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Mortágua: A floresta “é um ativo que gera riqueza”

por Produtores Florestais
27-07-2023 | 11:00
em Últimas, Notícias florestas, Blogs
Tempo De Leitura: 7 mins
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O concelho de Mortágua tem na floresta, sobretudo de eucalipto, a sua principal atividade económica.

Em Mortágua, as condições são favoráveis à vegetação e 85% do território do concelho está coberto por floresta, na sua grande maioria de produção de eucalipto – cerca de 95%, ou 22 mil hectares.

“Não temos problema nenhum em dizer isso”, afirma com convicção o vice-presidente da autarquia, Luís Filipe Rodrigues. “Temos um clima e um solo que nos permite ter eucaliptal bem instalado, sem grandes problemas de doenças ou pragas”, refere.

Uma mais-valia para a economia da região, que o município reconheceu e apoia há já cerca de três décadas. “Apareceram na altura aqui uns senhores que precisavam de floresta para a indústria e começaram a fazer a instalação de povoamentos de eucalipto em zonas onde nem floresta havia. Zonas de mato, abandonadas, sem qualquer produção, que outrora tinham sido de pastoreio, atividade que já não existia. O proprietário florestal de Mortágua começou a olhar para as boas práticas de instalação e de gestão e seguiu o exemplo”, conta Luís Filipe Rodrigues.

Agora, “não há em Mortágua floresta abandonada. E a evolução tem sido em prol da qualidade das técnicas de silvicultura, que foram acompanhando o know-how da indústria, que faz experiências em Mortágua na forma como se planta, como se selecionam as plantas e os clones para os diferentes locais, como se gere o espaço florestal… Em Mortágua, os proprietários florestais não são meros proprietários, são produtores, porque fazem aquilo que promove uma melhor floresta”, garante o autarca. “Vemos a floresta como um ativo que gera riqueza, que é necessário tratar e em que se tem de investir para ter retorno.”

“O proprietário florestal de Mortágua começou a olhar para as boas práticas de instalação e de gestão e seguiu o exemplo.”

O concelho tanto tem pequenos proprietários familiares, como alguns grandes proprietários profissionalizados. “Quem mais vive da floresta são os prestadores de serviços e os madeireiros, e são muitos”, afirma Luís Filipe Rodrigues. Sendo a principal atividade económica do concelho, tanto atrai como mantém população. “Temos um fenómeno interessante de imigração, sobretudo proveniente do Brasil, pessoas que se instalaram, fundaram até as próprias empresas e criaram família. Famílias que vieram trabalhar para a floresta e que têm contribuído para o aumento da natalidade.”

Dinâmica económica

Cedo a autarquia observou esta dinâmica e percebeu que “a floresta era uma bandeira para o concelho, a nível social e económico, de integração de mão-de-obra resultante do encerramento de algumas unidades fabris”. Com o forte crescimento em torno da exploração florestal, “o município teve de acompanhar”, afirma o vice-presidente. Como? “Com políticas de incentivo e de valorização da floresta. Fazendo a gestão do ‘condomínio’, ampliando e criando infraestruturas florestais. Caminhos, estradões, aceiros, pontos de água. Na altura não se falava em faixas de gestão de combustível, mas hoje temos um grande foco também na proteção da floresta contra incêndios, com abate, manutenção e limpeza das faixas, e na rede viária da nossa responsabilidade temos várias centenas de hectares executados.”

Nas últimas três décadas, Luís Filipe Rodrigues defende que os executivos perceberam a importância de criar em Mortágua espaços florestais atrativos para as pessoas. O concelho tem uma longa história de ligação, por exemplo, ao desporto automóvel: o Rally de Portugal tem uma classificativa para o campeonato mundial em Mortágua e o campeonato nacional também ali passa, aproveitando os estradões florestais, mas também há atividades de todo-o-terreno e de BTT. No entanto, esta rede viária florestal pretende, em primeira instância, criar mobilidade segura, cómoda e eficaz, para que as pessoas possam tratar a floresta como tratavam anteriormente a sua horta. “E que mesmo podendo ter outra atividade profissional, ao fim de semana e ao fim do dia vão à floresta com o carro com que vão para o emprego, para a tratarem como um complemento financeiro”, destaca o autarca.

Se os solos xiloargilosos têm potencial de produção, a verdade é que dificultam a manutenção das infraestruturas, pois são facilmente degradados com a chuva. Enquanto atende mais um telefonema de pedido de apoio para um caminho em mau estado, Luís Filipe Rodrigues explica que a Câmara tem uma boa relação com as empresas de exploração e com os proprietários florestais, “e eles próprios dão feedback das áreas que estão a intervencionar e que precisam de reparação”. Para além de fiscais atentos, a autarquia conta com equipamentos vocacionados exclusivamente para a floresta.

Em 2022 foram adquiridos mais um buldózer, uma giratória e, protocolado e cedido pelo ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, um novo trator florestal. Existem ainda retroescavadoras, dois tratores com destroçadores e uma motoniveladora que anda apenas na floresta a fazer manutenção de caminhos. O trabalho decorre seis dias por semana, graças a um protocolo com as juntas de freguesia que, de forma rotativa em proporção com a área de cada uma, lhes permite aos sábados utilizar os equipamentos e os operadores da Câmara para fazer uma manutenção mais próxima da sua população.

Aproximação à floresta

A sensibilização para a importância da floresta no concelho começa nas escolas, tendo a autarquia criado programas específicos. O “Jovens Estudantes em Férias” promove campos de trabalho que incluem a atividade de vigilância florestal. Mais de 30 jovens integram as equipas municipais de vigilância, que há mais de duas décadas operam 24 horas por dia no verão, com duas viaturas todo-o-terreno equipadas com kits de combate aos incêndios. São 12 técnicos contratados sazonalmente para a atividade, na sua maioria estudantes universitários com uma bolsa mensal bastante superior ao ordenado mínimo.

Para além de fiscais atentos, a autarquia conta com equipamentos vocacionados exclusivamente para a floresta.

Estas equipas municipais fazem a integração com os sapadores florestais também da autarquia, que têm mais duas viaturas, e comunicam todos com a rede nacional de postos de vigia da Guarda Nacional Republicana. A própria Afocelca – empresa vocacionada para o combate a incêndios rurais e detida pela indústria papeleira –, tem assento na Comissão Municipal de Defesa da Floresta e, por norma, tem uma equipa no território. Além disto, a Câmara tem ainda aquilo a que chama meios complementares de combate a incêndio, que têm vindo a ser instalados há mais de duas décadas.

Trata-se de associações locais, culturais e desportivas, que adquiriram tratores com cisternas para o combate a incêndios, ou viaturas todo-o-terreno com kits de intervenção. “Integram o nosso sistema e nós subsidiamo-las e coordenamo-nos em parceria”, acrescenta Luís Filipe Rodrigues.

Há dois anos, associados à Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, instalaram câmaras de videovigilância florestal que dão apoio tanto à deteção como às ações de gestão de incêndio. Uma encontra-se na Serra do Bussaco e outra no seio do concelho de Mortágua, com uma vista de 360º que cobre mais de 80% do município.

Luís Filipe Rodrigues, que além de ter formação em Engenharia de Produção Florestal possui uma pós-graduação em Emergência e Proteção Civil, é também comandante dos Bombeiros Voluntários de Mortágua. A sua opinião é clara sobre o tema da prevenção e combate aos incêndios em relação às críticas que são muitas vezes lançadas ao eucalipto. “A floresta, estando tratada, não é uma preocupação. E, sendo gerida, não interessa a ninguém que arda. Os números estão à vista. Em termos de área florestal ardida, ainda em 2022 foi de zero metros quadrados. Não havendo incendiarismo, toda a dinâmica que criámos, com a floresta humanizada, diminui o risco a nível dos incêndios florestais. Pode haver acidentes, claro. E condições climatéricas extremas”, recorda, “mas tentamos ter um sistema oleado e ativo durante o período estival, que nos permite atuar rapidamente”.

A 15 de outubro de 2017, o incêndio chegou de fora, vindo da Lousã. “Algumas aldeias foram tão afetadas que as famílias ficaram sem nada. Isto causou algum baixar de braços em relação a investir na floresta. Alguns proprietários desanimaram”, admite o vice-presidente. No concelho arderam cerca de 6 mil hectares. “Felizmente, conseguimos dar a volta a isto com o Programa de Recuperação de Ardidos”, patrocinado pela antiga Celpa – Associação da Indústria Papeleira, agora designada por Biond. “Funcionou como fermento do pão. Ao intervirmos numa área de 600 hectares, isso teve um efeito motivador junto dos outros proprietários”, garante.

Nota: Este texto foi originalmente publicado na revista nº 10, de maio de 2023. Pode ler aqui o artigo na íntegra.

O artigo foi publicado originalmente em Produtores Florestais.

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