A ministra do Ambiente sugeriu hoje que quem se sente penalizado em relação a captações de água por regularizar submeta de novo o processo e “a resposta será dada em tempo útil”.
A garantia da ministra foi dada numa audição na Comissão de Ambiente e Energia, na Assembleia da República.
Na semana passada, os produtores de milho e sorgo apontaram para, pelo menos, 2.000 captações de água por regularizar, como furos, charcas e poços, e pediram a intervenção da ministra do Ambiente.
“A Anpromis [Associação Nacional dos Produtores de Milho e Sorgo] concluiu no mês de julho um levantamento do número de captações de água que se encontram por regularizar, que aponta para cerca de 2.000 captações entre furos, charcas e poços”, indicou, em comunicado.
Citado na mesma nota, o presidente da Anpromis, Jorge Neves, ressalvou que este é provavelmente um número bastante inferior ao real e sublinhou que algumas destas captações não estão regularizadas devido ao extravio, em 2010, por parte da administração, dos processos entregues na Agência Portuguesa do Ambiente.
A ministra disse que se vai regularizar o que for possível, que os arquivos não estão perdidos e que a Agência Portuguesa do Ambiente está disponível para trabalhar no processo com as associações.















































