|
|
|
|
|
– 19-05-2004 |
[ Agroportal ] [ Nacional ] [ Internacional ] |
Inc�ndios : Interven��o dos militares gera aparente disson�ncia de n�merosLisboa, 18 Mai O ministro de Estado e da Defesa Nacional, Paulo Portas, fez refer�ncia hoje ao n�mero de 26.000 militares que v�o estar envolvidos nas ac��es de preven��o de inc�ndios florestais, enquanto o Ministério da Agricultura tem falado em 1.600. Uma fonte do Estado-Maior do Ex�rcito disse � Agência Lusa que � "aparente" a disson�ncia nos n�meros, referindo que haver� no terreno 200 militares (180 em 2003) em ac��es de patrulhamento durante as 24 horas do dia entre 01 de Junho e 30 de Setembro. Por sua vez, a Engenharia Militar disponibiliza 30 homens por dia em trabalhos de abertura e limpeza de caminhos e aceiros desde 19 de Abril até 30 de Junho. No final da opera��o de colabora��o do Ex�rcito na preven��o dos fogos – designada "presença Solid�ria" – a participa��o dos militares corresponder� ao "n�mero contabil�stico" de 26.100 elementos, contra 12.965 no ano transacto, segundo aquele ramo das For�as Armadas. O ministro de Estado e da Defesa Nacional real�ou hoje, em Vila de Rei, distrito de Castelo Branco, que "neste momento, de norte a sul do país, o Ex�rcito portugu�s está a abrir quil�metros e quil�metros de estradas, caminhos e aceiros, que v�o tornar mais f�cil a preven��o dos inc�ndios" ou aumentar a acessibilidade aos eventuais fogos. Segundo Paulo Portas, "o Ex�rcito abriu, em cerca de quatro semanas, 180 quil�metros de caminhos, estradas e aceiros" e "até ao final do programa seráo conclu�dos 300 quil�metros destas mesmas infra- estruturas". Mais de 13.000 pessoas v�o estar este ano envolvidas na preven��o e combate aos inc�ndios florestais, de acordo com o plano nacional apresentado no dia 13 de Maio pelo Governo em Proen�a-a-Nova, distrito de Castelo Branco. Na preven��o, sob a orienta��o do Ministério da Agricultura, estar�o envolvidas 10.000 elementos, incluindo guardas florestais, GNR, brigadas volunt�rias, militares (1.600), bombeiros e benefici�rios do Rendimento Social de Inserá�o. No combate haver�, em Julho, Agosto e Setembro, 3.637 homens em prontid�o, para fazer face a inc�ndios logo que estes deflagrem. No total, o Governo investiu mais de 113 milhões de euros na preven��o e combate aos fogos florestais, sendo que a grande fatia, 80 milhões, sai do Ministério da Agricultura e destina-se � preven��o. O servi�o Nacional de Bombeiros e Protec��o Civil, sob a tutela do Ministério da Administração Interna, investiu no combate 33 milhões de euros, nomeadamente em viaturas e meios a�reos. Trata-se do maior investimento na preven��o e combate aos fogos florestais de que h� mem�ria, declarou o primeiro-ministro, Jos� Manuel Dur�o Barroso, em Proen�a-a-Nova. Na apresentação do dispositivo de combate a inc�ndios para este ano, o ministro da Agricultura, Sevinate Pinto, referiu que o processo de reflorestação da área ardida em 2003 j� se iniciou e vai custar entre 150 e 200 milhões de euros. Em 2003, a área ardida ascendeu a 423.276 hectares, o que representa quatro vezes mais do que a média anual do dec�nio de 90 e mais do dobro do pior ano até ent�o em matéria de inc�ndios florestais, que foi 1991, segundo o Relatério Final da Comissão Parlamentar Eventual para os Fogos Florestais. Os fogos causaram 20 mortos, entre os quais quatro bombeiros, e danificaram cerca de 2.500 edif�cios, dos quais 2.280 instala��es para diversos fins de actividades econ�micas e muitas infra-estruturas e equipamentos públicos municipais e estatais, assim como centenas de habita��es. Os inc�ndios florestais em 2003 causaram 400 milhões de euros de preju�zos, segundo o Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas.
|
|
|
Produzido por Camares � – � 1999-2007. Todos os direitos reservados. Optimizado para o IE 5.#, resolu��o 800 x 600 e 16 bits |
Discussão sobre este post