
Em 2024, a agricultura biotecnológica continuou a crescer em todo o mundo, com mais de 20 variedades geneticamente modificadas cultivadas em 31 países. Os EUA destacam-se os Estados como o principal produtor.
✍️ Carla Amaro / CiB
O mais recente relatório da ISAAA (Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Biotecnologia Agrícola) revela que os Estados Unidos cultivaram 79,9 milhões de hectares de culturas biotecnológicas/geneticamente modificadas (GM) em 2024, mantendo a liderança mundial. Seguem-se o Brasil, a Argentina, a Índia e o Canadá.
No panorama global, quatro culturas dominam: soja, milho, algodão e colza. A soja representa mais de 100 milhões de hectares, seguida pelo milho, enquanto o algodão GM é atualmente a cultura mais amplamente adotada, com 19 países a cultivarem esta variedade.
O ano de 2024 trouxe também inovações em características especializadas, desde variedades resistentes a alterações climáticas até produtos ornamentais. Entre os destaques estão o milho TELA tolerante à seca na Nigéria, as bananas resistentes à doença TR4 na Austrália e o eucalipto de alto rendimento no Brasil. Para além do campo, surgiram produtos direcionados ao consumidor, como a petúnia luminosa e o pothos purificador de ar, mostrando a expansão da biotecnologia para novos mercados.
O relatório do ISAAA está disponível mediante assinatura Elite (100 USD) ou Premium (50 USD) da Biotech Updates. Para mais informações, contacte knowledgecenter@isaaa.org.
O artigo foi publicado originalmente em CiB – Centro de Informação de Biotecnologia.

















































