Um centro interpretativo em Foz Tua com uma linha de comboio (e uma barragem) pelo meio

Um centro interpretativo em Foz Tua com uma linha de comboio (e uma barragem) pelo meio

Quase a chegar a Foz Tua, Susana Rosmaninho e Pedro Azevedo inquietam-se no banco de trás do carro, caras coladas à janela. São dois arquitectos desafiados a revisitar a primeira obra do jovem atelier que também teve o seu quilómetro zero ali, com um caminho-de-ferro (e uma barragem controversa) pelo meio. Rosmaninho+Azevedo reabilitaram e requalificaram dois armazéns ferroviários desocupados para os transformarem no Centro Interpretativo do Vale do Tua, ainda o escritório era “caseirinho”. Quando os dois se voltam a virar para a frente, apanhamos-lhes um primeiro sorriso de alívio. “Já se passou mais de um ano desde a inauguração e acho que está em muito bom estado”, avalia Susana.

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