III Fórum da Pioneer®, a divisão de sementes da Corteva Agriscience™, junta mais de 750 agricultores em Santarém

III Fórum da Pioneer®, a divisão de sementes da Corteva Agriscience™, junta mais de 750 agricultores em Santarém

O programa centrou-se nos desafios da atual conjuntura de mercado para a prática de uma agricultura mais sustentável

A Corteva Agriscience™, empresa líder no setor agrícola em tecnologia aplicada a sementes, proteção de culturas e agricultura digital, celebrou em Santarém o seu fórum que ocorre a cada dois anos, sob a marca Pioneer®, que dá nome à divisão de sementes da empresa. Um evento, que se tornou um ponto de encontro obrigatório para os principais players do setor da agricultura extensiva em Portugal.

Agricultores, técnicos, entidades oficiais, distribuidores e todos os protagonistas de um setor fundamental para a economia portuguesa, reuniram-se no CNEMA (Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas S.A.), para acompanhar as intervenções dos principais oradores deste setor.

No discurso de boas-vindas, Luis Grifo, Diretor Comercial de Sementes da Corteva Agriscience em Portugal, destacou que: “O objetivo fundamental deste encontro foi retirar conclusões claras sobre se é possível, e de que forma, a prática de uma agricultura mais sustentável na atual conjuntura de mercado”.

O evento foi articulado através de dois grupos de debate. O primeiro deles, celebrado sob o título: “Por uma agricultura sustentável” foi moderado por Francisco Gomes da Silva, da Agroges, e contou com a participação de João Coimbra (agricultor); Paula Carvalho (DGAV); Isabel Ribeiro (Elaia) e João Pedro Salema (EDIA) tendo-se centrado numa primeira fase na definição do conceito de sustentabilidade na agricultura e posteriormente  no esforço necessário a ser realizado pelas  empresas fornecedoras de matérias primas e pelas explorações para a incorporação de uma política clara e eficiente de sustentabilidade nos processos de produção.

Por outro lado, Paula Carvalho, subdiretora da DGAV, realçou a importância
da regulamentação para as empresas do setor: “Após a retirada massiva de produtos fitossanitários, algumas culturas ficaram numa situação muito delicada contra a pressão das pragas”. Além disso, conclui ainda “os reguladores têm a obrigação de desenvolver uma estrutura reguladora estável para que as empresas possam investir no desenvolvimento de soluções”.

O segundo grupo, moderado por Jorge Neves, Presidente da direção da Anpromis, focou-se na análise dos mercados no panorama atual. Uma conjuntura marcada por uma grande volatilidade derivada de vários fatores internacionais, desde as alterações climáticas até à reviravolta produzida pelas limitações no acesso a alguns mercados fundamentais, motivadas pela imposição de taxas, passando a nível europeu pela revisão em curso da Política Agrícola Comum. Uma política que certamente trará importantes novidades em termos de volume de subvenções, requisitos de perceção, culturas contempladas, entre outras. Tudo isto tendo em consideração a agricultura europeia pós-Brexit.

A jornada foi concluída por Víctor Hernández, Business Manager para Portugal da Corteva, que destacou a importância deste tipo de fóruns de debate e agradeceu ao público, moderadores, oradores e copatrocinadores pelas suas contribuições num evento em que a “Corteva quis lançar novamente luz sobre os desafios presentes e futuros, renovando o seu compromisso com os produtores e os consumidores”.

Os debates foram realizados no interior do pavilhão e, no mesmo complexo do evento, os diferentes patrocinadores (Lagoalva, Repsol, Hidrosoph, Tecniferti e Forte) aproveitaram a ocasião para apresentar as suas novidades no recinto anexo.

A Corteva dedicou este espaço à sua divisão de proteção de culturas, com uma ênfase especial sobre no seu novo produto Zorvec, um fungicida destinado principalmente à vinha, tomate e batata, cujo novo modo de ação implica uma revolução no mercado. Este produto não apresenta qualquer tipo de resistência cruzada com os fungicidas existentes e, por outro lado, oferece diversos efeitos no ciclo de vida do agente patogénico (preventivo, curativo, erradicante e antiesporulante) para uma melhor eficácia e extensão do controlo.

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