Plataforma de Acompanhamento das Relações nas Fileiras Florestais vai ter “nova dinâmica”

Plataforma de Acompanhamento das Relações nas Fileiras Florestais vai ter “nova dinâmica”

A Comissão para os Mercados e Produtos Florestais, criada em 2017 e que cessou actividade em 2018, não vai, afinal, ser reactivada. Ao invés, vai ser dada “uma nova dinâmica” à Plataforma de Acompanhamento das Relações nas Fileiras Florestais, revela o secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território. O Ministério da Agricultura pode ficar de fora.

A possível reactivação da Comissão para os Mercados e Produtos Florestais (CMPF), à qual presidiu em 2017 e 2018 o secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural Amândio Torres e, depois da sua exoneração, Miguel Freitas, não vai, afinal, concretizar-se.

O PÚBLICO tinha questionado o Ministério do Ambiente no início de Setembro sobre as razões da desactivação dessa Comissão e sobre se ponderavam reactivá-la. Foi respondido que “subsistem dúvidas se o modelo considerado à data da criação da CMPF será o mais adequado no momento actual, encontrando-se esta matéria em avaliação”.

Avaliada a questão, João Catarino, que assume nesta legislatura a pasta das Florestas, revela agora que, afinal, “a Comissão para os Mercados e Produtos Florestais não vai ser reactivada” e que, em alternativa, “será dada uma nova dinâmica a esta PARF [Plataforma de Acompanhamento das Relações nas Fileiras Florestais]”. O secretário de Estado assegura, “Essa plataforma é que tem, no nosso entender, o desenho perfeito para responder ao mesmo [propósito] para que aquela comissão tinha sido criada”.

E porquê? “Porque tem o [Ministério do] Ambiente [através do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas] e tem a Economia [através da Direcção-Geral das Actividades Económicas]. E nós temos de ter a Economia neste processo, porque estamos a falar em regulação dos produtos florestais”, explicou o governante, acrescentando que “tem também entidades privadas”. Além disso, a PARF “permite subcomissões. Já existem seis subcomissões criadas, da resina, da pasta de papel, do papel…”, revela.

Continue a ler este artigo no Público.

Comente este artigo
Anterior Foguetes para Matos Fernandes
Próximo Maior parte dos açorianos trabalha em serviços apesar do peso elevado da agricultura

Artigos relacionados

Nacional

Sogrape compra quinta em Bucelas

A Sogrape anunciou a aquisição da Quinta da Romeira, em Bucelas, propriedade que marca a entrada do líder de mercados dos vinhos em Portugal na região de Lisboa. […]

Últimas

No Dia Internacional da Biodiversidade a ANIPLA relembra o papel da Agricultura na defesa da Segurança Alimentar e Ambiental

A Biodiversidade é um bem precioso para o equilíbrio dos ecossistemas naturais. No dia em que se assinala o dia internacional da […]