Na região Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, verificou-se uma diminuição da oferta, as cotações tiveram uma subida para a couve “Penca” à saída de produção (SP) não calibrada em 25%, beterraba SP ao molho 17% e cenoura SP em saco 10%. A cotação da alface frisada estufa SP teve uma ligeira descida de 11%, devido a um aumento da oferta.
Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, os estragos provocados da depressão Kristin são muito significativos, afetando de forma severa a produção de hortícolas, bem como as infraestruturas, as vias de acessos, e fornecimento de energia elétrica. As inundações registadas agravaram substancialmente a situação produtiva. Os solos encontram-se saturados e alagados, impossibilitando a realização das colheitas e respetivas transações, nomeadamente de couves: “Brócolos”, couve-flor, “Lombardo”, “Penca”, “Repolho Liso” e “Roxa”, espinafre, grelo de couve e nabiças. Verificou-se escassez de produto associada a uma acentuada perda de qualidade, as transações foram muito discretas nos operadores acompanhados.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização dos produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificou-se uma subida das cotações de forma quase generalizada, devido a uma crise provocada pelas condições meteorológicas adversas, que afetaram significativamente a produção agrícola da região. Valorização para a alface frisada SP não calibrada em 71%, couve “Brócolos” SP não calibrada 49%, “Repolho Tipo Coração” SP não calibrada 36% e tomate “Redondo” SP médio 11%, devido a um aumento da procura com oferta baixa.
Uma maior procura, mas com oferta média fez subir as cotações da alface lisa estufa SP calibre >100 em 43%, batata-doce SP não calibrada 31% e couve-flor SP não calibrada 22%. Subida também para o nabo com rama SP em 50% e tomate “Redondo maduro” SP grado 20%, em resultado de um ligeiro aumento da procura com oferta baixa. Valorização das cotações do nabo sem rama SP em 25% e pepino SP não calibrado 21%, devido a um ligeiro aumento da procura, mas com oferta quase nula. Em sentido contrário, registaram-se descidas nas cotações do tomate “Cacho” SP em 16%, resultado de uma diminuição da procura, associada a um ligeiro aumento da oferta, que foi alta, e pior qualidade do produto face à semana anterior. Descida também da cotação da curgete SP não calibrada em 11%, devido a uma menor procura com oferta média/alta e pior qualidade do produto em consequência das condições climatéricas sentidas nas últimas semanas.
Na Península de Setúbal, não houve transações de cenoura à saída de estação e a oferta de cenoura SP foi menor, o que levou a uma subida da cotação em 14%.
No Ribatejo, verificou-se uma diminuição da oferta de cenoura, devido às intempéries, a cotação teve uma ligeira subida de 10% para a cenoura SE categoria II em saco.













































