A nova legislação europeia sobre a monitorização do solo sublinha o papel insubstituível das pastagens permanentes e dos ruminantes na preservação da biodiversidade e no sequestro de carbono. Contrariando narrativas simplistas, o setor pecuário defende que a manutenção de pastagens saudáveis, garantida pelo pastoreio bem gerido, é a forma mais eficaz de prevenir a erosão e a desertificação, especialmente em regiões mediterrânicas como Portugal. Os dados reforçam que o gado não é apenas uma fonte de proteína, mas um agente biológico essencial para o ciclo de nutrientes do solo e para a resiliência dos ecossistemas contra as alterações climáticas. Para os produtores, este reconhecimento na política europeia é uma vitória estratégica, validando a pecuária extensiva como uma solução baseada na natureza e não como um problema ambiental, exigindo que as futuras metas de saúde do solo reflitam a importância económica e ecológica dos sistemas de produção animal integrados. Ler mais aqui.
Fonte: APIC















































