Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
    Álvaro Mendonça cedida

    Acordo UE-Mercosul é “globalmente positivo para a agricultura portuguesa”

    Ministra da Agricultura francesa anuncia apoios de curto e médio prazo para setor

    UE/Mercosul: Polónia contesta acordo junto do Tribunal de Justiça europeu

    Créditos: Jorge Oliveira

    Ministro da Agricultura diz que acordo vai ter impacto positivo para Portugal

    Prepare-se para mexidas na carne de aves, na carne de porco, na carne de vaca, no açúcar, no queijo, no arroz, no mel, no milho, no milho doce, no leite em pó, etc.

    trator fardos feno

    CNA avisa que acordo entre UE e Mercosul terá “mais perdas do que ganhos”

    Pontos essenciais: O que está em causa no acordo da UE com o Mercosul

    antonio costa

    Costa destaca importância de acordo com Mercosul para soberania da UE

    Comissão Europeia pt

    Acordo UE-Mercosul: declaração da Presidente Ursula von der Leyen sobre a decisão do Conselho

  • Opinião

    Douro: não há excesso de produção, há excesso de oferta

    António Covas

    A inteligência coletiva territorial da 2ª ruralidade – As áreas de baixa densidade (ABD)

    Jaime Piçarra

    O que marcou 2025 e o que esperar para 2026

    Ines Marques Lopes

    Agribusiness: entre a profissionalização, o investimento e a sustentabilidade

    Biodiversidade da videira

    A doença do Fogo Bacteriano na pereira Rocha já destruiu 31% da produção nacional

    Manuel Chaveiro Soares

    Sobre a modernização das regras relativas ao bem-estar dos frangos

    José Martino

    De indefinições a decisões: o que falta à política agrícola portuguesa

    Ricardo Dinis

    Açafrão – A ilusão das Culturas Caras

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Álvaro Mendonça cedida

    Acordo UE-Mercosul é “globalmente positivo para a agricultura portuguesa”

    10/01/2026

    Ministra da Agricultura francesa anuncia apoios de curto e médio prazo para setor

    09/01/2026

    UE/Mercosul: Polónia contesta acordo junto do Tribunal de Justiça europeu

    09/01/2026

    Ministro da Agricultura diz que acordo vai ter impacto positivo para Portugal

    09/01/2026

    Prepare-se para mexidas na carne de aves, na carne de porco, na carne de vaca, no açúcar, no queijo, no arroz, no mel, no milho, no milho doce, no leite em pó, etc.

    09/01/2026

    Preços dos alimentos sobem em média 4,3% em 2025 – FAO

    09/01/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
    Álvaro Mendonça cedida

    Acordo UE-Mercosul é “globalmente positivo para a agricultura portuguesa”

    Ministra da Agricultura francesa anuncia apoios de curto e médio prazo para setor

    UE/Mercosul: Polónia contesta acordo junto do Tribunal de Justiça europeu

    Créditos: Jorge Oliveira

    Ministro da Agricultura diz que acordo vai ter impacto positivo para Portugal

    Prepare-se para mexidas na carne de aves, na carne de porco, na carne de vaca, no açúcar, no queijo, no arroz, no mel, no milho, no milho doce, no leite em pó, etc.

    trator fardos feno

    CNA avisa que acordo entre UE e Mercosul terá “mais perdas do que ganhos”

    Pontos essenciais: O que está em causa no acordo da UE com o Mercosul

    antonio costa

    Costa destaca importância de acordo com Mercosul para soberania da UE

    Comissão Europeia pt

    Acordo UE-Mercosul: declaração da Presidente Ursula von der Leyen sobre a decisão do Conselho

  • Opinião

    Douro: não há excesso de produção, há excesso de oferta

    António Covas

    A inteligência coletiva territorial da 2ª ruralidade – As áreas de baixa densidade (ABD)

    Jaime Piçarra

    O que marcou 2025 e o que esperar para 2026

    Ines Marques Lopes

    Agribusiness: entre a profissionalização, o investimento e a sustentabilidade

    Biodiversidade da videira

    A doença do Fogo Bacteriano na pereira Rocha já destruiu 31% da produção nacional

    Manuel Chaveiro Soares

    Sobre a modernização das regras relativas ao bem-estar dos frangos

    José Martino

    De indefinições a decisões: o que falta à política agrícola portuguesa

    Ricardo Dinis

    Açafrão – A ilusão das Culturas Caras

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Álvaro Mendonça cedida

    Acordo UE-Mercosul é “globalmente positivo para a agricultura portuguesa”

    10/01/2026

    Ministra da Agricultura francesa anuncia apoios de curto e médio prazo para setor

    09/01/2026

    UE/Mercosul: Polónia contesta acordo junto do Tribunal de Justiça europeu

    09/01/2026

    Ministro da Agricultura diz que acordo vai ter impacto positivo para Portugal

    09/01/2026

    Prepare-se para mexidas na carne de aves, na carne de porco, na carne de vaca, no açúcar, no queijo, no arroz, no mel, no milho, no milho doce, no leite em pó, etc.

    09/01/2026

    Preços dos alimentos sobem em média 4,3% em 2025 – FAO

    09/01/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal
António Covas

Os processos de ruralização e a estratificação social da 2.ª ruralidade

por António Covas
28-09-2025 | 07:00
em Últimas, Opinião
Tempo De Leitura: 7 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

Num país tão pequeno e tão bem servido de vias de comunicação, com uma rede bem distribuída de instituições de ensino superior agrário e escolas profissionais agrícolas, um número elevado de municípios e associações de desenvolvimento local, três confederações nacionais de agricultura e muitas estruturas associativas empresariais, com benefícios significativos oriundos dos fundos europeus, é deveras surpreendente que se fale de abandono, desertificação e despovoamento, ou seja, de baixa densidade e rural remoto e profundo.

Essa constatação é, antes de mais, o retrato fidedigno de muitos erros acumulados ao longo das últimas décadas, aos quais devemos acrescentar o esquecimento de territórios com uma representação política cada vez mais reduzida, e, sobretudo, uma estrutura de relações de poder e propriedade que acomodou uma sociedade conservadora e refreou a dinâmica do acesso, do rejuvenescimento e da inovação socioeconómica nas áreas mais frágeis da baixa densidade.

Dito isto, é indiscutível que os impactos gerados pelas grandes transições – climática e energética, ecológica a alimentar, tecnológica e digital, demográfica e migratória, socioeconómica e sociocultural – aceleraram mudanças substanciais no universo do mundo rural, seja na ecologia da paisagem, na agricultura de precisão e biodiversidade, ou na biopolítica dos sistemas produtivos e do capital social, isto é, entrámos definitivamente no universo paradigmático da 2.ª ruralidade.

Ora, em época de transição paradigmática é possível discernir duas grandes tendências que podem entrar em rota de colisão. A 1ª tendência tem a ver com o acesso ao espaço rural, considerado espaço público, como espaço de conservação, espaço de recreio, espaço quadro de vida, espaço de aculturação.

A 2.ª tendência de fundo tem a ver com a privatização/apropriação do espaço rural por poderosos processos de ruralização que estão em curso neste momento. O conflito parece inevitável. Não podemos idealizar o mundo rural por mais assombrosas que sejam as nossas representações e encenações. Na retaguarda desses imaginários urbanos sobre o mundo rural correm as relações de poder. Por isso mesmo, não devemos confundir o frenesim dos novos atores do mundo rural, os neorurais de que se fala, com relações de poder no interior do mundo rural português. Eis o enunciado da macro física do poder, ou seja, os processos de ruralização em curso no mundo rural:

– O produtivismo das agriculturas especializadas (as explorações super-intensivas);
– O rentismo imobiliário (a extração de mais-valias fundiárias);
– A florestação industrial de terras agrícolas (as grandes plantações industriais);
– A industrialização verde e as novas métricas (o greening produtivista);
– O radicalismo conservacionista (grandes propriedades naturais/naturalizadas);
– A residencialização do espaço agro rural (os loteamentos em espaço rural);
– A energetização do espaço agro rural (os parques energéticos exuberantes);
– A turistificação das amenidades rurais (os PIN, os parques bio ambientais e outros);
– A cinegetização do espaço rural (as reservas de caça imponentes);
– A logística comercial do espaço rural (os equipamentos e infraestruturas).

Tudo o que possamos dizer a propósito dos novos valores relativos à ecologia da paisagem, ao ordenamento do território, ao uso múltiplo e à acessibilidade ao espaço agro rural, irá, provavelmente, conflituar com as tentativas de apropriação e privatização de alguns destes processos de ruralização em curso.

Os conflitos serão inevitáveis, mas deles, também, poderão emergir novas territorialidades e, mesmo, algumas conversões à 2.ª ruralidade, por via da responsabilidade social e ambiental, em primeira instância, e por via de uma nova sensibilidade política que coloca o ordenamento, a biodiversidade, as infraestruturas ecológicas e os serviços de ecossistema em posição destacada e que são, como sabemos, absolutamente imprescindíveis à segurança alimentar, aos sistemas produtivos locais e ao bem-estar dos cidadãos.

Se formos capazes de estabelecer relações benignas e mutuamente vantajosas, promovidas e estimuladas pelas políticas públicas, entre alguns destes processos de ruralização poderemos assistir ao desenvolvimento de efeitos virtuosos de transição para a 2.ª ruralidade.

Aqui chegados, afirmo, desde já, que, em face de processos de ruralização tão variáveis e distintos, não será fácil extrair uma estratificação social característica. Assistiremos, inelutavelmente, a várias estratégias empresariais, umas mais intensivas em capital por via de fundos imobiliários e de investimento, outras de natureza mais familiar ou de grupo familiar com origem nacional ou estrangeira.

Sabemos, também, que aumentarão as estratégias familiares de projeto de vida, de fuga ou até de emergência, e que muitas surgirão com os novos movimentos pendulares entre a cidade e o campo, não apenas para os anéis suburbano e periurbano, mas, também, para os anéis mais afastados pertencentes ao rural remoto e profundo.

Por último, podemos prever, ainda, uma associação benigna e virtuosa entre jovens talentos gerados por start-ups em incubadoras de base rural com a colaboração de investigadores universitários de todo o mundo e nómadas digitais. Em síntese, uma primeira aproximação desta estratificação talvez possa ser alinhada do seguinte modo:

– Um primeiro estrato diz respeito à grande e média propriedade e às quintas novas que surgem associadas aos empreendimentos do tipo complexo, ligados ao golfe, ao enoturismo, ao turismo cinegético e às diversas formas de turismo de saúde, portanto, mais turistificados, internacionalizados e financeirizados;

– Um segundo estrato diz respeito à classe empresarial da agroindústria e do agronegócio convencional ligados à grande distribuição agroalimentar e ao agronegócio dos mercados internacionais e que está em ajustamento permanente aos mercados globais (em processos de concentração e fusão) e às condições gerais de financiamento;

– Um terceiro estrato diz respeito à classe dos micro, pequenos e médios agricultores, proprietários e arrendatários, que vão desde a agricultura de subsistência, presente nos mercados locais de proximidade e circuitos curtos de comercialização, até uma agricultura de subcontratação junto de cooperativas, intermediários e centrais de compra de grandes superfícies, cujos rendimentos oscilam com a flutuação dos preços de mercado e a concorrência, e com problemas recorrentes de liquidez e solvência, uma boa parte no limbo entre economia formal e economia informal;

– Um quarto estrato tem a ver com uma parte da classe urbana que decidiu, num primeiro momento, patrimonializar a herança recebida onde tudo começou; estes neorurais aumentam o número de movimentos pendulares cidade-campo e interagem cada vez mais com as comunidades das aldeias, uns empresarializando aquele património com microprojectos empresariais, outros ensaiando sistemas alternativos de produção que acabam por intersectar e interagir com ele e são geralmente portadores de uma dose significativa de iniciativa e inovação;

– Um último estrato diz respeito à circulação de jovens elites e capital humano em ecossistemas de investigação-ação-extensão-desenvolvimento com origem em projetos de cooperação interuniversitária e empresarial que, mais tarde ou mais cedo, acabam por circular em incubadoras e aceleradoras e formar aí as suas próprias start-ups.

A grande interrogação que fica por esclarecer é saber se as grandes transições arrastam consigo uma rápida conversão agroecológica e um entendimento muito mais compreensivo, preventivo e rigoroso do risco climático e meteorológico, como agora se observa mais uma vez com os últimos incêndios.

Estes processos ou duplos movimentos, de concentração e fragmentação, hoje em plena operação, ocorrem e coabitam o mesmo espaço-território, pelo menos no mundo dito desenvolvido. Em cada movimento, geram-se novas fricções entre produção agrícola, produção agroindustrial, regras eco ambientais, distribuição agroalimentar e modelos de consumo. Em cada movimento, as cadeias de valor alongam-se no território, tornam-se mais complexas, deslocalizam-se, adquirem vida própria, independentemente da base territorial de origem. Em cada processo ou movimento, há uma nova artificialização, há segregações contínuas de pessoas e atividades, há franjas de agricultores e pequenas indústrias que são irremediavelmente marginalizadas.

Estamos, portanto, a viver uma Grande Transição, um longo e prolongado movimento paradigmático no mundo rural, se quisermos um longo movimento de fusão cidade-campo que a digitalização, a internet dos objetos e a inteligência artificial irão acelerar. No limite, teremos um campo multidimensional feito de produção, conservação, recreio, quadro de vida e aculturação, mas, evidentemente, com muito atrito em matéria de estratificação social durante a transição. Porém, é neste contexto que devemos colocar a interpretação dos processos de ruralização referidos, dos ambientes digitais inteligentes e a natureza das start-up que nascem em estruturas próprias de acolhimento no meio rural e que são uma verdadeira promessa de futuro.

António Covas

Professor Catedrático na Universidade do Algarve

O programa agroecológico e as contradições da 2.ª ruralidade

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

Generosa Crise: pode o vinho da região do Douro salvar-se?

Próxima Publicação

Incêndios: Secretário de Estado defende avaliação da agência de fogos rurais

Artigos Relacionados

Álvaro Mendonça cedida
Nacional

Acordo UE-Mercosul é “globalmente positivo para a agricultura portuguesa”

10/01/2026
Internacional

Ministra da Agricultura francesa anuncia apoios de curto e médio prazo para setor

09/01/2026
Internacional

UE/Mercosul: Polónia contesta acordo junto do Tribunal de Justiça europeu

09/01/2026
Próxima Publicação
helicóptero de incêndios céu azul

Incêndios: Secretário de Estado defende avaliação da agência de fogos rurais

Opinião

Últimas

Douro: não há excesso de produção, há excesso de oferta

por José Martino
07/01/2026

Ler mais
António Covas
Últimas

A inteligência coletiva territorial da 2ª ruralidade – As áreas de baixa densidade (ABD)

por António Covas
04/01/2026

Ler mais

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

DGAV

Medicamentos Veterinários | Atualização do documento «Perguntas e respostas – Lista para a apresentação de variações de acordo com o Regulamento (UE) 2019/6 e Guia de Melhores Práticas para VNRAs»

09/01/2026
ccdr algarve

Ministério da Agricultura e Mar aprova transferência de mais quatro aproveitamentos hidroagrícolas para gestão da Associação de Regantes do Sotavento

09/01/2026
Advertisement

Temas em destaque

Candidaturas PU Eleições PAC pós 2027 Presi Simplificação PAC Água que Une

Eventos

Janeiro 2026
STQQSSD
    1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30 31  
« Dez   Fev »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OU

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OU

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.