Os produtores de milho e sorgo apontaram hoje para, pelo menos, 2.000 captações de água por regularizar, como furos, charcas e poços, e pediram a intervenção da ministra do Ambiente.
“A Anpromis [Associação Nacional dos Produtores de Milho e Sorgo] concluiu no mês de julho um levantamento do número de captações de água que se encontram por realizar, que aponta para cerca de 2.000 captações entre furos, charcas e poços”, indicou, em comunicado.
Citado na mesma nota, o presidente da Anpromis, Jorge Neves, ressalvou que este é provavelmente um número bastante inferior ao real e sublinhou que algumas destas captações não estão regularizadas devido ao extravio, em 2010, por parte da administração, dos processos entregues na Agência Portuguesa do Ambiente.
A Anpromis disse ter denunciado de imediato esta situação, que nunca foi resolvida, pedindo assim à ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, que assuma este dossier.
Os produtores querem que a governante promova a reativação do protocolo de 2010 com as Confederações de Agricultores, criado para instruir e rececionar os processos de legalização das captações em causa.
“A senhora ministra do Ambiente, com a dinâmica que lhe é reconhecida, tem de chamar a si este dossier, caso contrário esta situação nunca mais fica resolvida”, vincou Jorge Neves.















































