Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
    DGAV

    União Europeia autoriza novos alimentos e altera condições de utilização de novo alimento previamente aprovado

    DGAV

    AEISA Summit 2026

    herculano

    Herculano apresenta novo visual dos seus equipamentos e reforça a sua identidade no setor agrícola

    Culturas permanentes continuam a dominar perímetro de rega de Alqueva

    Reforço e blindagem do POSEI avança sob proposta de André Franqueira Rodrigues

    Mau tempo: Pombal tem 2.400 km de caminhos florestais para limpar – Câmara

    paulo nascimento cabral

    Paulo do Nascimento Cabral garante uma linha própria e protegida para o POSEI Agricultura e POSEI Transportes

    CAP promove conferência sobres estratégia nacional “Água que une”: um ano depois do anúncio do governo, o que está feito?

    Comité das Regiões insta Comissão Europeia a reforçar resiliência regional a inundações e secas

  • Opinião

    Quando a água é escassa, a agricultura é um “utilizador como os outros” … ou um setor estratégico que deve ter prioridade?

    Georgete Felix

    Risco climático, Agricultura e ESG

    A Política Agrícola (pouco!) Comum

    Agrovoltaico: quando a energia deixa de ser apenas custo e passa a ser também receita

    Abacate: uma cultura em forte afirmação nas agriculturas de Portugal

    Notas sobre a Sustentabilidade Operacional do PEPAC

    luis caixinhas

    Marca tridimensional ou desenho ou modelo: como proteger a forma dos produtos agroalimentares

    Francisco Avillez

    A Reforma da PAC pós-2027: breves reflexões sobre o orçamento proposto pela CE

    Filipe Corrêa Figueira

    Estão a encurralar os Agricultores… e não vai acabar bem!

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    GPP

    Relatório semanal de acompanhamento dos mercados do setor da agricultura – 23 de fevereiro a 1 de março de 2026

    05/03/2026
    IFAP

    Dados Estatísticos – Evolução diária de candidaturas do PU no Portal do IFAP

    04/03/2026

    Observatório de Preços Agroalimentar | Evolução dos preços dos produtos alimentares: 29/12/2025 a 25/01/2026

    04/03/2026

    Melhoramento | Cientistas criam o mapa genético mais completo do pepino e abrem caminho a novas variedades mais resistentes

    04/03/2026

    PEPAC | Avisos e Oportunidades de Financiamento para o Setor Agroindustrial

    04/03/2026

    Floresta belga cobre 23% do país, menos do que a portuguesa

    04/03/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
    DGAV

    União Europeia autoriza novos alimentos e altera condições de utilização de novo alimento previamente aprovado

    DGAV

    AEISA Summit 2026

    herculano

    Herculano apresenta novo visual dos seus equipamentos e reforça a sua identidade no setor agrícola

    Culturas permanentes continuam a dominar perímetro de rega de Alqueva

    Reforço e blindagem do POSEI avança sob proposta de André Franqueira Rodrigues

    Mau tempo: Pombal tem 2.400 km de caminhos florestais para limpar – Câmara

    paulo nascimento cabral

    Paulo do Nascimento Cabral garante uma linha própria e protegida para o POSEI Agricultura e POSEI Transportes

    CAP promove conferência sobres estratégia nacional “Água que une”: um ano depois do anúncio do governo, o que está feito?

    Comité das Regiões insta Comissão Europeia a reforçar resiliência regional a inundações e secas

  • Opinião

    Quando a água é escassa, a agricultura é um “utilizador como os outros” … ou um setor estratégico que deve ter prioridade?

    Georgete Felix

    Risco climático, Agricultura e ESG

    A Política Agrícola (pouco!) Comum

    Agrovoltaico: quando a energia deixa de ser apenas custo e passa a ser também receita

    Abacate: uma cultura em forte afirmação nas agriculturas de Portugal

    Notas sobre a Sustentabilidade Operacional do PEPAC

    luis caixinhas

    Marca tridimensional ou desenho ou modelo: como proteger a forma dos produtos agroalimentares

    Francisco Avillez

    A Reforma da PAC pós-2027: breves reflexões sobre o orçamento proposto pela CE

    Filipe Corrêa Figueira

    Estão a encurralar os Agricultores… e não vai acabar bem!

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    GPP

    Relatório semanal de acompanhamento dos mercados do setor da agricultura – 23 de fevereiro a 1 de março de 2026

    05/03/2026
    IFAP

    Dados Estatísticos – Evolução diária de candidaturas do PU no Portal do IFAP

    04/03/2026

    Observatório de Preços Agroalimentar | Evolução dos preços dos produtos alimentares: 29/12/2025 a 25/01/2026

    04/03/2026

    Melhoramento | Cientistas criam o mapa genético mais completo do pepino e abrem caminho a novas variedades mais resistentes

    04/03/2026

    PEPAC | Avisos e Oportunidades de Financiamento para o Setor Agroindustrial

    04/03/2026

    Floresta belga cobre 23% do país, menos do que a portuguesa

    04/03/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal

Roteiro europeu para a criação de créditos da natureza

por Florestas.pt
03-09-2025 | 16:27
em Últimas, Notícias florestas, Blogs
Tempo De Leitura: 7 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

Incentivar o financiamento privado em iniciativas que promovem a proteção e restauro dos ecossistemas e biodiversidade, recompensando quem se dedica a estas atividades que a todos beneficiam, é o objetivo do “Roteiro para os créditos da natureza”. A iniciativa é da Comissão Europeia e encontra-se em consulta pública até final de setembro.

O financiamento dirigido a iniciativas de conservação e restauro da natureza tem sido insuficiente para dar resposta aos desafios do ambiente e do clima, que vão da proteção da biodiversidade e das zonas húmidas ao restauro de florestas e rios. Inverter esta realidade, motivando o investimento privado em atividades benéficas para os ecossistemas e capazes de remunerar quem os gere de forma sustentável, é a intenção da Comissão Europeia com a criação do “Roteiro para os créditos da natureza”.

O Roteiro, que pode consultar em versão portuguesa, traça o caminho a percorrer até que os créditos da natureza possam efetivamente ser implementados e transacionados, num modelo semelhante ao que já vigora para os créditos de carbono, mas capaz de evitar, ou pelo menos minimizar, as falhas que têm afetado a credibilidade destes instrumentos. Por exemplo:

– A dificuldade de monitorização e verificação de impactes, garantindo que os benefícios são reais e verificáveis;

– A dupla reclamação, emissão e contabilização de créditos, que acontecem quando um mesmo crédito é utilizado por interlocutores diferentes, quando um único benefício é indexado a mais do que um crédito, ou sempre que um crédito é usado em diferentes registos e sistemas de cálculo;

– A falta de adicionalidade, garantindo que o benefício não ocorreria mesmo sem a iniciativa de proteção ou gestão indexada aos créditos que a financiam;

– A falta de permanência, assegurando que o benefício criado é duradouro e não é abandonado ou revertido após gerar os créditos.

Créditos da natureza: como vão funcionar?

A proposta da Comissão Europeia é a criação de créditos da natureza baseados em certificados, num modelo de funcionamento com duas fases:

Certificação independente da iniciativa que se realiza em benefício da natureza, reconhecendo a validade das ações propostas (ou em curso) para a obtenção de benefícios definidos;
Atribuição dos créditos correspondentes aos benefícios que vão ser (ou estão a ser) gerados, criando unidades transacionáveis.

Na primeira fase, a certificação verifica se as ações em benefício da natureza são concebidas e executadas de acordo com um conjunto de critérios de qualidade (a definir) e se são coerentes com os benefícios propostos, reconhecendo a integridade ambiental com base na qualidade da intervenção. Trata-se de um “reconhecimento formal, verificado de forma independente, de que a intervenção cumpre as normas acordadas (…)”, refere o Roteiro para os créditos da natureza.

Na segunda fase, as melhorias ou benefícios que o projeto vai gerar vão ter atribuído um valor, equivalente a um conjunto de créditos da natureza, que traduz o seu impacte positivo. Serão, assim, gerados créditos passíveis de registar, agrupar e transacionar.

Deste modo, cada crédito da natureza funciona como uma “unidade que representa um resultado benéfico para a natureza”, decorrente de uma ação previamente verificada e certificada por uma entidade independente, e quantificada com base numa métrica ou indicador antes estabelecido e reconhecido.

Ainda não se encontram definidos os critérios, indicadores e métricas a aplicar, mas o documento da Comissão Europeia deixa duas indicações:

A necessidade de estabelecer princípios que assegurem a integridade e credibilidade dos créditos da natureza. Entre as prioridades assume a definição de normas ambiciosas e cientificamente rigorosas, a monitorização independente e uma governação fiável;
A sua integração, sempre que possível, no enquadramento normativo de outros instrumentos similares já existentes na União Europeia. Pretende-se, assim, potenciar sinergias em termos de encargos administrativos e reduzir a necessidade de legislação adicional.

Recorde-se que já estão a decorrer em vários outros países da Europa iniciativas dirigidas à captação de financiamento privado para recompensar iniciativas dirigidas à proteção e restauro de ecossistemas e biodiversidade, com um regime de certificação similar ao que está a ser proposto neste “Roteiro”. Não têm, contudo, este carácter institucional nem a transversalidade de gerar créditos aceites além-fronteiras.

Um exemplo em Portugal é a verificação dos serviços dos ecossistemas FSC® – Forest Stewardship Council. Esta entidade criou um procedimento que permite aos gestores florestais demonstrarem os aspetos positivos da sua gestão, com dados credíveis que as empresas interessadas podem usar para comprovar publicamente o seu compromisso com a sustentabilidade, tornando-se patrocinadoras do projeto.

Dois anos de auscultação, análise e pilotos

Passar do modelo teórico de funcionamento proposto no Roteiro até à implementação de um mercado de créditos da natureza será um processo moroso. A Comissão Europeia estima pelo menos mais dois anos de trabalho (2025-2027) antes de avançar.

Nesta fase inicial, após a divulgação feita em julho de 2025, o “Roteiro para os créditos da natureza” encontra-se em período de auscultação pública até 30 de setembro. O objetivo é recolher os contributos de empresas, organizações e sociedade civil. Em sequência, estão já previstos os seguintes passos:

– 2025: A Comissão Europeia (CE) vai criar um grupo de peritos da União Europeia (UE), que partilhará conhecimentos, identificará boas práticas e dará contributos para diferentes metodologias, sistemas de certificação, abordagens de monitorização e modelos de governação. Será lançado um convite para que os interessados possam manifestar a sua intenção de participar neste grupo.

– 2025-2026: A CE compromete-se a participar em fóruns internacionais, a trabalhar com parceiros internacionais e a agregar conhecimento proveniente de diversos projetos de investigação e projetos piloto, para assegurar que a elaboração das políticas da UE tem por base normas mundiais emergentes e contribui para moldar o desenvolvimento dos mercados de créditos da natureza a nível internacional.

– 2025-2026: A CE realiza a avaliação da oferta e procura por créditos da natureza, ao nível da União Europeia, considerando tendências, obstáculos, fatores impulsionadores e capacidade de participação por parte de pequenos proprietários.

Esta avaliação permitirá ter uma projeção mais concreta sobre o valor de financiamento que estes créditos podem captar, ou seja, sobre o montante que poderá beneficiar os produtores e gestores de áreas naturais e florestais que direcionam a sua atividade à proteção e gestão sustentável. Estima-se que a procura global por créditos de biodiversidade possa representar cerca de 180 mil milhões de dólares, dependendo das medidas e políticas futuras nesta área. Se a Europa captar parte desta procura poderá reduzir a falta de financiamento, que foi estimada em 37 mil milhões de euros por ano.

– 2025-2027: Será apoiado com financiamento público da União Europeia um projeto-piloto, como catalisador e precursor destes instrumentos financiados pelo sector privado.

– Meados de 2026: O grupo de peritos partilhará os seus conhecimentos especializados sobre os critérios e metodologias aplicáveis aos mercados de créditos da natureza.

– 2027: O grupo de peritos partilhará conhecimentos especializados sobre a conceção de quadros de governação para estes créditos, tendo em conta as condições necessárias à participação dos pequenos proprietários e das pequenas e médias empresas.

– 2027: Com base em todos os contributos reunidos, a CE definirá os passos seguintes para a definição e implementação dos mercados de créditos da natureza.

Refira-se que em paralelo a este processo, no início de 2026, deverão entrar em vigor as primeiras metodologias para a certificação das atividades de carbonicultura e remoções de carbono que geram benefícios para a biodiversidade. Os trabalhos feitos nesta área e o regulamento da UE criado para o efeito serão também fontes de ensinamento e boas práticas a considerar para a criação do mercado de créditos da natureza.

O artigo foi publicado originalmente em Florestas.pt.

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

Incêndios: Ministro da Agricultura quer apostar na pastorícia para prevenir fogos

Próxima Publicação

Associação Agrícola de São Miguel celebra 50 anos com Gala Comemorativa

Artigos Relacionados

DGAV
Últimas

União Europeia autoriza novos alimentos e altera condições de utilização de novo alimento previamente aprovado

05/03/2026
DGAV
Últimas

AEISA Summit 2026

05/03/2026
herculano
Últimas

Herculano apresenta novo visual dos seus equipamentos e reforça a sua identidade no setor agrícola

05/03/2026
Próxima Publicação

Associação Agrícola de São Miguel celebra 50 anos com Gala Comemorativa

Opinião

Últimas

Quando a água é escassa, a agricultura é um “utilizador como os outros” … ou um setor estratégico que deve ter prioridade?

por António Bonito
01/03/2026

Ler mais
Georgete Felix
Últimas

Risco climático, Agricultura e ESG

por Georgete Félix
22/02/2026

Ler mais

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

DGAV

União Europeia autoriza novos alimentos e altera condições de utilização de novo alimento previamente aprovado

05/03/2026
DGAV

AEISA Summit 2026

05/03/2026

Temas em destaque

Anpromis Candidaturas PU Eleições Mercosul PAC pós 2027 Simplificação PAC Temporais Vinho Água que Une
Advertisement

Eventos

Março 2026
STQQSSD
       1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30 31      
« Fev   Abr »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OU

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OU

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.