Português vai liderar Grupo de Diálogo Civil da Comissão Europeia sobre Florestas e Cortiça

Português vai liderar Grupo de Diálogo Civil da Comissão Europeia sobre Florestas e Cortiça

António Paula Soares foi eleito presidente do Grupo de Diálogo Civil da Comissão Europeia sobre Floresta e Cortiça.

António Paula Soares, membro da direção da Confederação Europeia dos Proprietários Florestais (CEPF), da direção da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) e Presidente da Associação Nacional dos Proprietários Rurais (ANPC), foi eleito no passado dia 8 de novembro Presidente do Grupo de Diálogo Civil (GDC) da Comissão Europeia sobre Floresta e Cortiça.

O GDC da Comissão Europeia sobre Floresta & Cortiça é de grande importância para garantir um forte diálogo entre as várias organizações da UE envolvidas no setor e a Comissão Europeia. Para garantir que as florestas da UE possam oferecer os múltiplos benefícios esperados da sociedade, é necessária uma abordagem coerente entre as políticas da UE relacionadas com as florestas. Nesse contexto, a plataforma GDC tem um papel essencial a desempenhar para permitir a participação de todas as partes relevantes e contribuir para o enquadramento e desenvolvimento dessas políticas. Kelsey Perlman, em representação do European Environmental Bureau(EEB), e Mårten Larsson, em representação da Confederation of European Paper Industries (CEPI), foram ambos eleitos vice-presidentes para o presente mandato.

Após o anúncio desta eleição, que teve lugar no passado dia 8, António Paula Soares, que tem uma longa e comprovada experiência no setor florestal – incluindo projetos relacionados com a conservação da biodiversidade e bio economia – declarou: “É com grande honra e responsabilidade que início o meu cargo como Chairman do Grupo de Diálogo Civil ‘Floresta e Cortiça’ da Comissão Europeia. As florestas da UE estão cada vez mais sujeitas a uma crescente expectativa por parte de toda a sociedade, sendo o papel das mesmas crucial para alcançar os objetivos atuais e futuros da UE, graças aos seus benefícios económicos, ambientais e sociais. Neste contexto, e à beira de um futuro ‘Green Deal’ Europeu, é essencial que trabalhemos entre todos os diferentes atores da sociedade civil sob a tutela do GDC sobre Florestas e Cortiça, de modo a contribuir para o desenvolvimento de políticas da UE que digam respeito ao setor florestal, e para garantir a consistência entre essas políticas e a aplicabilidade das mesmas”.

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