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– 11-01-2013 |
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Angolanos ligados � Newshold t�m acordo para comprar dona do atum Bom PetiscoInvestidores angolanos ligados � Newshold estáo a negociar a compra da empresa de conservas dona da marca Bom Petisco, confirmou � Lusa fonte oficial da empresa conserveira. "De facto, está a decorrer um processo nesse sentido", disse fonte oficial, remetendo para mais tarde a divulga��o de novas informações sobre o neg�cio que refor�a o interesse de Angola pelas empresas portuguesas. De acordo com os dados recolhidos pela Lusa, o acordo de compra será para 80% das empresas Cofaco e Coresa. A Cofaco, segundo a sua p�gina na Internet, � uma empresa "exclusivamente a�oriana" e tem actualmente duas f�bricas no arquip�lago, uma na ilha do Pico (Madalena do Pico) e outra na ilha de S. Miguel (Rabo de Peixe). � esta empresa a respons�vel pela fabrica��o das conservas Bom Petisco ou Pit�u, cabendo � Coresa a sua comercializa��o. Nestas duas empresas, segundo os registos do Ministério da Justi�a, j� aparece como vogal do Conselho de Administração das duas sociedades, Emanuel Jorge Alves Madaleno. Este � um dos donos da Pineview Overseas, a sociedade `offshore` registada no Panam� detentora da maioria do capital da Newshold, que se assumiu como candidata � eventual privatiza��o da RTP. Na última edição do jornal Sol de 2012, o gestor angolano �lvaro Sobrinho (presidente não executivo do BES Angola) revelou ser accionista da Pineview Overseas e disse mesmo que esta "� detida em partes iguais pelos cidad�os" Carlos de Oliveira Madaleno, Generosa Alves dos Santos e Silva Madaleno, �lvaro de Oliveira Madaleno Sobrinho, S�lvio Alves Madaleno e Emanuel Jorge Alves Madaleno, todos da sua esfera familiar. J� em Novembro, o Correio dos A�ores dava conta de que investidores angolanos estavam a negociar a entrada no capital destas empresas através da aquisi��o de 80% do capital que o Grupo Machado detinha na Cofaco, continuando Lu�s Tavares, actual presidente da Cofaco e vogal da administração da Coresa, a deter 20% do capital social do grupo conserveiro nos A�ores. A concretização do neg�cio de compra estar� ainda dependente da regulariza��o da parte financeira pelos investidores angolanos. Para breve estáo Também previstas mexidas nos Conselhos de Administração das duas empresas. Fonte: Lusa
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