Na região Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, verificou-se uma redução na oferta, o que levou à valorização das cotações da alface frisada estufa à saída de produção (SP) categoria II calibre >100 e couve-flor SP II >11 em 25%, nabo com rama SP molho 17%, couve “Repolho Tipo Coração” SP II >350 e espinafre SP II molho 14%. A cotação da curgete SP não calibrada desvalorizou 30%, resultado de um aumento da oferta.
Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, reentrou em mercado a couve “Roxa” e a “Lombardo”. Verificou-se uma ligeira descida das cotações da couve “Repolho Tipo Coração” SP II >350 em 13% e alface lisa estufa SP II >100 em 10%, devido a um aumento da oferta.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização dos produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificou-se uma subida acentuada da cotação da couve “Lombardo” SP II não calibrada de 62%, devido a um aumento da procura com oferta baixa, mas de melhor qualidade face à semana anterior.
Um ligeiro aumento da procura associado a uma oferta quase nula, valorizou a cotação da fava SP em 18%. Subida da cotação do tomate “Cacho” SP em 18%, devido a uma maior procura com oferta alta e de melhor qualidade. Ainda se verificou subida das cotações da couve “Brócolos” SP não calibrada em 16% e ervilha “Vagem comestível” SP 10%, resultado de um aumento da procura com oferta quase nula, mas de melhor qualidade. Relativamente às descidas, a redução da procura associada a uma oferta média de qualidade inferior, desvalorizou as cotações da batata-doce SP não calibrada em 55% e couve “Repolho Tipo Coração” SP não calibrada 11%. A cotação da cebola temporã teve uma descida de 46%, devido a uma diminuição da procura com oferta média/baixa de pior qualidade.
Também com uma procura menor, mas com oferta quase nula de pior qualidade, levou a uma descida das cotações da alface frisada II SP não calibrada de 37% e alho francês SP não calibrado 24%. A diminuição da procura associada a uma maior oferta, que foi média/alta para o pepino SP não calibrado, e baixa para o tomate “Redondo” SP médio, levou a uma desvalorização das cotações em 15% e 24% respetivamente.

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