Mil genomas do melão. Conhecer o passado para melhorar o futuro

Mil genomas do melão. Conhecer o passado para melhorar o futuro

No ano 2012 o projeto Melonomics – um consórcio público-privado – liderado por investigadores do Centro de Investigação em Agrigenómica – CRAG (IRTA-CSIC-UB-UAB) – conseguiu a primeira sequência completa do genoma do melão.

Sete anos mais tarde, e baseando-se nos dados fornecidos pelo projeto Melonomics, um grupo de investigação da Academia Chinesa de Ciências Agrícolas sequenciou o genoma de 1175 variedades de melão, o que representa praticamente toda a diversidade existente da espécie Cucumis melo, avança o IRTA – Instituto de Investigação e Tecnologia Agroalimentar da Catalunha (Espanha)

“O estudo de todas as variedades de melão permitiu-nos começar a entender como teve lugar a domesticação da espécie há quatro mil anos”, explica Jordi Garcia-Mas, investigador do IRTA no CRAG e um dos líderes do estudo.

Na Foto: Investigador do IRTA no CRAG, Jordi Garcia-Mas, nas estufas de Torre Marimom. Crédito: Escarlata Blanco, CRAG

Para ler na íntegra na Revista Voz do Campo, edição n.º 232 (dezembro 2019)

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O artigo foi publicado originalmente em Voz do Campo.

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