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– 01-05-2005 |
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Seca: Situa��o "terr�vel" exige esfor�os nacionais e da UEBeja, 30 Abr "�, sem d�vida, a seca mais severa desde h� largos anos. A situa��o � terr�vel, exigindo esfor�os adicionais de todos, nacionais e comunitários", disse. Jorge Sampaio falava durante a inauguração oficial da Ovibeja, considerada o maior certame agro-pecu�rio do Sul do país a decorrer até 08 de Maio no Parque de Feiras e Exposi��es de Beja. Em tempo de dificuldades para os agricultores alentejanos, devido � seca "severa" ou "extrema" que afecta a regi�o, o Chefe de Estado quis, com a sua presença na Ovibeja, manifestar solidariedade. "No Alentejo e Algarve, vamos praticamente em meio ano sem chuva e mais alguns meses, porventura an�logos, nos esperam", reconheceu. Contudo, o Presidente real�ou Também que, com a aproxima��o do novo pacote de Fundos comunitários, para vigorar a partir de 2007, � tempo para planear e tornar a agricultura portuguesa mais competitiva. "A agricultura, se perceber o andar dos tempos, pode ser competitiva. Tem de ser competitiva e h� lugar para ela. A Ovibeja � uma clara demonstra��o disso", argumentou, dirigindo elogios a uma feira que, em mais de duas d�cadas, se assumiu como a mostra agr�cola da regi�o. Segundo Sampaio, apesar das pol�ticas comuns e dos Fundos Estruturais comunitários, "tem de continuar a haver uma agenda nacional" para o sector, porque "ningu�m faz o trabalho de casa por conta" de Portugal. "Beneficiamos, desde h� largos anos a esta parte, de ajudas substanciais, pagas pelos contribuintes-membros mais poderosos da União Europeia, e, � medida que nos aproximamos do próximo Quadro comunitário de Apoio, � absolutamente fundamental que definamos onde vamos e como", disse. Um trabalho no qual devem ser definidas, continuou, "as op��es a seguir, o tipo de organiza��o e a capacidade administrativa" para que, depois, "os fundos atribuídos a Portugal sejam executados". "Vamos ter mais ou menos fundos, depende da negocia��o e os tempos não v�o f�ceis. Mas, em vez de praticarmos uma generalizada capacidade de fazer coisas de utilidade produtiva duvidosa, temos de concentrar-nos nos investimentos que, qualitativamente, podem mudar nos nossos sectores produtivos", assegurou. Uma preocupa��o que Sampaio defende que deve imperar, uma vez que os apoios comunitários "não duram toda a vida".
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