Em Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, registou-se uma diminuição da oferta, que resultou na valorização das cotações do tomate “Cereja” estufa, à saída de produção (SP), categoria I não calibrado, em caixa, de 33%, do “Cacho” estufa SP II 67-81, caixa, e do pepino estufa SP II >250, caixa, ambos de 23%, da beterraba SP, em molho, de 20%, do alho francês SP II >20, caixa, de 18% e do tomate “Sulcado” estufa SP nos calibres 67-81 e >81, em caixa, de 17% e 15%, respetivamente. Em sentido oposto, o aumento da oferta levou à desvalorização das cotações do feijão-verde “Riscadinho” SP II, em caixa, de 33% e da cenoura SP II >20, em saco, de 17%.
Na Beira Litoral, área de mercado Viseu, decorre a colheita de batata, com consequente aumento da oferta, o que levou a uma descida da cotação, de 20%, da batata conservação branca SP grado/médio em saco.
Na área de mercado Beira Litoral, verificou-se uma subida das cotações da couve “Repolho Tipo Coração” SP II > 350, em caixa, de 13% e da “Lombardo” SP não calibrada, caixa, de 10%, devido a uma diminuição da oferta. Por outro lado, um aumento da oferta, desvalorizou as cotações do tomate “Alongado” estufa SP II calibre 47-56, em caixa, em 13% e da batata conservação branca SP
grado/médio, em saco, em 10%.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificou-se uma subida acentuada da cotação do tomate “Chucha” SP grado, em caixa, de 128%, do “Redondo” SP grado e médio, em caixa de 52%, e da couve “Lombardo” SP não calibrada, em caixa, de 32%. Esta evolução resultou de uma maior procura e de uma menor oferta, que, apesar de elevada, apresentou melhor qualidade face à semana anterior. Também o aumento da procura associado a uma oferta média e de melhor qualidade, levou à valorização das cotações do pimento verde SP não calibrado, em palote, de 71% e da curgete SP não calibrada, em caixa, de 28%. Registou-se ainda uma subida das cotações da alface lisa estufa SP II >100, em caixa, de 26%, da abóbora “Tipo Francesa” SP, em palote, de 25% e do alho francês SP não calibrado, em caixa, de 17%, devido a uma maior procura associada a uma oferta quase nula de melhor qualidade. No que respeita às descidas, a redução da procura associada a um aumento da oferta, que foi elevada, levou à desvalorização das cotações do tomate “Cacho” SP, em caixa, de 33% e do “Coração de Boi” SP grado, caixa, de 14%. Também uma menor procura, conjugada com uma oferta média/baixa e de pior qualidade, levou à descida das cotações do tomate “Chucha” SP médio e do “Redondo maduro” SP grado, em caixa, de 19%. Descida ainda, das cotações, devido à diminuição da procura associada a uma oferta elevada e de pior qualidade, da couve-flor SP não calibrada e da couve “Repolho Tipo Coração” SP não calibrada, ambas em caixa, de 16% e 11% respetivamente.















































