Lusomorango pede melhores condições para mais de 2200 trabalhadores estrangeiros

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Soluções de alojamento apresentadas esbarram em “burocracias labirínticas”

“Compete ao poder político contribuir para pôr fim à inação e ao imobilismo do conforto de não-decidir”

São Teotónio, Odemira, 28 de maio de 2019 – A Lusomorango, associação que agrega 42 produtores agrícolas de pequenos frutos na região do Sudeste Alentejano, enviou hoje a carta que pode ser encontrada em anexo para um conjunto alargado de responsáveis: Presidente da República, Primeiro-Ministro, Ministros Adjunto e da Economia, do Ambiente e Transição Energética, da Agricultura, e da Administração interna, bem como todos os Grupos Parlamentares com representação na Assembleia da República e ainda os Presidentes das Câmaras Municipais de Aljezur e de Odemira, são destinatários desta comunicação que pretende alertar para um conjunto de situações que preocupam os empresários agrícolas daquela região.

A situação de escassez de mão de obra disponível para trabalhar na agricultura, levou a que as empresas se vissem na contingência de recorrer a trabalhadores estrangeiros. No universo das empresas da Lusomorango, trabalham cerca de 2.200 pessoas, de mais de 30 nacionalidades. Estamos gratos a estes trabalhadores, pois sem eles os projetos agrícolas estariam condenados ao fracasso. São estes trabalhadores que contribuem, no quotidiano, para transformar este setor num campeão das exportações. Dos 205 milhões de euros que o sector dos pequenos frutos exportou em 2018, que já representa 30% do valor da exportação das frutas nacionais (689 M€), 26% teve a sua origem na Lusomorango: Amoras, Framboesas, Mirtilos e Morangos respondem por um volume de negócios de 54 M€, sendo que 99% do qual é destinado aos mercados externos. Mas estes trabalhadores merecem mais. Merecem, desde logo, condições mais dignas para as suas vidas e para as suas famílias. Portugal tem a obrigação de tratar melhor estes trabalhadores.”

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