No Alto Alentejo, a ervilha é hoje mais do que uma alternativa agrícola. É um exemplo de parceria, sustentabilidade e valorização da produção nacional. Esta cultura leguminosa integra a agricultura, a indústria e a pecuária num modelo de economia circular, onde nada se perde: a ervilha alimenta pessoas, o restolho no pós-colheita alimenta os animais e o solo fica mais rico, graças à fixação de azoto, ficando mais bem preparado para acolher a próxima cultura. A parceria com a Darta, uma empresa belga especialista no processamento de produtos hortícolas, garante o escoamento da produção através de um contrato pré-estabelecido entre os agricultores e a indústria.
Por último, acompanhe o 16º Congresso Nacional do Milho, que acolheu, em simultâneo, o 2.º Encontro das Culturas Cerealíferas. O evento assinalou os 40 anos de Portugal à Comunidade Económica Europeia e projetou o futuro da fileira.














































