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– 01-05-2005 |
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Seca: Governo lan�a tr�s linhas de cr�dito de mais de 100 ME para regi�es afectadasBeja, 30 Abr "O problema � grav�ssimo", real�ou o ministro, durante uma visita � feira de agro-pecu�ria Ovibeja, em que acompanhou o Presidente da República, Jorge Sampaio. Numa refer�ncia ao relatério quinzenal da seca, que está a partir de hoje disponível. "online", Jaime Silva adiantou que as últimas indica��es d�o conta que "63 por cento do territ�rio nacional" está em seca "severa" ou "extrema". "Esse valor j� chegou aos 80 por cento e, agora, está nos 63 por cento. A situa��o varia e a seca ‘severa’ ou ‘extrema’ � muito localizada, pelo que os apoios e as linhas de cr�dito que hoje venho anunciar t�m de ir para as regi�es mais afectadas", frisou. Uma das linhas de cr�dito destina-se � alimenta��o animal, o sector que o governante considerou ser "o mais penalizado. "� um sector priorit�rio, pois as pastagens e as forragens de Inverno não existiram e os cereais semeados, provavelmente, v�o servir como pastagens", destacou, adiantando ainda que essa linha de cr�dito destina-se ao Alentejo e vai ter uma bonifica��o a cem por cento. As culturas perdidas noutras regi�es do país, disse, referindo-se aos casos da batata e dos citrinos, são alvo de uma outra linha de cr�dito. "A colheita dos citrinos foi perdida e, quem conhece essa cultura, sabe que os preju�zos estendem-se, não a um ano, mas Também aos dois anos seguintes", real�ou. "Quanto � cultura da batata, pura e simplesmente, foi afectada pela seca que, contrariamente a situa��es anteriores, atingiu Também este ano o Litoral Norte", acrescentou. A terceira linha de cr�dito anunciada por Jaime Silva incide no abeberamento dos animais e nos furos, devendo o Governo discutir estas medidas "j� na pr�xima semana", para que sejam "votadas e decididas rapidamente". além deste novo "pacote" de apoios, o ministro da Agricultura enumerou ainda as medidas que o Governo tem vindo a tomar para fazer face � seca, desde que tomou posse, e as adoptadas pelo anterior executivo de coliga��o PSD/CDS-PP, para real�ar, de seguida, os constrangimentos or�amentais que existem em Portugal. "O Governo � solid�rio e o Pa�s vai ser solid�rio com o problema da seca, que � real, mas Também não podemos ignorar os constrangimentos que decorrem do rigor or�amental com que nos debatemos", argumentou. Garantindo que � exigido "rigor na aplica��o dos dinheiros públicos", Jaime Silva frisou que, neste momento, não � poss�vel calcular "qual o limite até onde vai a seca", pelo que as medidas que forem, "progressivamente, anunciadas" t�m de ser "bem pensadas". Questionado pela agência Lusa, ap�s o an�ncio do ministro, Sebasti�o Rodrigues, da Federa��o das Associa��es de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA), garantiu que as medidas representam "muito pouco", mas reconheceu que "a situa��o do país � muito complicada". "� muito pouco mas, dentro do pouco, j� � alguma coisa", afirmou, real�ando que os agricultores aguardam com "expectativa" a reuni�o agendada para domingo de manh�, na Ovibeja, com o ministro da Agricultura. Nesse encontro, a partir das 10:30, a FAABA vai transmitir a Jaime Silva que as linhas de cr�dito "não são suficientes até Outubro", altura em que deve chegar a antecipa��o das ajudas de Bruxelas. O ministro da Agricultura, que acompanhou a visita do Presidente da República em Beja, rumou depois a M�rtola, um dos concelhos mais atingidos pela seca no distrito, onde reuniu com a C�mara Municipal, FAABA e outras entidades associativas. Depois deslocou-se ao Monte do Guiso, uma herdade daquele concelho afectada em termos agr�colas.
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