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– 06-10-2004 |
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UE / Mercosul : Empres�rios brasileiros recomendam que não seja assinado acordo Bras�lia, 05 Out "� melhor continuar a negocia��o com a nova Comissão Europeia que está em vias de ser empossada do que fechar um mau acordo em 31 de Outubro de 2004", afirma a CNI num comunicado divulgado hoje. A CNI alega ter sete raz�es para defender a sua posi��o, nomeadamente tendo em conta que "os ganhos de acesso a mercados propostos na última oferta apresentada pelos europeus no final do m�s passado são limitados". Os empres�rios brasileiros consideram ainda que os ganhos estariam circunscritos a produtos sujeitos a picos tarif�rios, como cal�ados, madeiras, t�xteis e confec��es, cutelaria e alum�nio. A CNI defende ainda os condicionalismos apresentados pelo Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) na área industrial e garante que foram indicados desde o in�cio da negocia��o, em 2001. Latic�nios e u�sque, por exemplo, não constam da lista dos produtos europeus que teráo imposto de importa��o zero, e os autom�veis s� chegar�o � tarifa zero dentro de 18 anos, segundo a última oferta do Mercosul. A confedera��o dos industriais brasileiros considera ainda que a proposta europeia na área agr�cola � "insuficiente" e não representa uma efectiva amplia��o de acesso a mercados. "A falta de esclarecimentos de como seráo tratados os subsídios aliada ao sistema de quotas em duas etapas, vinculando a segunda aos resultados da negocia��o na OMC (Organiza��o Mundial do Com�rcio), a condi��o de implementar as quotas em dez anos e, por fim, a redu��o de quotas mostram a limita��o da oferta europeia", justifica a Confedera��o. A CNI argumenta Também que "a oferta do Mercosul reflecte um importante esfor�o do bloco para chegar a uma cobertura de 90 por cento dos produtos, que não está a ser bem avaliado pela UE". Os empres�rios apontam igualmente que a falta de uma discussão pr�via sobre metodologias tem sido uma grave dificuldade do processo negociador. "Esta discussão nunca foi aceita pela actual Comissão Europeia (…) e esta situa��o provocou a apresentação reiterada de condicionalismos de parte a parte", afirma a CNI. Outro problema apontado pelos industriais brasileiros � o facto de que a negocia��o se iniciou com uma UE com 15 membros e que a negocia��o prosseguiu, "sem altera��es", com o bloco alargado para 25 membros. Por fim, a CNI diz que "as incertezas sobre ganhos e a grande dist�ncia entre as posi��es negociadoras não recomendam a conclusão das negocia��es no fim de Outubro". A posi��o final do governo brasileiro, que está a avaliar a oferta europeia com exportadores e integrantes do sector agr�cola e industrial, dever� ser conhecida ainda esta semana, de acordo com previsão do Ministério das Rela��es Exteriores do Brasil.
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