Em Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, verificou-se uma diminuição da oferta, que contribuiu para a valorização das cotações à saída de produção (SP) da couve “Penca” categoria II, não calibrada, em caixa, de 38%, do feijão-verde “Riscadinho” categoria II, em caixa, de 25% e da cebola de conservação, categoria II, calibre 50-70, em caixa, de 17%. Em sentido inverso, o aumento da oferta, provocou uma descida das cotações do tomate “Cacho” estufa, SP, categoria II, calibre 67-81, em caixa, de 23%, da nabiça SP, em molho, de 21%, do pimento verde estufa SP categoria II, calibre >50, em caixa, de
20%, da couve “Brócolos” SP, categoria II, não calibrada, e do tomate “Cereja” estufa SP categoria I, não calibrado, ambos em caixa, de 17%, e do grelo de nabo SP, em molho, de 11%.
Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, teve início a campanha de produção e comercialização do espinafre SP, categoria II, em molho. A menor procura de tomate “Cacho” estufa SE categoria I não calibrado, em favor de outras variedades de tomate, resultou numa descida da respetiva cotação de 20%.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificou-se uma valorização das cotações do tomate “Cherry” SP, em caixa, de 78% e do tomate “Chucha” SP médio, em caixa, de 18%, impulsionada pelo aumento da procura e por uma oferta reduzida, mas de melhor qualidade face à semana anterior. O aumento da procura, associado a um acréscimo da oferta, que foi média, de produto de melhor qualidade, levou a uma subida acentuada das cotações do feijão-verde “Largo” SP, em caixa de 74% e do pimento verde SP, não calibrado, em palote, de 46%, e menos acentuada do tomate “Coração de Boi” SP grado e da batata-doce SP não calibrado, ambos em caixa, de 22%. Registou-se igualmente uma subida de 16% nas cotações do tomate “Redondo” SP grado e médio, em caixa, devido a uma maior procura com oferta elevada e de melhor qualidade. Por sua vez, a cotação do nabo com rama SP, em caixa, valorizou 13%, em resultado de uma maior procura associado a uma oferta reduzida. Relativamente às descidas, a redução da procura, associada a uma oferta quase inexistente e de qualidade inferior, conduziu a quebras acentuadas nas cotações da beringela SP não calibrada, em caixa, de 63%, da abóbora “Tipo Francesa” SP, em palote, de 57%, do alho francês SP não calibrado, em caixa, de 55%, da alface lisa estufa SP categoria II, calibre >100, em caixa, de 24%, da alface frisada categoria II SP, não calibrada, em caixa, de 17% e do feijão-verde “Douradinho” SP, em caixa, de 12%. Registou-se também uma descida das cotações da curgete SP, não calibrada, em caixa, de 37% e da couve “Repolho Tipo Coração” SP não calibrada, em caixa, de 13%, devido a uma menor procura associada a uma oferta média e de qualidade inferior. Descida ainda das cotações do pepino SP não calibrado, em caixa, de 36% e do tomate “Cacho” SP, em caixa, de 25%, resultado de uma procura mais fraca perante uma oferta elevada e de pior inferior. Por último, descida da cotação da couve “Brócolos” SP, não calibrada, em palote, de 21%, consequência da diminuição da procura com oferta reduzida e de qualidade inferior.
Na área de mercado Península de Setúbal, registou-se uma ligeira valorização de 10%, da cotação da cenoura SP, categoria II, calibre > 20, em saco, motivada pela redução da oferta.
















































