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As primeiras alfaces em Marte podem ser portuguesas

por Dinheiro Vivo
18-01-2019 | 13:38
em Nacional, Últimas
Tempo De Leitura: 7 mins
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Um pequeno passo para a alface, um salto gigantesco para a alimentação. É isto que a empresa Grow to Green, um spin-off do grupo de engenharia e certificação ISQ, promete com o seu projeto de produção de alimentos indoor. Na prática, é possível gastar menos 98% de água na produção de alface, o que permite cultivar o legume diretamente no supermercado, no deserto ou, quem sabe um dia, em Marte.

“Percebemos que a área da alimentação tem um grande impacto a nível mundial e que tínhamos que revolucionar, reinventar o modo como se produzem alimentos”, começa por explicar Pedro Matias, presidente do Grupo ISQ, em entrevista à Insider/Dinheiro Vivo.

“O que nós fizemos no projeto Grow to Green foi provar que é possível produzir num ambiente indoor, dentro de câmaras frigoríficas digamos assim, determinados tipos de alimentos e que essa produção tem um impacto muito diminuto a nível do ambiente”, acrescentou.

O que começou como um projeto de investigação e desenvolvimento dentro do grupo, é agora uma nova empresa que está no mercado e que tem como clientes grandes superfícies comerciais e mercearias.

Além da redução gigante no consumo de água necessária para produzir uma alface, Pedro Matias destaca que os produtos que são produzidos usando a tecnologia da Grow to Green “não têm químicos, não têm pesticidas” e podem ter “três ou quatro colheitas por ano”. Ou seja, além do ambiente, ganha também a saúde do consumidor.

“Se nós tivermos a produzir estes alimentos logo à partida num ambiente imaculado, não vão existir bichinhos, não precisamos de lá pôr o inseticida. Do ponto de vista dos cuidados de saúde, é de alta importância para o ser humano, não está a consumir produtos contaminados”.

A poupança no processo de produção estende-se ainda à área que um agricultor precisa de ter disponível. “Um hectare de produção de qualquer tipo de alimento, que são 10 mil metros quadrados grosso modo, pode ser convertido numa câmara com 20 ou 30 metros quadrados de espaço”, explica Pedro Matias.

“A pegada ecológica de transporte dos alimentos deixa de acontecer, porque se pusermos dentro de um hipermercado várias câmaras, é o próprio consumidor que vai à câmara. A alface escusa de vir de qualquer região do país ou do globo e ter que ser transportado”, acrescentou.

Apesar de ainda não ter um projeto com as principais agências espaciais nesta área, Pedro Matias garante que “se houver qualquer empresa ou agência espacial que queira levar para Marte uma pequena câmara frigorífica da Grow to Green, pode levá-la e pode produzir alfaces, manjericão, tomilho, salsa, coentros. No fundo comer uma salada, como deve ser, a vários quilómetros de altitude”.

“Hoje em dia já é possível, não é ficção científica e já é possível com tecnologia portuguesa, isso é uma coisa que também nos deve encher de orgulho”, adianta.

As ‘alfaces marcianas’ são um de vários projetos que estão a ser desenvolvidos no ISQ e que provam que a tecnologia vai ser fundamental para resolver muitos dos problemas de sustentabilidade que o planeta enfrenta atualmente.

Tecnologia é ‘arma secreta’ na luta pela sustentabilidade

“O desenvolvimento sustentável, a evolução da espécie humana e do planeta Terra – o desafio é gigantesco. Se nós pensarmos que hoje somos cerca de sete mil milhões de pessoas no planeta Terra e a influência desses sete mil milhões de habitantes já é o que é, imaginemos aquela que será quando formos dez mil milhões. O impacto vai ser brutal”, defende o presidente do ISQ.

Grandes desafios exigem grandes medidas – e é aí que a tecnologia vai representar um papel fundamental -, mas antes é necessário cumprir outra etapa crucial: alertar para o problema e mudar mentalidades.

Foi isto que levou o executivo e Diogo Alves, vice-presidente na A2D Consulting e diretor da Associação Federal Alemã de Sustentabilidade, a escreverem um livro sobre o tema. Binómio Tecnologia & Sustentabilidade – 7 Lições de Colaboração, Inovação e Liderança em Portugal e na Europa é lançado esta sexta-feira, em Lisboa.

À esquerda, Diogo Alves, vice-presidente da A2D Consulting. À direita Pedro Matias, presidente do Grupo ISQ. Foto: Filipa Bernardo/ Global Imagens

“Este livro pretende alertar consciências, alertar pessoas e sobretudo demonstrar que há exemplos práticos e que é possível fazer diferente”, explica Pedro Matias.

A primeira lição do livro, por exemplo, está relacionado com o consumo excessivo de combustíveis fósseis e de como uma nova tecnologia, a fusão nuclear, que tenta reproduzir o mecanismo de transformação da energia do Sol na Terra, pode ser a solução. Há um projeto internacional, o ITER, no qual o ISQ também participa, que está a tentar alcançar este objetivo e que pode abrir portas para uma fonte de energia ilimitada.

“Estamos a procurar mecanismos e novas formas de fazer coisas porque temos mais tecnologia disponível para o fazer. Há uns anos não o conseguiríamos fazer. Só chegamos a esse ponto porque o ser humano esteve a degradar o planeta durante estes últimos anos, desde a revolução industrial, a um ritmo acelerado”, disse Diogo Alves.

“Em 30 anos vamos ter um crescimento avassalador na população a nível mundial e isso provoca muitos problemas, quer a nível de alimentação, quer a nível de água, quer a nível de energia”, acrescentou.

Como o tema da sustentabilidade é uma prioridade cada vez maior na agenda de governos, empresas e cidadãos, mas ainda há um longo caminho a percorrer, isso levou à criação do livro e que dá destaque a vários projetos portugueses e europeus.

“A ciência e a produção do conhecimento são realmente alguns dos motes deste livro, mas também temos que ter em conta os problemas que enfrentamos no planeta Terra. É isso que temos de atacar e mostrar um sinal positivo também, ou seja, que a tecnologia e o comportamento do ser humano pode ser alterado e que estamos a tempo de fazer coisas boas pelo planeta”, explicou o executivo da A2D Consulting.

“Muitas vezes há locais do mundo em que já se tem comportamentos em prol do desenvolvimento sustentável, mas há outros locais em que ainda não. A tecnologia muitas vezes já o permite, mas a cultura, a sociedade, o ser humano ainda não os pratica”, disse por seu lado Pedro Matias.

Sobretudo para as gerações mais novas, o tema da sustentabilidade já é importante o suficiente para influenciar inclusive as decisões de consumo. “Quando o consumidor percebe que pode ter uma opção e pode escolher isso ter um resultado, ele vai querer tomar essa decisão”, sublinha o presidente do Grupo ISQ.

A influência do consumidor vai depois ter impacto até nas profissões do futuro. Com alfaces que consomem 98% menos água, a tarefa do agricultor também evoluir.

“O próprio agricultor, com tecnologias como a produção de alimentos indoor, vai passar a ser cada vez mais um cientista agrónomo. O que ele vai fazer é controlar se as plantas têm o nível de água necessário, os nutrientes necessários, se estão à temperatura necessária, muito mais do que aquele trabalho braçal e físico. A lógica aqui é, eu num curto espaço consigo produzir muito mais e tenho que estar num trabalho muito mais cognitivo”, exemplifica Diogo Alves.

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