O Comando de Emergência e Proteção Civil de Lisboa e Vale do Tejo alertou hoje para o risco de ocorrência de inundações, cheias, deslizamentos de terras e derrocadas devido ao mau tempo e à subida dos caudais.
Num aviso à população emitido hoje, o Comando de Emergência e Proteção Civil de Lisboa e Vale do Tejo antecipa a manutenção da subida dos caudais no rio Tejo e afluentes, associada às condições meteorológicas.
Face às condições atuais e previstas, aquela autoridade alerta para a possibilidade de ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas pela acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento, bem como cheias, potenciadas pelo transporto do leito dos cursos de água e ribeiras.
Poderão ocorrer também deslizamentos e derrocadas motivados pela infiltração de água e que podem ser potenciados pela remoção de árvores.
O aviso à população refere ainda o risco de arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos ou o desprendimento de estruturas, piso rodoviário escorregadio e formação de lençóis de água, e de interdição de algumas vias rodoviárias submersas.
“É expectável, nas próximas horas, a manutenção dos caudais elevados debitados pelas barragens da Bacia do Tejo”, acrescenta.
Perante os alertas, o Comando de Emergência e Proteção Civil de Lisboa e Vale do Tejo recomenda a retirada de equipamentos agrícolas, industriais, viaturas e outros bens das zonas normalmente inundáveis, bem como de animais, e desaconselha a passagem, a pé ou com viaturas, em estradas ou zonas alagadas.
Num balanço dos constrangimentos que se mantêm na região devido ao mau tempo, aquela autoridade dá conta da submersão da estrada municipal 570 em Torres Novas, onde a Quinta do Paul do Boquilobo se encontra isolada devido ao galgamento do rio Almonda, e de zonas parcialmente inundadas em Abrantes, Sardoal e Vila Nova da Barquinha.














































