Conversamos hoje com Frederico Falcão – Presidente da ViniPortugal que explica.
O acordo UE–Mercosul visa reduzir tarifas num mercado onde Portugal já é líder em países como o Brasil e reforça a proteção de denominações como o Vinho do Porto. Hoje As exportações de vinho da UE para Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai) pagam hoje tarifas que podem chegar a cerca de 27%, o que encarece bastante a garrafa. Com o acordo prevê-se a eliminação gradual dessas tarifas para o vinho europeu, criando acesso praticamente livre a um mercado de mais de 700 milhões de consumidores e tornando o vinho português mais competitivo face a Chile e Argentina. O acordo protege centenas de Indicações Geográficas europeias no Mercosul; no caso português, isso abrange várias DO/IGP, incluindo o Vinho do Porto, entre outros produtos agroalimentares.
Esta proteção significa que não podem ser vendidos no Mercosul vinhos com nomes que imitem essas denominações se não forem verdadeiramente produzidos nas regiões protegidas, o que reforça o valor das marcas de origem portuguesas.
Mas também há o risco de aumentar a concorrência.
Vale a Pena Ouvir

















































