ribeiro prende-se com a não existência de uma seleção das áreas a intervir. “O conhecimento científico e a experiência internacional evidenciam que as intervenções, pelo menos as de estabilização de emergência, não podem ser realizadas em toda a área ardida (por questões temporais e económicas), mas devem ser feitas em áreas consideradas prioritárias, face aos riscos e valores em risco existentes na sua envolvente”, aponta. Efetivamente, descreve, “em Portugal a avaliação da área ardida não tem identificado a área de intervenção prioritária, como tal as intervenções têm surgido aleatoriamente distribuídas pela área ardida”.

“Estes são aspetos onde há necessidade de evoluir para que a gestão pós-fogo seja rentabilizada em termos de tempo e das áreas de intervenção”, aconselha Cristina Ribeiro. Cumulativamente, acrescenta, “há todo um processo de integração de agentes (especialistas pluridisciplinares e agentes nacionais, regionais e locais) na tomada decisão que deve também ser tomado em consideração”.

Lições a tomar

De forma a que a gestão pós-fogo realizada em Portugal possa ser eficaz, Cristina Ribeiro aponta que o planeamento dessa gestão se deve iniciar ainda durante a ocorrência do fogo rural ou o mais rapidamente possível, com a avaliação da área ardida efetuada por uma equipa de especialistas multidisciplinar. Sendo a propriedade florestal maioritariamente privada “a definição dos objetivos para a área ardida deve ser partilhada entre os diferentes agentes envolvidos”. Na realidade, explica, os proprietários “não se sentem como parte da decisão, e como tal planeiam as suas intervenções à escala da sua propriedade ou área que gerem”. Sendo que “no caso da intervenção a médio e longo prazo, por vezes os investimentos não têm continuidade no tempo”.

“O tempo que medeia entre a ocorrência do incêndio e a realização efetiva das intervenções, no terreno, está a ser muito longo, sobretudo na estabilização de emergência, o que faz com que as intervenções quando acontecem já estejam desajustadas das necessidades”, reforça. “Esta realidade demonstra a necessidade de tornar os processos de aprovação e financiamento da gestão pós-fogo mais céleres, para que as intervenções sejam realizadas mais rapidamente”.

Se o custo da implementação das medidas é conhecido, através do valor financiado, “o benefício real obtido com o financiamento não é conhecido por falta da monitorização das intervenções que permita aferir esses resultados”. Mais importante do que a área financiada ou o valor do financiamento, Cristina Ribeiro diz que é necessário “perceber qual é o retorno do investimento e, efetivamente, não existe informação sobre esses valores para os projetos financiados”.

“Para que a gestão pós-fogo seja uma oportunidade, para o desenvolvimento sustentável da floresta nacional, a política de gestão pós-fogo a desenvolver em Portugal, deve estar enquadrada numa estrutura composta por duas fases temporais, com objetivos específicos e com escalas temporais espaciais distintas”. A primeira fase, de estabilização de emergência, decorre durante o primeiro ano após o fogo e a segunda fase, de regeneração e o restauro da floresta, que surge na continuidade da anterior, decorrerá até cerca de 5 anos após a ocorrência do incêndio.

Paralelamente, a investigadora diz que o país deve estar dotado de equipas de especialistas pluridisciplinares, para a avaliação das áreas ardidas e avaliação da regeneração e restauro de áreas ardidas, deve criar orientações nacionais para a criação da equipa de agentes nacionais, regionais e locais que acompanhem cada fogo rural e a criação dos mecanismos necessários para o seu funcionamento e que se deve criar um Fundo de Emergência que seja facilmente disponibilizado e que permita avançar com os trabalhos necessários imediatamente após o fogo rural.

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

AHSA com nova Direcção

Próxima Publicação

Startup especializada em Forestry 4.0 para ameaças florestais levanta capital e olha para o mercado português

Artigos Relacionados

Nacional

Mau tempo: Marinha Grande disponibiliza alimento para animais da pecuária

08/02/2026
Cotações ES

Corderos: oferta limitada y ventas lentas

08/02/2026
Últimas

Abacate: uma cultura em forte afirmação nas agriculturas de Portugal

08/02/2026
Próxima Publicação
Quiron

Startup especializada em Forestry 4.0 para ameaças florestais levanta capital e olha para o mercado português

Discussão sobre este post

Opinião

Últimas

Abacate: uma cultura em forte afirmação nas agriculturas de Portugal

por José Martino
08/02/2026

Ler mais
Últimas

Notas sobre a Sustentabilidade Operacional do PEPAC

por Marisol Cardoso
01/02/2026

Ler mais

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

confagri logo

CONFAGRI desafia o parlamento português a ter um voz ativa sobre a nova PAC

06/02/2026
DGAV

Nova Plataforma GesEQUS

06/02/2026

Temas em destaque

Anpromis Candidaturas PU Eleições Mercosul PAC pós 2027 Simplificação PAC Temporais Água que Une
Advertisement

Eventos

Fevereiro 2026
STQQSSD
       1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28  
« Jan   Mar »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OU

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OU

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.