Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Mau tempo: Ministério da Agricultura recebeu mais de cinco mil candidaturas a apoios

    Aprovadas 14 reclassificações de solo rústico em urbano e quatro em curso – Governo

    PEPAC 2023-2027: Restabelecimento do potencial produtivo | Depressão Cláudia (3º Concurso)

    PEPAC 2023-2027: Restabelecimento do potencial produtivo | Depressão Cláudia (4º Concurso)

    universidade catolica

    Estudantes do ensino básico e secundário desafiados a “Inventar a Alimentação do Futuro”

    Test4Food: Startups testam e validam soluções em fábricas da indústria alimentar

    Mau tempo: Barragem alentejana do Monte da Rocha já iniciou descarga para o rio Sado

    ipma

    Plano de Ação para Aquacultura na Ria Formosa

    DGAV

    Esclarecimento sobre a Dermatose Nodular Contagiosa (DNC) e a informação em circulação

  • Opinião

    Agrovoltaico: quando a energia deixa de ser apenas custo e passa a ser também receita

    Abacate: uma cultura em forte afirmação nas agriculturas de Portugal

    Notas sobre a Sustentabilidade Operacional do PEPAC

    luis caixinhas

    Marca tridimensional ou desenho ou modelo: como proteger a forma dos produtos agroalimentares

    Francisco Avillez

    A Reforma da PAC pós-2027: breves reflexões sobre o orçamento proposto pela CE

    Filipe Corrêa Figueira

    Estão a encurralar os Agricultores… e não vai acabar bem!

    Sinais dos tempos. Notas sobre a PAC e o Acordo UE-Mercosul

    Douro: não há excesso de produção, há excesso de oferta

    António Covas

    A inteligência coletiva territorial da 2ª ruralidade – As áreas de baixa densidade (ABD)

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    PEPAC 2023-2027: Restabelecimento do potencial produtivo | Depressão Cláudia (3º Concurso)

    16/02/2026

    PEPAC 2023-2027: Restabelecimento do potencial produtivo | Depressão Cláudia (4º Concurso)

    16/02/2026

    Governo simplifica modelo de governação dos fundos europeus e altera estrutura do PEPAC

    16/02/2026

    Newsletter EIP-AGRI de fevereiro: A inovação ao serviço do mundo rural

    16/02/2026

    An uncommon CAP?

    16/02/2026

    Ovino: se imponen las repeticiones en los precios

    15/02/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Mau tempo: Ministério da Agricultura recebeu mais de cinco mil candidaturas a apoios

    Aprovadas 14 reclassificações de solo rústico em urbano e quatro em curso – Governo

    PEPAC 2023-2027: Restabelecimento do potencial produtivo | Depressão Cláudia (3º Concurso)

    PEPAC 2023-2027: Restabelecimento do potencial produtivo | Depressão Cláudia (4º Concurso)

    universidade catolica

    Estudantes do ensino básico e secundário desafiados a “Inventar a Alimentação do Futuro”

    Test4Food: Startups testam e validam soluções em fábricas da indústria alimentar

    Mau tempo: Barragem alentejana do Monte da Rocha já iniciou descarga para o rio Sado

    ipma

    Plano de Ação para Aquacultura na Ria Formosa

    DGAV

    Esclarecimento sobre a Dermatose Nodular Contagiosa (DNC) e a informação em circulação

  • Opinião

    Agrovoltaico: quando a energia deixa de ser apenas custo e passa a ser também receita

    Abacate: uma cultura em forte afirmação nas agriculturas de Portugal

    Notas sobre a Sustentabilidade Operacional do PEPAC

    luis caixinhas

    Marca tridimensional ou desenho ou modelo: como proteger a forma dos produtos agroalimentares

    Francisco Avillez

    A Reforma da PAC pós-2027: breves reflexões sobre o orçamento proposto pela CE

    Filipe Corrêa Figueira

    Estão a encurralar os Agricultores… e não vai acabar bem!

    Sinais dos tempos. Notas sobre a PAC e o Acordo UE-Mercosul

    Douro: não há excesso de produção, há excesso de oferta

    António Covas

    A inteligência coletiva territorial da 2ª ruralidade – As áreas de baixa densidade (ABD)

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    PEPAC 2023-2027: Restabelecimento do potencial produtivo | Depressão Cláudia (3º Concurso)

    16/02/2026

    PEPAC 2023-2027: Restabelecimento do potencial produtivo | Depressão Cláudia (4º Concurso)

    16/02/2026

    Governo simplifica modelo de governação dos fundos europeus e altera estrutura do PEPAC

    16/02/2026

    Newsletter EIP-AGRI de fevereiro: A inovação ao serviço do mundo rural

    16/02/2026

    An uncommon CAP?

    16/02/2026

    Ovino: se imponen las repeticiones en los precios

    15/02/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal

Sobre a lei do restauro da natureza – Miguel Vieira Lopes

por AGRO.GES
21-06-2024 | 09:09
em Últimas, Sugeridas, Blogs
Tempo De Leitura: 6 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

Preocupa-me a notícia que li recentemente, que afirma que Portugal votou a favor da lei do restauro da natureza.  Não porque seja contra o restauro da natureza, mas porque já tinha ouvido várias notas acerca do texto em votação que me deixaram muito preocupado.

Foi a última gota de água. Não tinha solução. Lá tive de ir ler a dita lei do restauro da natureza!

O motivo das minhas preocupações era, infelizmente, justificado. Já tinha ouvido dizer que se propõe a destruição de barragens na UE, a bem da criação de uma rede de rios com cerca de 25.000 km. Destruir barragens? Isso, para qualquer português, deveria ser um sinal de alarme forte, devia-nos preocupar profundamente, porque é sinal de que já ganhou a ideia de que guardar água e utilizá-la é estragar água e o ambiente que a envolve. Um perfeito disparate, pois ambos os objectivos podem, e devem, ser perseguidos em simultâneo: desenvolver a economia agrícola de uma região e proteger os ecossistemas relevantes da mesma.

Mais uma vez, o legislador europeu parece estar disponível para criar regras sem saber o custo que estas podem vir a ter. Isso ficou já demonstrado em vários exemplos relacionados com o Pacto Ecológico Europeu, em que estudos feitos pela AGROGES (aqui e aqui) mostraram que os custos económicos (em valor e em capacidade de abastecimento alimentar) seriam elevadíssimos tanto no que refere às medidas sobre fertilizantes como sobre agroquímicos. Porquê? Porque se cria directivas que não têm nenhum suporte ou análise de impacto. São ideias propostas sem fazer o trabalho de casa sobre qual o custo económico, e até ambiental, que delas pode advir.

Voltando ao texto da lei, este diz que os EM devem começar por identificar as barragens que se encontram obsoletas, para o seu uso… e entre os usos nem identifica a agricultura em particular, englobando-a no abastecimento de água ou nos outros usos. Não conheço situações em que haja reservas de água a mais, que se tenham tornado obsoletas para o abastecimento. Conheço algumas em que a distribuição precisa de ser modernizada e optimizada.

Para que não restem dúvidas, transcrevo o artigo em questão:

“Artigo 7.º
Restauração da conectividade natural de rios e funções naturais das planícies aluviais conexas

  1. Os Estados-Membros devem fazer um levantamento dos obstáculos à conectividade longitudinal e lateral das águas de superfície e identificar os obstáculos que é necessário remover para contribuir para a realização das metas de restauração estabelecidas no artigo 4.º do presente regulamento e do objetivo de restaurar o curso natural de rios numa extensão de pelo menos 25 000 km na União até 2030, sem Prejuízo da Diretiva 2000/60/CE, nomeadamente o seu artigo 4.º, n.os 3, 5 e 7, e do Regulamento 1315/2013, nomeadamente o seu artigo 15.º.
  2. Os Estados-Membros devem remover os obstáculos à conectividade longitudinal e Lateral das águas de superfície identificadas no n.º 1 do presente artigo, em Conformidade com o plano para a sua remoção a que se refere o artigo 12, n.º 2, alínea f). Ao removerem esses obstáculos, os Estados-Membros devem, em primeiro lugar, abordar os obstáculos obsoletos, que já não são necessários para a produção de energia renovável, a navegação interior, o abastecimento de água ou outras utilizações.
  3. Os Estados-Membros devem complementar a remoção dos obstáculos a que se refere o n.º 2 com as medidas necessárias para melhorar as funções naturais das planícies aluviais conexas.”

Na minha opinião, em Portugal precisamos de recuperar muitas infraestruturas hidráulicas, e de construir mais outras. A construção das barragens do Pisão e da Foupana, que julgo que sejam as mais adiantadas no seu procedimento público que precede a construção, não podem parar e não podem nunca ser barradas por uma lei que diz que vem restaurar o ambiente. Este artigo 7º, que transcrevi é, a meu ver, a base filosófica principal que, agora que foi aprovada, vai ser utilizada pelos grupos que se intitulam de ambientalistas para argumentar, acusar e impedir qualquer projecto hidroagrícola ou de fins múltiplos que venha a ser pensado no futuro. Não devíamos correr este risco!!

Talvez, na nossa enorme sapiência e poderio mental estratégico, nós portugueses, que estamos habituados a liderar os destinos da Europa, estejamos a pensar votar a favor e depois dizer que não temos barragens obsoletas!? (Favor notar que esta última frase constitui sarcasmo e não um devaneio completo da minha pessoa).

Não, o assunto é sério demais para que achemos normal e votemos em linha com uma visão desconhecedora da nossa realidade e que pode ter tanto impacto. É grave demais para que possamos ir como ovelhinhas a caminho do matadouro, sem nenhuma preocupação. Mas parece que é por esse caminho que seguimos.
Mas o problema é mais profundo que este das barragens. É de toda a argumentação da lei, de toda a filosofia. A justificação apresentada é que ecossistemas mais robustos e bem desenvolvidos estão mais defendidos dos incêndios e geram uma nova e vibrante economia verde que traz mais emprego e coesão. Ora, estes efeitos até existem, mas a sua escala é muito pequena, em comparação com os impactos da geração de emprego do regadio, e do contributo que este tem para a manutenção da população no território.

Destruir barragens para garantir que o território não arde e fica mais coeso, só pode mesmo ser ideia de quem não conhece o território português, nem a realidade climática do sul da Europa. Travar o avanço da desertificação, criar emprego e valor económico, isso sim garante que o território arde menos e não fica despovoado. Claro que isto tem de ser feito em simultâneo com preocupações ambientais fortes, mas isso é possível.

Adiante! O mal está feito e a lei foi aprovada na UE. Agora resta-nos pedir a quem lidera as nossas instituições públicas que analise a questão com uma base técnica, económica e ambiental robusta e séria, sem se deixar contaminar por ideologias e sem o tipo de preguiça (ou desonestidade) mental para aferir a importância das coisas que parecem ter estado na base desta lei. Além disso, podemos também pedir aos nossos representantes no Parlamento Europeu e na Assembleia da República que defendam os verdadeiros interesses de Portugal, e que, com esta base legal de fraca qualidade, consigam fazer o que verdadeiramente é melhor para os ecossistemas e as áreas de real valor ecológico que temos. São muito importantes, são valiosas e merecem conservação e restauro. Não merecem ser abordadas com a leviandade de quem legisla com bases ideológicas e não faz sequer o exercício de analisar criticamente os efeitos do que propõe.

Espero que os meus filhos venham a conhecer um país com muito valor natural, com muita protecção aos ecossistemas e com muita valorização da agricultura enquanto principal parceiro do ambiente. Não é nesse sentido que a filosofia da Europa está a caminhar. Temos de inverter a marcha! Temos, de uma vez por todas, de perceber que os verdadeiros ambientalistas são os agricultores e não os doidos que interrompem o transito e lançam tinta sobre quadros e sobre monumentos.

Ler artigo em formato PDF


Miguel Vieira Lopes
Colaborador Técnico

O artigo foi publicado originalmente em AGRO.GES.

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

Atenção, agricultores: Candidaturas ao Pedido Único de ajudas à produção terminam hoje

Próxima Publicação

Quase 20 anos depois, Tribunal dá razão à Quercus e proíbe loteamentos na herdade da antiga Portucale

Artigos Relacionados

Nacional

Mau tempo: Ministério da Agricultura recebeu mais de cinco mil candidaturas a apoios

16/02/2026
Nacional

Aprovadas 14 reclassificações de solo rústico em urbano e quatro em curso – Governo

16/02/2026
Últimas

SOBREIROS e AZINHEIRAS danificados por temporais. O que fazer?

16/02/2026
Próxima Publicação

Quase 20 anos depois, Tribunal dá razão à Quercus e proíbe loteamentos na herdade da antiga Portucale

Opinião

Últimas

Agrovoltaico: quando a energia deixa de ser apenas custo e passa a ser também receita

por Tiago Corrêa do Amaral
15/02/2026

Ler mais
Últimas

Abacate: uma cultura em forte afirmação nas agriculturas de Portugal

por José Martino
08/02/2026

Ler mais

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

PEPAC 2023-2027: Restabelecimento do potencial produtivo | Depressão Cláudia (3º Concurso)

16/02/2026

PEPAC 2023-2027: Restabelecimento do potencial produtivo | Depressão Cláudia (4º Concurso)

16/02/2026

Temas em destaque

Anpromis Candidaturas PU Eleições Mercosul PAC pós 2027 Simplificação PAC Temporais Água que Une
Advertisement

Eventos

Fevereiro 2026
STQQSSD
       1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28  
« Jan   Mar »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OU

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OU

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.