A agricultura e a floresta portuguesas são pilares fundamentais da economia e da gestão do território, mas enfrentam hoje desafios que vão muito além da produção de bens alimentares e matérias-primas. A sua relevância mede-se não apenas pelo contributo para o Produto Interno Bruto (PIB), Valor Acrescentado Bruto (VAB), emprego e comércio externo, mas também pelo papel na sustentabilidade ambiental, na coesão social e na resiliência dos territórios rurais, sendo importante uma análise que permita compreender esta realidade.
A recente edição da publicação CULTIVAR – O futuro da Política Agrícola Comum (PAC) disponibilizada pelo Gabinete de Planeamento Políticas e Administração Geral (GPP), integra uma Separata, onde se pretende dar uma perspetiva da evolução do setor desde a adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia, em 1986, até aos nossos dias e, simultaneamente, apresentar um retrato que se projete para o futuro e possa apoiar a reflexão que se avizinha.
Os dois artigos complementares do GPP, mostram que a agricultura e a floresta nacionais são essenciais para a economia, o território e a sustentabilidade, embora enfrentem desafios a diversos níveis. A Separata começa por chamar a atenção para a recente alteração de metodologia nas estimativas das Contas Nacionais. Analisa depois a evolução do complexo agroflorestal, destacando tendências como a redução do peso no VAB e no emprego, o crescimento das exportações e os impactos no setor. Aborda de seguida a estrutura produtiva, o envelhecimento dos agricultores, a concentração fundiária, as alterações climáticas, bem como os desafios da gestão florestal, propondo no seu conjunto uma visão integrada para a reflexão sobre o futuro dos territórios rurais.
Separata – Agricultura e floresta: indicadores económicos e estruturais – pdf | E-book
Consulte a edição n.º 34 da publicação CULTIVAR – O Futuro da Política Agrícola Comum pdf | ebook (PT) | pdf | ebook (EN)
Fonte: GPP

















































