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Fernando Paiva: “Com a flor de castanheiro, os vinhos parecem aguentar-se melhor”

por Público
14-04-2023 | 11:37
em Nacional, Últimas
Tempo De Leitura: 6 mins
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Professor de História reformado, Fernando Paiva dedica-se à vinha há quase 30 anos, começou por fazer sumo de uva e hoje é um dos produtores de vinho com mais experiência em agricultura biodinâmica.

Na Quinta da Palmirinha, perto de Amarante, no vale do Sousa, há galinhas e patos na vinha e em vez de sulfuroso Fernando Paiva, o produtor e um pioneiro da agricultura biodinâmica em Portugal (tem certificação desde 2008), já aplica flor de castanheiro no mosto. O professor de História, agora reformado, é co-autor da patente registada para a solução. Quando comprou a vinha (parcelas em Felgueiras e Amarante) procurava ocupar-se para lá da aposentação, depressa percebeu que o que fazia sentido era ter uma produção mais sustentável. Já se dedica à vinha há quase 30 anos, começou por fazer sumo de uva e hoje faz vinhos de intervenção mínima, 15 mil garrafas por ano, essencialmente das variedades Loureiro e Azal.

O professor não fez sempre vinho, como é que vem parar ao vinho?
Comecei com este projecto em 2000. Foi o ano em que eu me reformei. E comecei por transformar as uvas em sumo. As vinhas já tinham sido plantadas há uns 6 ou 7 anos. Portanto, comecei a fazer sumo de uva pasteurizado e depois pedi a certificação biológica, que eu obtive em 2004. E depois a certificação biodinâmica, que foi concedida efectivamente em 2008. Entretanto, meteu-se aquele período da crise financeira e o mercado do sumo foi-se um bocado abaixo e eu comecei então a ir para o vinho. O primeiro vinho com o selo Demeter foi para o mercado em 2008.

E quando plantou estas vinhas, já era com o intuito de ter aqui uma outra actividade?
Sim era, ainda era muito nova para encostar, para não fazer nada. Tinha aqui a vinha e queria fazer as minhas experiências. As uvas estavam por preços muitíssimo baixos e ainda por cima corria o risco de perder saúde ao lidar com químicos, porque as vinhas estavam em convencional. Utilizavam-se [aqui] bastantes químicos. Arrisquei ir por outro caminho. Depois fez-se uma conversão. Os vinhos a partir de 2010 começaram a ter bastante sucesso no mercado externo e depois o mercado interno também começou a interessar-se pelos vinhos e hoje as coisas estão a correr muito bem. O vinho vende-se muito bem.

Que área de vinha tem e qual a produção anual?
São 3 hectares, que incluem uma parcela pequena em Amarante, uma parcela pequena. Em média 15 mil garrafas. Tenho Azal, Loureiro – do qual também faço um vinho de curtimenta – e Arinto. São vinhos monovarietais, excepto o Azal que normalmente é misturado com o Arinto, que vem de uma parcela pequena, em fase de desenvolvimento neste momento. Teve de ser replantado porque a vinha anterior a esta foi atacada pela flavescência dourada. O ataque já era de tal maneira grande que a solução teve de ser essa.

E não apareceu nas outras parcelas?
Aparece de vez em quando, mas nós agora já conhecemos melhor o problema e actuamos mais depressa.

Como é que se trata isso estando no regime de agricultura biodinâmica?
Na região [dos Vinhos Verdes], somos obrigados a fazer um tratamento com insecticidas contra o vector da doença, a cigarrinha.

A obrigação virá do princípio de que a vossa vinha não é só a vossa vinha, é uma vinha vizinha de outras vinhas.
Exactamente. E nesta situação a certificadora, que é a Demeter Internacional, permite que nós utilizemos o insecticida sem que isso nos custe a certificação, desde que esse insecticida esteja homologado pela certificadora. São insecticidas que estão homologados mesmo para a agricultura biológica e para a agricultura biodinâmica.

E como é que surgem as galinhas na vinha?
Inicialmente, o projecto era criar frangos biológicos, para carne. Era um projecto com perspectivas económicas. Só que na altura era muito complicado o abate, para a comercialização, e nós fomos aguentando durante algum tempo e depois acabamos por desistir da ideia de economia. E pensámos apenas no interesse para o equilíbrio ecológico. Estamos a falar talvez de 2007, 2008. E a partir daí as aves estão aqui na vinha para controlar algumas plantas e para controlar sobretudo insectos. E para fazer a fertilização do solo. Porque, desta maneira, nós conseguimos ter um solo com algum equilíbrio, sem precisamos de incorporar matéria orgânica vinda de fora, porque as aves fazem esse papel.

Como temos coberto vegetal permanente, o insecto também se alimenta no chão e já não ataca tanto a videira.

Fernando Paiva, produtor da Quinta da Palmirinha

Em relação aos insectos…
As galinhas comem muitos insectos, comem muita proteína animal. Comem o que encontram. Por exemplo, há um bicho que nesta altura, no abrolhamento, se instala nos gomos e se alimenta deles. Rói aquilo tudo e nós só damos conta passado um tempo, quando vemos as outras videiras vizinhas cheias de vigor e aquelas parece que morreram. Aqui no Norte, o nome comum popular desse insecto é Casaca-de-ferro. É do tamanho de um escaravelho, cinzento-escuro e muito rijo, por isso é que lhe chamam de ferro. Normalmente está no solo e trepa para as plantas para se alimentar. E com as galinhas e os patos – que são mais recentes, e no futuro vamos ter também gansos – esse problema deixou de existir. E como temos coberto vegetal permanente, o insecto também se alimenta no chão e já não ataca tanto a parte fina [da videira].

E este coberto é espontâneo?
Este que temos aqui é espontâneo. Mas, quando nós temos algumas ervas que são invasoras e que vão prejudicar o desenvolvimento das videiras, quando elas colonizam e impedem que haja alguma diversidade no solo, fazemos uma sementeira, normalmente, de aveia.

E porquê aveia?
A aveia é um cereal que tem raízes muito profundas e, para além de ocupar o espaço, desenvolve galerias no subsolo, que nos vai permitir depois tornar o solo mais descompactado. A água da chuva cai e penetra ali. Tem um período de duração relativamente curto e aquelas raízes que ficam lá vão decompor-se, são matéria orgânica também para as videiras.

Que desvantagens existem em ter estes animais na vinha. As ovelhas, sei que têm de ser retiradas antes da floração.
As ovelhas costumam vir para aqui durante o período de Inverno. São emprestadas, já cá não estão já saíram. Quando a videira começa a puxar e os botões começam a inchar e a tornar-se mais doces, elas começam a comer, portanto, têm que ser retiradas. Normalmente, as ovelhas podem estar na vinha entre o período imediatamente após a vindima e o fim de Fevereiro.

E as galinhas, chegam às uvas?
As galinhas chegam. E gostam das uvas, temos que as prender quando as uvas começam a amadurecer. Aí por volta de 20 de Julho, mais ou menos.

Fale-me mais dos enrelvamentos e de outras práticas.
Semeamos também trevos e, sobretudo, aquelas plantas que nos trazem o azoto […]

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