Seminário “O recurso solo: relevância para Portugal” – 5 de dezembro – Oeiras

Seminário “O recurso solo: relevância para Portugal” – 5 de dezembro – Oeiras

A 5 de dezembro de 2019 vai realizar-se nas instalações do INIAV, na Quinta do Marquês em Oeiras, o Seminário “O recurso solo: relevância para Portugal”.

Os novos e importantes desafios exigem a revitalização da temática do solo, dado que é claramente um tópico estruturante no contexto do crescimento económico do País, com especial incidência nas temáticas do ordenamento do território, na agricultura, nas florestas e nas alterações climáticas, com impacto no desenvolvimento sustentável e, naturalmente, na disponibilização de serviços dos ecossistemas.

Para o efeito, é indispensável assegurar a gestão sustentável do solo. A temática do solo envolve múltiplos atores de vários sectores da Sociedade, desde a Administração central, regional e local, à sociedade civil em geral, representada pelas suas associações sectoriais e às instituições de investigação e ensino, e setores produtivos.


PROGRAMA


10h00 – Abertura (MA/SEADR a confirmar)

  • INIAV; DGADR; PPS

10h30 – Dia 5 de dezembro – Dia Mundial do Solo 2019: “Pare a erosão do solo, salve o nosso futuro” – Rosa Minerva Cuevas Corona, Cientista de Solos da Parceria Mundial de Solos/FAO

10h50 – Divulgação da versão em língua portuguesa das Diretrizes Voluntárias para a Gestão Sustentável dos Solos (Voluntary Guidelines for Sustainable Soil Management) – António Perdigão (Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural – DGADR)

  • As Linhas de Orientação para a Gestão Sustentável dos Solos em Portugal: as respostas aos desafios, riscos e ameaças na perspetiva dos stakeholders – Gabriela Cruz – APOSOLO

11h10 – Café

11h30 – Desafios para o uso das terras em situações contrastadas

A experiência dos países lusófonos – Mesa Redonda com os representantes de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste

  • Moderador: Eduardo Diniz (GPP)

13h00 – Almoço (instalações do INIAV)


14h30 – Relevância do Recurso Solo para Portugal

  • Início dos trabalhos

14h40 – Dia 5 de dezembro – Dia Mundial do Solo no contexto da Parceria Portuguesa para o Solo – Manuel Madeira – Presidente da Assembleia Plenária da PPS pela Sociedade Portuguesa da Ciência do Solo

15h00 – Apresentação da Agenda de Inovação e Investigação para o Solo – Maria do Carmo Martins (Centro Operativo e Tecnológico Hortofrutícola Nacional – COTHN)

15h20 – Mesa Redonda – O solo e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável na perspetiva dos produtores (SDGs, Stakeholders)

Os SDGs perspetivam sistemas sustentáveis de produção de alimentos, o reforço da capacidade de adaptação às alterações climáticas e eventos extremos, travar a perda de biodiversidade e melhorar progressivamente a qualidade do solo e da terra. São necessárias estratégias que coadunem, por exemplo, a implementação de práticas que aumentem a produtividade e produção, a intensificação da interação solo/água na eficiência do uso de recursos, o uso crescente de biomassa para produção de energia no contexto económico, ambiental e social.

  • Intervenientes: (a confirmar)
  • Moderador: Tomás de Figueiredo – Instituto Politécnico de Bragança

16h40 – Encerramento


→ Inscrição.

Nesta perspetiva foi criada, há cinco anos, a Parceria Portuguesa para o Solo (PPS) com o objetivo de implementar e desenvolver colaborações e sinergias entre todas as partes envolvidas na temática do solo, com vista a aplicar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 e a aumentar a eficiência de uso de recursos naturais.

A evocação do Dia Mundial do Solo e do quinto aniversário da PPS, é uma ocasião adequada para promover o debate nacional e internacional alargado, sobre a governança do recurso solo que suporte políticas mais consentâneas com a proteção, conservação e uso de recursos naturais, o combate à desertificação, a perda de biodiversidade, a competitividade económica, a adaptação a fenómenos meteorológicos extremos e a mitigação das alterações climáticas. Por isso, é imprescindível desenvolver uma “Agenda de Investigação e Inovação no âmbito do solo” adequada às condições climáticas e económicas do País.

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O artigo foi publicado originalmente em Voz do Campo .

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