Núcleo de Investigação e Desenvolvimento aposta em novos produtos e processos no Vinho Verde

Núcleo de Investigação e Desenvolvimento aposta em novos produtos e processos no Vinho Verde

Abrindo mais uma porta no caminho da inovação, o Soalheiro – marca de Alvarinho de Melgaço  – implementou um Núcleo de Investigação e Desenvolvimento. O objetivo é apostar no desenvolvimento de novos produtos e novos processos, em torno do Vinho Verde, em especial da casta Alvarinho e do terroir de excelência onde estão inseridos, privilegiando a qualidade e a sustentabilidade social, económica e ambiental.

De acordo com a informação avançada pela empresa, este investimento pretende ser mais uma resposta à sua estratégia de contribuir para a valorização de um território com elevado potencial de desenvolvimento, não só na produção de Alvarinhos de excelência, mas também em torno do turismo do vinho de uma forma mais abrangente e integradora.

Um dos fatores de diferenciação é a aposta na partilha de conhecimento, que permitirá aumentar a competitividade de forma sustentável. E acreditando que as parcerias são um fator chave para o sucesso deste Núcleo, o Soalheiro recebeu o Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) num dia de fórum e discussão em torno de uma área de dominador comum: o extenso trabalho já desenvolvido na região da origem do alvarinho: Monção e Melgaço.

Resultante da parceria com o IPVC será realizado um estudo socioeconómico e desenvolvido um modelo tridimensional do Clube de Produtores de Monovarietais de Vinho Verde (VVCPM), com base na informação especializada que já detém sobre o território de Monção e Melgaço. A associação agrega já mais de 150 produtores parceiros de produção do Soalheiro e tem como propósito contribuir para a produção de uvas e de vinho de qualidade, contribuindo para a afirmação da identidade histórico-cultural, patrimonial, económica e social dos territórios ligados a uma produção de excelência.

No plano de trabalhos está ainda o apoio ao desenvolvimento de uma tese de mestrado sobre a comunicação do Enoturismo, correlacionar a nutrição natural com a diferenciação aromática no âmbito da microbiologia das fermentações e apostar no desenvolvimento tecnológico com base na viticultura de precisão.

Comente este artigo

O artigo foi publicado originalmente em Voz do Campo.

Anterior El coeficiente provisional del pago verde vuelve a bajar en 2019 y se sitúa en el 51,59% según el Fega
Próximo AgroVida novembro - Um lampejo de bom senso - editorial de Teresa Silveira

Artigos relacionados

Nacional

Herdade do Freixo do Meio “beneficiou de cerca de 20% de apoios comunitários, no entanto, os subsídios prejudicam-nos bastante mais do que nos ajudam”, diz coordenador

Decorre esta terça feira, dia 10 de março de 2020, o evento ‘O Alentejo Social Innovation Safari’, organizado pelo Centro Europe Direct Alentejo […]

Últimas

Bragança recebe I Congresso Ibero-Americano dedicado à Carne – 24 e 25 de outubro

A Escola Superior Agrária de Bragança acolhe nos dias 24 e 25 de outubro, o I Congresso Ibero-Americano de Marcas de Qualidade de Carne e dos Produtos Cárneos. […]

Notícias máquinas agrícolas

Grupo Auto-industrial líder no mercado de tractores em 2017

Em 2017, o Grupo Auto-Industrial matriculou 1.378 tractores novos em Portugal, o que lhe permitiu assegurar a liderança no mercado nacional como o principal importador a operar neste mercado.