Em busca do incendiário perdido

Em busca do incendiário perdido

Cá estamos nós outra vez: o fogo, o fumo, as lágrimas, os reacendimentos, os intermináveis directos televisivos, os jornalistas caça-chamas, os populares queixosos, os bombeiros esgotados, as conferências de imprensa da Protecção Civil – em resumo, o nosso triste ritual dos Verões quentes e ventosos. E o ritual não termina aqui. Logo de seguida, dos estúdios de televisão aos melhores cafés, inicia-se a caça ao culpado, que tanto pode ser o incendiário psicótico que devia estar preso, como “os interesses”, em geral da indústria da celulose, que desejam pegar fogo ao país para comprar madeira mais barata e plantar mais eucaliptos.

Continue a ler este artigo no Público.

Comente este artigo
Anterior Viseu. Fogos de Penalva e Penedono continuam ativos, mas sem casas em perigo
Próximo O que não arder agora arde mais tarde

Artigos relacionados

Nacional

Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais. Consulta pública chega ao fim

A discussão pública do Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais termina amanhã, 5 de Fevereiro, e reúne oportunidades de melhoria para um Portugal livre de incêndios rurais graves, […]

Últimas

Formação em Poda da Figueira – 1 de fevereiro – Torres Novas

A Rosagro juntamente com o INIAV vai dar formação em poda da Figueira. […]

Últimas

PT2020 com 20 mil milhões de euros aprovados até abril

O ministro do Planeamento, Nelson de Souza, anunciou no Parlamento que o programa Portugal 2020 conta com 20 mil milhões de euros de apoio aprovados até […]