A vinha habituou-se a adaptar-se ao clima e ao solo. Agora, começa a adaptar-se também à informação. Sensores, modelos e fenotipagem deixaram de ser novidade e começam a influenciar decisões tão básicas como quando regar, onde intervir ou quanto se poderá colher. Mário Cunha mostrou o que esta transição significa na prática e como pode alterar a relação entre observação e decisão no campo. A tecnologia entrou na viticultura como resposta à necessidade de produzir com mais estabilidade, prever melhor […]

















































