Em Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, verificou-se uma redução da oferta, que conduziu à subida das cotações do feijão-verde “Riscadinho” à saída de produção (SP) II, em caixa, de 50%, da curgete SP não calibrada, em caixa, de 43%, do feijão-verde “Achatado Direito” estufa SP II e do tomate “Cacho” estufa SP calibre 67-81, ambos em caixa, de 25%, do alho francês SP II >20, em caixa, de 15%, do tomate “Sulcado” estufa SP II 67-81, em caixa, de 14%, da cebola de conservação SP II 50-70, em saco, e do tomate “Sulcado” estufa SP II >81, em caixa, de 13%, e do grelo de nabo SP, em molho, de 11%. Por outro lado, o aumento da oferta, desvalorizou as cotações do tomate “Cereja” estufa SP I não calibrado, em caixa, em 25%, do tomate “Coração de Boi” SP grado, em caixa, e da abóbora “Mogango”, à unidade, em 20%.
Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, as condições climatéricas afetaram a produção, tanto em quantidade como em qualidade, contribuindo para uma diminuição da oferta de produto de qualidade e, consequentemente para a subida da cotação da curgete SP não calibrada, em caixa, de 25%. Registou-se igualmente uma subida das cotações, devido à menor oferta, do pepino estufa SP II calibre >250, em caixa, de 17%, e do tomate “Alongado” estufa SP II 47-56, em caixa, e do tomate “Coração de Boi” SP grado, também em caixa, de 11%.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificou-se uma subida acentuada da cotação do tomate “Chucha” SP médio, em caixa, de 246%, e uma subida menos expressiva do tomate “Cherry” SP, em caixa, de 25%, devido a uma maior procura, associada a uma oferta reduzida de produto de melhor qualidade face à semana anterior. Registou-se também uma subida expressiva da cotação da alface lisa estufa SP categoria II calibre >100, em caixa, de 88%, e de forma menos acentuada, da alface frisada II SP não calibrada, em caixa, de 25%, e do alho francês SP não calibrado, em caixa, de 10%, resultado de uma maior procura perante uma oferta quase nula de melhor qualidade. O aumento da procura, associado a uma oferta média de produto de melhor qualidade, levou ainda à valorização das cotações do tomate “Redondo maduro” SP grado, em caixa, de 41% e da abóbora “Tipo Francesa” SP, em palote, de 20%. Registou-se igualmente uma subida das cotações da curgete SP não calibrada, em caixa, de 38%, do tomate “Redondo” SP médio, em caixa, de 34% e do tomate “Chucha” SP grado, em caixa, de 28%, num contexto de maior procura e de oferta elevada de produto de melhor qualidade. No que respeita às descidas, a diminuição da procura, associada a uma menor oferta, que se apresentou média e de qualidade inferior, levou à desvalorização das cotações da couve “Brócolos” SP não calibrada, em palote, de 49%, e da batata-doce SP não calibrada, em caixa, de 39%. A menor procura, associada a uma oferta elevada de produto de pior qualidade, fez descer as
cotações do tomate “Coração de Boi” SP grado, em caixa, em 36% e da couve-flor SP não calibrada, em caixa, em 19%. Por fim, registaram-se as decidas das cotações do pimento vermelho e do pimento verde, ambos SP não calibrados, em palote, de 28% e de 12%, respetivamente. No caso do pimento vermelho, a descida resultou de uma redução da procura, associada a uma oferta baixa; no pimento verde, a redução da procura ocorreu perante uma oferta média.















































