Na região Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, verificou-se uma subida da cotação da nabiça à saída de produção (SP) em molho de 24% e alface frisada estufa SP categoria II calibre >100g em 20%, devido a uma diminuição da oferta. A cotação da cebola de conservação SP saco teve uma desvalorização de 13%, resultado de uma maior oferta.
Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, a depressão Kristin afetou significativamente a produção de hortícolas, bem como as infraestruturas, as vias de acessos, e fornecimento de energia elétrica. As inundações registadas na semana em análise agravaram ainda mais, a produção de hortícolas. Os solos encontram-se saturados e alagados, impossibilitando realização da colheita e respetivas transações, nomeadamente de couves: “Brócolos”, couve-flor, “Lombardo”, “Penca”, “Repolho Liso” e “Roxa”, espinafre, grelo
de couve e nabiças. Verificou-se escassez de produto associada a uma acentuada perda de qualidade.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização dos produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificou-se um aumento das cotações do tomate “Redondo” SP médio em 80% e “Coração de Boi” SP grado 25%, devido a uma maior procura, menor oferta, que foi baixa, e melhor qualidade dos produtos face à semana anterior. Também se verificou um aumento da procura, associado a uma oferta média, que fez subir as cotações do tomate “Redondo” SP grado em 19% e da batata-doce SP não calibrada 10%. As cotações do alho-francês SP não calibrado registaram igualmente uma subida significativa, de 40%, assim como as do nabo com rama SP, que aumentaram 17%, devido a uma maior procura e a uma oferta quase nula de produto de melhor qualidade. A cotação da alface lisa estufa SP valorizou 16%, devido a um aumento da procura com oferta baixa. Em sentido contrário, registaram-se descidas nas cotações da couve “Brócolos” SP não calibrada em 42% e do tomate “Redondo maduro” SP grado 36%, consequência da diminuição da procura, associada a uma oferta baixa e de pior qualidade. Já uma menor procura, conjugada com oferta alta, levou a uma desvalorização das cotações da couve-flor SP não calibrada em 37% e curgete SP não calibrada 33%. A cotação da couve “Repolho Tipo Coração” SP não calibrada registou uma descida de 23%, devido à redução da procura, aumento da oferta, que foi média e de qualidade inferior. A procura de alface frisada SP não calibrada também diminuiu, a oferta foi quase nula e de qualidade inferior, resultando numa descida da cotação de 18%. Por fim, a cotação da abóbora “Tipo Francesa” SP desvalorizou 11%, refletindo uma menor procura face a uma oferta média/baixa.

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Cotações – Produtos Hortícolas – 26 de janeiro a 1 de fevereiro de 2025













































