O Censo Mundial de Cegonha-branca decorre de 15 março até ao final de junho, com o objetivo de recensear o número total de ninhos existentes em todo o território nacional. Desde 1974 este Censo é realizado internacionalmente de 10 em 10 anos.
Em Portugal, a coordenação é do ICNF, sendo que este ano decorrerá, em paralelo, o 7º Censo Nacional de Cegonha-branca.
Os dados são recolhidos por município, determinando a quantidade de ninhos ocupados e de ninhos vazios, assim como a tipologia do suporte onde os ninhos são construídos.
Em virtude da sua conspicuidade e comportamento, tolerante à proximidade do Homem, a cegonha-branca (Ciconia ciconia) é uma espécie que tem permitido desenvolver uma consciência popular de conservação a ela associada, com uma importância fundamental na sensibilização e educação ambiental.
No entanto, tem sido precisamente a sua proximidade ao Homem que tem vindo a gerar, por vezes, alguma incompatibilidade com certas atividades humanas.
Este censo é, assim, fundamental para compreender os fenómenos populacionais e comportamentais da espécie no nosso território, tendo em vista a redução, tanto quanto possível, das situações de conflito acima referidas, nas áreas onde a sua presença é mais acentuada. Por outro lado, permite estimar a dimensão e a tendência da população nacional nidificante.
< >Caso tenha interesse e disponibilidade em participar neste Censo deverá contatar os Coordenadores Regionais da sua área:
- Direção Regional Conservação da Natureza e das Florestas do Norte
Carlos Pedro Santos: [email protected] - Direção Regional Conservação da Natureza e das Florestas do Centro
Isa Sofia Teixeira: [email protected] - Direção Regional Conservação da Natureza e das Florestas de Lisboa e Vale do Tejo
Luiz Silva: [email protected] - Direção Regional Conservação da Natureza e das Florestas do Alentejo
Carlos Carrapato: [email protected] - Direção Regional Conservação da Natureza e das Florestas do Algarve
Sérgio Correia: [email protected]
Poderá também contatar os Coordenadores Nacionais:
- Filipe Moniz: [email protected]
- Frederico Lobo: [email protected]
- Nuno Ventinhas: [email protected]
O artigo foi publicado originalmente em ICNF.














































