Fileira da carne de porco: FilPorc reconhecida como organização inter-profissional

A FilPorc — Associação Inter-profissional da Fileira da Carne de Porco foi reconhecida como Organização Inter-profissional. A decisão foi publicada no Despacho n.º 7038/2019 – Diário da República n.º 150/2019, Série II.

A FilPorc, associação de âmbito nacional, é representativa da fileira da carne de porco, produção, transformação e comercialização, e tem como objectivos, entre outros, melhorar o conhecimento e transparência dos mercados, a qualidade e a promoção da carne de porco, incluindo em mercados externos.

A figura da Organização Inter-profissional (OI) foi criada com o intuito de agregar os diferentes estádios de cada sector, tendo em vista a contribuição destas estruturas para uma maior eficiência e competitividade dos operadores e para a melhoria da qualidade e da promoção dos seus produtos, tendo em conta os interesses dos consumidores.

A FilPorc é constituída pela FPAS – Federação Portuguesa de Associações de Suinicultores e pela APIC – Associação Portuguesa de Industriais de Carne e subscrita pela IACA – Associação de Industriais de Alimentos Compostos para Animais.

Auto-regulação

Segundo o Despacho assinado pelo secretário de Estado da Agricultura e Alimentação, Luís Medeiros Vieira, “com o presente reconhecimento, o sector alcança um nível superior de auto-regulação, potenciador de um diálogo construtivo para uma fileira mais resiliente, mais forte e mais dinâmica”.

Luís Medeiros Vieira acrescenta que os “objectivos do Governo passam pelo reforço da organização da produção, face ao seu papel fundamental num maior equilíbrio na repartição de valor no seio da cadeia alimentar”.

E, explica o governante que, a evolução da Política Agrícola Comum e “as actuais dinâmicas de mercado exigem, cada vez mais, um esforço articulado dos diversos sectores na melhoria da qualidade dos produtos, da respectiva promoção e divulgação, bem como da investigação, inovação técnica e gestão, pelo que as OI, representativas das estruturas dos sectores, afiguram -se como as entidades privilegiadas para permitir, no seu todo, a prossecução destes objectivos”.

Agricultura e Mar Actual

O artigo foi publicado originalmente em Agricultura e Mar.

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