Castelo Branco e Idanha-a-Nova integram prevenção estrutural do Tejo Internacional

Castelo Branco e Idanha-a-Nova integram prevenção estrutural do Tejo Internacional

O Governo alargou a Castelo Branco e Idanha-a-Nova a participação na implementação de projetos de prevenção estrutural contra incêndios no Parque Natural de Tejo Internacional, inicialmente prevista apenas para Vila Velha de Ródão e Nisa.

A Resolução do Conselho de Ministros n.º 62/2019, publicada em Diário da República, no dia 01, explica que, no projeto de prevenção estrutural contra incêndios e de restauro relativo ao Parque Natural do Tejo Internacional (PNTI) e ao Monumento Natural das Portas de Ródão, estabelece-se que a entidade responsável pela sua implementação é o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), com o apoio dos municípios de Vila Velha de Ródão e Nisa.

“Ora, o Parque Natural do Tejo Internacional e o Monumento Natural das Portas de Ródão abrangem áreas de quatro concelhos – Vila Velha de Ródão, Nisa, Castelo Branco e Idanha-a-Nova – pelo que se torna importante reconhecer, também, estes dois últimos municípios como parceiros na implementação do referido projeto”, lê-se no documento.

Adianta ainda que o facto de esses projetos não preverem a possibilidade de execução das medidas definidas fora dos limites das áreas protegidas “pode constituir, em alguns casos, um entrave à eficaz prossecução dos objetivos de prevenção estrutural, de restauro e conservação de habitats prioritários presentes naquelas áreas protegidas”.

“Torna-se, assim, importante prever que as medidas específicas dos vários projetos possam ser executadas, sempre que tal se justifique, em áreas protegidas e, concomitantemente, em áreas envolventes”, conclui.

Os projetos de prevenção estrutural contra incêndios no PNTI e no Monumento Natural das Portas de Ródão incluem medidas específicas como a prevenção estrutural e vigilância, a redução do risco de incêndio, nomeadamente através da criação de faixas de gestão de combustível em mosaico, da limpeza de trilhos e da beneficiação de acessos.

O controle de espécies invasoras e exóticas, a redução da carga combustível através da realização de fogo controlado, a reconversão de áreas de eucaliptais abandonados, a execução de ações de arborização e rearborização com espécies autóctones, a manutenção em funcionamento de campos de alimentação para aves necrófagas e a realização de campanhas de sensibilização para as boas práticas silvopastoris, estão ainda entre as medidas inscritas.

Fonte: Sapo.pt

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O artigo foi publicado originalmente em Gazeta Rural.

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