Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Mau tempo: Mais de 50 explorações suinícolas sem energia elétrica em Leiria

    ipma

    IPMA: Chuva, vento e agitação marítima – Depressão NILS continente – Comunicado

    assembleia da republica logo

    Reunião da Comissão de Agricultura e Pescas – 11 de fevereiro

    Mau tempo: Depressão Nils traz chuva e vento fortes apesar de não afetar diretamente Portugal – IPMA

    food fork knife

    Agroalimentar quer reforçar marca Portugal e entrar na Arábia Saudita

    river flood water

    Mau tempo: Caudal do Mondego registava mais de 1.700 metros cúbicos por segundo às 14:00

    PortugalFoods

    PortugalFoods apresenta as 10 grandes tendências do setor agroalimentar para 2026

    Mau tempo: Cheia no Baixo Mondego poderá impedir produção de arroz

    Mau tempo: Aviso laranja de chuva estende-se hoje a Coimbra afetando sete distritos do Norte e Centro

  • Opinião

    Abacate: uma cultura em forte afirmação nas agriculturas de Portugal

    Notas sobre a Sustentabilidade Operacional do PEPAC

    luis caixinhas

    Marca tridimensional ou desenho ou modelo: como proteger a forma dos produtos agroalimentares

    Francisco Avillez

    A Reforma da PAC pós-2027: breves reflexões sobre o orçamento proposto pela CE

    Filipe Corrêa Figueira

    Estão a encurralar os Agricultores… e não vai acabar bem!

    Sinais dos tempos. Notas sobre a PAC e o Acordo UE-Mercosul

    Douro: não há excesso de produção, há excesso de oferta

    António Covas

    A inteligência coletiva territorial da 2ª ruralidade – As áreas de baixa densidade (ABD)

    Jaime Piçarra

    O que marcou 2025 e o que esperar para 2026

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Cotações – Cereais – 26 de janeiro a 2 de fevereiro de 2025

    10/02/2026

    Cotações – Ovinos e Caprinos – 2 a 8 de fevereiro de 2025

    10/02/2026

    Cotações – Aves e Ovos – 2 a 8 de fevereiro de 2025

    10/02/2026

    Cotações – Coelhos – 2 a 8 de fevereiro de 2025

    10/02/2026

    Cotações – Bovinos – 2 a 8 de fevereiro de 2025

    10/02/2026

    Cotações – Leite – Fevereiro 2026

    10/02/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Mau tempo: Mais de 50 explorações suinícolas sem energia elétrica em Leiria

    ipma

    IPMA: Chuva, vento e agitação marítima – Depressão NILS continente – Comunicado

    assembleia da republica logo

    Reunião da Comissão de Agricultura e Pescas – 11 de fevereiro

    Mau tempo: Depressão Nils traz chuva e vento fortes apesar de não afetar diretamente Portugal – IPMA

    food fork knife

    Agroalimentar quer reforçar marca Portugal e entrar na Arábia Saudita

    river flood water

    Mau tempo: Caudal do Mondego registava mais de 1.700 metros cúbicos por segundo às 14:00

    PortugalFoods

    PortugalFoods apresenta as 10 grandes tendências do setor agroalimentar para 2026

    Mau tempo: Cheia no Baixo Mondego poderá impedir produção de arroz

    Mau tempo: Aviso laranja de chuva estende-se hoje a Coimbra afetando sete distritos do Norte e Centro

  • Opinião

    Abacate: uma cultura em forte afirmação nas agriculturas de Portugal

    Notas sobre a Sustentabilidade Operacional do PEPAC

    luis caixinhas

    Marca tridimensional ou desenho ou modelo: como proteger a forma dos produtos agroalimentares

    Francisco Avillez

    A Reforma da PAC pós-2027: breves reflexões sobre o orçamento proposto pela CE

    Filipe Corrêa Figueira

    Estão a encurralar os Agricultores… e não vai acabar bem!

    Sinais dos tempos. Notas sobre a PAC e o Acordo UE-Mercosul

    Douro: não há excesso de produção, há excesso de oferta

    António Covas

    A inteligência coletiva territorial da 2ª ruralidade – As áreas de baixa densidade (ABD)

    Jaime Piçarra

    O que marcou 2025 e o que esperar para 2026

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Cotações – Cereais – 26 de janeiro a 2 de fevereiro de 2025

    10/02/2026

    Cotações – Ovinos e Caprinos – 2 a 8 de fevereiro de 2025

    10/02/2026

    Cotações – Aves e Ovos – 2 a 8 de fevereiro de 2025

    10/02/2026

    Cotações – Coelhos – 2 a 8 de fevereiro de 2025

    10/02/2026

    Cotações – Bovinos – 2 a 8 de fevereiro de 2025

    10/02/2026

    Cotações – Leite – Fevereiro 2026

    10/02/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal

Produção de vinho deverá cair 11% em 2025. Douro, Lisboa e Alentejo com as maiores quebras

por Vida Rural
29-07-2025 | 12:41
em Nacional, Últimas, Notícias mercados
Tempo De Leitura: 6 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

O Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) prevê que a produção de vinho em Portugal para a campanha 2025/2026 se situe em 6,2 milhões de hectolitros, o que representa uma quebra de 11% face ao ano anterior e 12% abaixo da média das últimas cinco campanhas.

De acordo com o relatório divulgado, as quebras mais acentuadas concentram-se em três das principais regiões produtoras: Douro (-20%), Lisboa (-15%) e Alentejo (-15%). Em conjunto, estas regiões representam uma redução de cerca de 679 mil hectolitros em comparação com a campanha de 2024/2025.

Em contraste, as regiões do Dão, Beira Interior, Algarve e Açores antecipam um aumento na produção. Já nas regiões da Bairrada e de Távora-Varosa, as previsões apontam para uma manutenção dos níveis registados na campanha anterior.

A quebra prevista deve-se principalmente à instabilidade meteorológica durante a primavera, com precipitação intensa e temperaturas amenas que favoreceram o surgimento de doenças fúngicas, especialmente o míldio, afetando o potencial produtivo das vinhas. Até à vindima, as condições climáticas — nomeadamente o risco de escaldão — serão determinantes para a quantidade e qualidade da colheita, apontam as estimativas.

Previsões por região
Na região dos Vinhos Verdes, a produção deverá registar uma quebra de cerca de 5%, com o documento a referir que o início do ciclo vegetativo foi “regular e uniforme”, com alguns focos de míldio antes da floração, principalmente em vinhas mais antigas, enquanto as mais recentes apresentam um desempenho produtivo mais consistente.

Além disso, é ainda apontado que a produtividade média “não deverá ser afetada de forma relevante”, graças à entrada em produção de novas vinhas. Caso não se verifiquem ondas de calor até à vindima, prevê-se uma colheita de uvas de “excelente qualidade”.

Na região de Trás-os-Montes, prevê-se uma redução de cerca de 5% na produção, com a quebra a estar associada a dificuldades durante o vingamento e a alguns episódios isolados de míldio.

Já no Douro, a produção de vinho deverá registar uma queda de 20%. Segundo o relatório, as condições meteorológicas da primavera favoreceram o desenvolvimento do míldio, que causou perdas significativas, especialmente nas vinhas onde os tratamentos não foram aplicados atempadamente. A intensa precipitação comprometeu a floração e o vingamento, enquanto a floração tardia e concentrada, aliada ao escaldão provocado pelo calor, agravou o impacto na produção.

Na Bairrada, a produção deverá manter-se estável em relação à campanha anterior. As vinhas apresentam um “bom desenvolvimento vegetativo”, embora tenham ocorrido ataques de míldio durante a primavera, sobretudo em castas precoces e de maior vigor, devido à combinação de elevada humidade e temperaturas amenas.

No que toca à região do Dão, as vinhas mostram um “bom desenvolvimento vegetativo”, apesar de alguns episódios localizados de míldio e desavinho, principalmente nas castas Encruzado e Tinta Roriz. A produção deverá aumentar cerca de 15% face à campanha anterior, com previsões de boa qualidade. Estima-se ainda uma antecipação das vindimas em aproximadamente sete dias na zona sul da região.

Relativamente à região da Beira Interior, o impacto do míldio foi desigual entre sub-regiões, prevendo-se um aumento de produção entre 5% e 10% no Riba Coa, uma quebra de cerca de 15% na Cova da Beira e um acréscimo de 25% a sul da serra da Gardunha.

Tendo em conta o peso relativo de cada zona, estima-se um crescimento global da produção na ordem dos 10%. O início das vindimas está previsto para a primeira semana de setembro.

No que diz respeito a Távora-Varosa, a produção deverá manter-se em níveis semelhantes aos da campanha anterior. As uvas apresentam, de forma geral, um “bom estado sanitário”, sendo expectável uma colheita de “boa qualidade”.

Na região do Tejo, estima-se uma redução de 5% na produção. A campanha foi marcada por desafios meteorológicos e fitossanitários, como chuvas persistentes que favoreceram o míldio e episódios de calor intenso que causaram escaldão em algumas vinhas. Ainda assim, as vinhas apresentam “bom vigor e sanidade”, com uvas equilibradas em açúcares e acidez. Prevê-se uma colheita mais reduzida, mas de elevada qualidade.

Na região de Lisboa, prevê-se uma quebra de produção na ordem dos 15%. A campanha tem sido marcada por um ano especialmente chuvoso, com condições favoráveis ao desenvolvimento do míldio, sobretudo nas zonas costeiras. Verificam-se ainda ataques localizados, mas severos, de oídio em castas mais sensíveis. A redução produtiva resulta principalmente de um fraco vingamento e de um menor número de cachos por cepa.

Em relação à Península de Setúbal, estima-se uma redução de produção de cerca de 5%. A quebra deve-se ao impacto do míldio e da bagoinha, resultantes da chuva entre janeiro e maio, bem como ao escaldão no final de junho, que afetou principalmente as castas Castelão e Moscatel de Setúbal.

No entanto, as uvas apresentam, em geral, boa sanidade, e a menor incidência da cigarrinha-verde contribuiu para um melhor estado vegetativo da vinha. A vindima deverá iniciar-se com um atraso de uma a duas semanas face ao ano anterior.

Na região do Alentejo, a instabilidade meteorológica durante o ciclo vegetativo — com períodos de chuva e temperaturas elevadas — favoreceu o desenvolvimento do míldio.

Segundo o relatório, apesar disso, as vinhas mantêm um “bom estado sanitário”, embora apresentem um ligeiro atraso fenológico de 5 a 10 dias. Com base no número de cachos observados, prevê-se uma quebra de produção de cerca de 15% face à campanha anterior. As condições climatéricas até à vindima, em particular o risco de escaldão, serão determinantes para a quantidade e qualidade da colheita.

No território do Algarve, prevê-se um aumento de produção de cerca de 4%. De acordo com o documento do IVV, a campanha tem decorrido em condições favoráveis, beneficiando de uma pluviometria mais generosa no inverno e primavera, em comparação com o ano anterior. O crescimento deve-se, sobretudo, à entrada em produção de novas vinhas. Embora o estado de maturação esteja menos avançado, a qualidade das uvas é considerada boa, apesar de alguns focos pontuais de míldio, oídio e ataques de cigarrinha.

E nas regiões autónomas?
Na região da Madeira, estima-se uma redução da produção na ordem de 8% em relação ao ano anterior. A campanha foi marcada por uma primavera e início de verão chuvosos, combinados com temperaturas amenas, que favoreceram o desenvolvimento de míldio, oídio e podridões. O desenvolvimento vegetativo apresenta um atraso de 10 dias face a 2024.

Nos Açores, prevê-se um aumento significativo da produção, estimado em 105%. As condições climatéricas foram, no geral, favoráveis ao vingamento e ao desenvolvimento das uvas, resultando numa quantidade substancialmente superior de uva vingada. Caso não ocorram fenómenos climatéricos adversos durante a fase de maturação, espera-se uma colheita de boa qualidade.

O artigo foi publicado originalmente em Vida Rural.

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

Do campo à fábrica – a estratégia de sustentabilidade da Vitacress

Próxima Publicação

Lei da Casa do Douro “é constitucional” e ordens também têm inscrição obrigatória

Artigos Relacionados

Nacional

Mau tempo: Mais de 50 explorações suinícolas sem energia elétrica em Leiria

10/02/2026
ipma
Últimas

IPMA: Chuva, vento e agitação marítima – Depressão NILS continente – Comunicado

10/02/2026
assembleia da republica logo
Últimas

Reunião da Comissão de Agricultura e Pescas – 11 de fevereiro

10/02/2026
Próxima Publicação
rio com videiras e vinha no douro

Lei da Casa do Douro “é constitucional” e ordens também têm inscrição obrigatória

Opinião

Últimas

Abacate: uma cultura em forte afirmação nas agriculturas de Portugal

por José Martino
08/02/2026

Ler mais
Últimas

Notas sobre a Sustentabilidade Operacional do PEPAC

por Marisol Cardoso
01/02/2026

Ler mais

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

ipma

IPMA: Chuva, vento e agitação marítima – Depressão NILS continente – Comunicado

10/02/2026
assembleia da republica logo

Reunião da Comissão de Agricultura e Pescas – 11 de fevereiro

10/02/2026

Temas em destaque

Anpromis Candidaturas PU Eleições Mercosul PAC pós 2027 Simplificação PAC Temporais Água que Une
Advertisement

Eventos

Fevereiro 2026
STQQSSD
       1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28  
« Jan   Mar »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OU

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OU

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.