Aumentam os casos de peste suína africana. UE reforça zonas de risco elevado

Os casos de peste suína africana em suínos domésticos não param de aumentar na Bulgária, Lituânia, Polónia e Roménia. A Comissão Europeia,  para combater os riscos associados à propagação da doença de forma pro-activa, demarcou novas zonas de risco elevado naqueles países.

Só na Bulgária já foram abatidos 130 mil suínos domésticos contaminados com a doença.

Na Roménia, as autoridades ordenaram o abate dos javalis. Mas, para quem está no terreno, o combate à doença é complexo. “Não podemos caçar em grupos pequenos. Cinco pessoas não podem matar 40 javalis”, avisou Adrian Alexandru, da Associação de Caça e Pesca de Galati.

Relembre-se que Portugal reforçou a vigilância nos matadouros, como parte do plano de prevenção da Peste Suína Africana. O último foco data de 1999.

Gestão do risco

Na sequência destes casos recentes da doença, e tendo em conta a actual situação epidemiológica, a regionalização nesses quatro Estados-membros foi reavaliada e actualizada. Além disso, as medidas de gestão dos riscos em vigor também foram reavaliadas e actualizadas.

Refere a Decisão de Execução (UE) 2019/1336 da Comissão, de 9 de Agosto de 2019 (veja aqui),que em Agosto de 2019, foi observado um foco e um caso de peste suína africana em suínos domésticos e selvagens na região do distrito de Sofia, na Bulgária.

Também em Agosto de 2019, foi observado um caso de peste suína africana em suínos selvagens no distrito de Tauragė, na Lituânia.

Antes, em Julho de 2019, foi observado um caso de peste suína africana em suínos selvagens no distrito de lidzbarski, na Polónia.

Já na Roménia, durante o actual mês, foi observado um foco de peste suína africana em suínos domésticos no distrito de Gorj, na Roménia.

Agricultura e Mar Actual

O artigo foi publicado originalmente em Agricultura e Mar.

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